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	<title>Internet Legal</title>
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	<description>Hackeando o Direito desde 2001</description>
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		<title>Senado aprova pedido de habilitação para casamento pela internet</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 16:21:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania aprovou, nesta quarta-feira (10), em decisão terminativa, projeto do senador Aloizio Mercadante (PT/SP) autorizando noivos a apresentarem pela internet, junto ao oficial do Registro Civil, o requerimento de habilitação para casamento. Relatora do projeto, a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) disse que a iniciativa converge para os procedimentos judiciais que visam à eliminação do processo em papel, mediante a utilização da internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Senadora Serys Slhessarenko (PT-MT)" src="http://www.senado.gov.br/noticia/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=210430" alt=" Senado aprova pedido de habilitação para casamento pela internet especiais" width="160" height="200" />A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (10), em decisão terminativa, projeto do senador Aloizio Mercadante (PT/SP) autorizando noivos a apresentarem pela internet, junto ao oficial do Registro Civil, o requerimento de habilitação para casamento. Isso desde que haja o credenciamento antecipado junto ao Judiciário da assinatura eletrônica dos requerentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo do projeto (<a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=93007" target="_blank">PLS 386/09</a>) é desburocratizar o casamento civil, facilitando a vida dos noivos, que assim não precisarão submeter-se a filas. Em sua justificação, o senador Aloizio Mercadante explica que os órgãos de administração pública, principalmente no Judiciário, estão desenvolvendo sistemas dotados de capacidade para viabilizar o processo eletrônico, protegendo a integridade e autenticidade dos textos e o seu armazenamento de forma confiável.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto ainda vai à deliberação da Câmara. Quando sancionado, a lei só entrará em vigor 180 dias depois da publicação oficial, a fim de que, neste intervalo, os cartórios tenham tempo para se adequar à nova regra.</p>
<p style="text-align: justify;">Relatora do projeto, a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) disse que a iniciativa converge para os procedimentos judiciais que visam à eliminação do processo em papel, mediante a utilização da internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela afirmou que essa tendência é ilustrada pelas ações submetidas ao escrutínio dos Juizados Especiais Federais, em sua maioria realizadas sob o modo virtual, passando à fase de decisão e, em seguida, à publicação, sempre pela via eletrônica.</p>
<p style="text-align: justify;">- A alternativa oferecida pela proposição, de que se requeira a habilitação para o casamento pela via eletrônica, é compatível com os dias atuais, quando se busca evitar o tráfego de veículos nas grandes cidades, reduzir o gasto com combustíveis, diminuir a utilização de papel e a consequente derrubada de árvores. Tudo de modo a facilitar o acesso do cidadão aos serviços públicos &#8211; afirmou Serys, ao ler seu relatório.</p>
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		<title>Senadores questionam reativação da Telebrás: Franklin Martins diz que nada está decidido</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 22:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Telebrás]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a audiência pública realizada pela CCT para debater o Plano Nacional de Banda Larga, cinco senadores presentes indagaram sobre a reativação da Telebras. O primeiro deles foi Renato Casagrande (PSB-ES), autor do requerimento que propôs a reunião. O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, disse não haver posição fechada sobre o assunto, mas defendeu o retorno da empresa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante a audiência pública realizada pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) para debater o Plano Nacional de Banda Larga, cinco senadores presentes indagaram sobre a reativação da Telebras (Telecomunicações Brasileiras). O primeiro deles foi Renato Casagrande (PSB-ES), autor do requerimento que propôs a reunião. O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, disse não haver posição fechada sobre o assunto, mas defendeu o retorno da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">- O governo vai precisar de algum instrumento para administrar o ativo que tem. É necessário não apenas via entidade reguladora, mas também na competição. O mais fácil, o melhor é a Telebrás. O Resto é ideologia, estatização, campanha eleitoral. O governo precisa de um instrumento que ofereça o serviço no atacado, ampliando a concorrência e fazendo com que as operadoras se interessem por oferecer o acesso em determinadas localidades &#8211; afirmou Franklin Martins.