TJPR quadruplica a velocidade das conexões à internet nas 155 Comarcas do Paraná
O presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, Celso Rotoli de Macedo, assinou na tarde desta quinta-feira (29), aditivo ao contrato com a empresa de telefonia Oi para aumentar a velocidade das conexões à internet do TJ. Sem custos para o Tribunal, a velocidade de conexão será quadruplicada nas 155 Comarcas em todo o Paraná – onde a conexão é de 1 Mb passará para 4 Mb e onde é de 4 Mb passará a ser de 16Mb. “Esse é um momento muito importante para o nosso Tribunal, pois temos o projeto de digitalização dos processos e precisamos avançar”, disse Rotoli de Macedo.
Participaram da solenidade de assinatura os desembargadores Rogério Coelho, Corregedor-Geral do Tribunal de Justiça do Paraná, e Francisco Pinto Rabello Filho, Supervisor de Informática do TJ; o diretor de Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação do TJ, Paulo Clotário Portugal; o diretor de Patrimônio do Tribunal, Ronaldo Portugal Baccelar; o diretor de Planejamento, Clovis Mário de Lara; o diretor Econômico e Financeiro, Murilo Lima Pimentel Machado; e o juiz Marcel Guimarães Rotoli de Macedo
Segundo o Corregedor-Geral, a iniciativa vai possibilitar outros avanços no Tribunal. “Esse é um avanço muito importante, que vai possibilitar a concretização do processo eletrônico e agilizará a comunicação das Comarcas com o Tribunal e delas entre si”, afirma Rogério Coelho.
O Supervisor de Informática do TJ avalia que o aumento da velocidade de conexão à internet terá impacto positivo sobre o trabalho dos juízes. “Os juízes estão com dificuldades de acesso. Todas as comarcas estão em rede e agora vamos quadruplicar a velocidade de conexão”, diz Rabello. “Isso vai otimizar serviços como despachos, consultas, publicações dos atos do processo”, completa.
A Oi vai trocar os equipamentos nas Comarcas, começando por onde a conexão é mais lenta. Em 60 dias o processo deve estar concluído. “Teremos um aumento na performance no acesso aos sistemas do Tribunal, com respostas mais rápidas. Com isso nossa eficiência será muito maior”, explica Portugal.






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