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros que indagaram sobre a volta da Telebrás foram os senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA), presidente da CCT; Lobão Filho (PMDB-MA), o vice-presidente; Roberto Cavalcanti (PMDB-PB) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Flexa Ribeiro defendeu a manutenção do modelo adotado pelo governo Fernando Henrique Cardoso, que em sua opinião alcançou a ampliação da oferta dos serviços de telefonia privatizando o setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Já Lobão Filho comentou a afirmação das provedoras que responsabilizam a carga tributária como responsável pelos altos custos da oferta do serviço. O senador Roberto Cavalcanti opinou no sentido de que, ao elaborar o Plano de Banda Larga, o governo não pode aceitar entregar para a iniciativa privada as áreas lucrativas e assumir a responsabilidade de oferecer o serviço nas localidades que provocarão prejuízo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, o senador Augusto Botelho cobrou a inclusão de metas para que estados como Roraima e cidades pequenas não deixem de receber o serviço. Já o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) defendeu a adoção de parcerias público-privadas (PPPs) na execução do plano que levará o acesso a banda larga para todo o país.</p>
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		<title>Governo, Anatel e empresas de telecomunicações concordam sobre importância do Plano Nacional de Banda Larga</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2010/03/governo-anatel-e-empresas-de-telecomunicacoes-concordam-sobre-importancia-do-plano-nacional-de-banda-larga/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 21:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
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		<description><![CDATA[O Plano Nacional de Banda Larga deverá estabelecer as condições para que a internet rápida chegue com qualidade, velocidade e a preços módicos em cada localidade brasileira. Essa opinião foi consenso na audiência pública realizada na manhã desta terça-feira (9) pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática. Por outro lado, temas como a reativação da Telebrás (Telecomunicações Brasileiras), a carga tributária cobrada no serviço de internet e a velocidade mínima a ser estabelecida como meta, receberam opiniões divergentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática" src="http://www.senado.gov.br/noticia/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=210110" alt=" Governo, Anatel e empresas de telecomunicações concordam sobre importância do Plano Nacional de Banda Larga especiais" width="288" height="186" />O Plano Nacional de Banda Larga deverá estabelecer as condições para que a internet rápida chegue com qualidade, velocidade e a preços módicos em cada localidade brasileira. Essa opinião foi consenso na audiência pública realizada na manhã desta terça-feira (9) pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática. Por outro lado, temas como a reativação da Telebrás (Telecomunicações Brasileiras), a carga tributária cobrada no serviço de internet e a velocidade mínima a ser estabelecida como meta, receberam opiniões divergentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro a participar do debate, o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins, opinou que a inclusão digital não deve ser tratada como luxo ou privilégio, nem também como bandeira de um ou de outro partido. O tema, avaliou, deve ser encarado como vital para o exercício da cidadania, para que as pessoas possam se integrar à sociedade. Para ele, o acesso à internet hoje em dia equivale à alfabetização no passado.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro observou que quando o governo iniciou a discussão sobre o Plano Nacional de Banda Larga, ficou patente que o mercado não conseguiria, espontaneamente, resolver o problema. Ele advertiu que discutir a reativação da Telebrás, em vez de ampliar o debate sobre como levar a banda larga para todo o país é como prestar atenção a uma árvore específica em vez de olhar para toda a floresta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Implantação de médio a longo prazo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador dos programas de inclusão digital do governo federal, Cezar Santos Alvarez, assinalou que a política nacional de banda larga desenvolvida pelo Executivo vai além de fornecer à população um acesso rápido à internet. Ele destacou que outras medidas visam baratear os preços dos equipamentos de acesso à rede mundial; a democratização do acesso ao crédito para aquisição desses equipamentos; a implantação de laboratórios de informática em 55 mil escolas; e a qualificação e o incentivo à montagem de equipamentos e produção de chips no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Cezar Santos Alvarez lembrou que o Brasil carece de banda larga não apenas em regiões específicas, como a Região Norte, e em municípios do interior dos estados. Ele observou que as periferias das grandes cidades enfrentam o mesmo problema do &#8220;apagão&#8221; digital. O servidor do governo alertou ainda para o fato de que a Política Nacional de Banda Larga não será implantada a curto, mas a médio e a longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ousadia nas metas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, o presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), Luiz Cuza, defendeu mais ousadia no momento de o governo estabelecer as metas do Plano de Banda Larga brasileiro. O dirigente defendeu, por exemplo, que a velocidade de transferência de dados a ser perseguida seja de 20 megabits, em vez de 2 megabits até 2014, como pretende o governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Cuza enumerou algumas propostas para o plano que o governo está elaborando, entre elas que a política publica seja baseada em um estudo econômico, financeiro, técnico e social para identificar as necessidades do país. Também propôs a manutenção do modelo vigente, com um órgão regulador e a iniciativa privada atuando como principal provedor do serviço. Também defendeu que a infraestrutura pública, inclusive a rede elétrica, seja incluída para utilização pela rede de banda larga.</p>
<p style="text-align: justify;">Jarbas José Valente, membro do conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), disse que a massificação da oferta de banda larga no Brasil contribuirá para que o preço do serviço caia. Porém, ele alertou para a necessidade de a ampliação do serviço ser executada através de uma boa infraestrutura, para que a qualidade pretendida seja contratada. Investir na segurança da rede, na avaliação de Valente, também é essencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, José Fernandes Pauletti, presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado (Abrafix), comemorou o fato de haver muito mais convergências do que divergências entre as partes envolvidas na implantação do Plano Nacional de Banda Larga. Ele declarou que não há nada a discordar do diagnóstico elaborado pelo governo. Haveria uma eventual discordância no &#8220;remédio a ser aplicado ou até mesmo apenas na dosagem&#8221;.</p>
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		<title>Comissão Especial das Lan Houses realiza primeira audiência pública</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2010/03/comissao-especial-das-lan-houses-realiza-primeira-audiencia-publica/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 20:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
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		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>
		<category><![CDATA[legalização]]></category>
		<category><![CDATA[telecentros]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi realizada hoje (9) a primeira audiência pública da Comissão Especial Centros de Inclusão Digital - Lan House, criada para analisar o Projeto de Lei 4.361/04, que exige classificação indicativa de jogos eletrônicos e o cadastro dos usuários de internet em casas de jogos. Instalada em dezembro do ano passado, a comissão é presidida pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP). O relator é o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Foi realizada hoje (9) a primeira audiência pública da Comissão Especial Centros de Inclusão Digital &#8211; Lan House, criada para analisar o Projeto de Lei 4.361/04, que exige classificação indicativa de jogos eletrônicos e o cadastro dos usuários de internet em casas de jogos.</p>
<p>Participaram da reunião o gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic) do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Alexandre Barbosa; o representante do CGI.br Vagner Diniz; o presidente da Fundação Padre Anchieta, do Centro Paulista de Rádio e TV Educativas, Paulo Markum; e a coordenadora da Conexão Cultura, da Fundação Padre Anchieta, Ana Ralston.</p>
<p>Instalada em dezembro do ano passado, a comissão é presidida pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP). O relator é o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ). A audiência ocorreu no plenário 8.</p>
<p><strong>Usuários de lan house chegam a 28 milhões</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na audiência, Alexandre Barbosa, disse que o número de brasileiros que utilizam a internet em lan houses é o mesmo que o de usuários residenciais: cerca de 28 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Barbosa citou dados de estudo realizado pela Casa Civil em parceria com o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), do qual o Cetic faz parte. De acordo com a pesquisa, o percentual de brasileiros que usam internet em casa aumentou de 43%, em 2008, para 50%, em 2009. No mesmo período houve “pequeno decréscimo do uso em lan house”, acrescentou.</p>
<p><strong>Menos de 1% das lan houses possui alvará</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ana Ralston apresentou um estudo realizado pela instituição, segundo o qual existem cerca de 108 mil lan houses no Brasil. Desse total, diz a pesquisa, menos de 1% possui alvará de funcionamento. “É importante esse movimento pela legalização. Temos de trabalhar para que esses espaços viabilizem o exercício da cidadania no País”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo da Fundação Padre Anchieta mostra que lan houses e telecentros respondem por quase 60% do acesso à internet no País – o que significa cerca de 38 milhões de usuários, sendo 24 milhões das classes C, D e E. “Somente as lan houses respondem por quase 48% dos acessos à internet”, acrescentou.</p>
<p><strong>Legalização de lan houses permitirá apoio público</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da comissão, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), disse que a legalização dos estabelecimentos que oferecem acesso à internet vai possibilitar a criação de financiamentos públicos para o setor, com o objetivo de melhorar a qualidade do serviço e ampliar a inclusão digital.</p>
<p style="text-align: justify;">O relator da comissão, deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), reforçou a importância da formalização das lan houses. “Somente a legalidade oferece retaguarda de legitimação e abre oportunidades para esses centros obterem apoio público”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o relator, a primeira audiência pública do colegiado deixou claro que o trabalho deverá “incentivar a ampliação das lan houses como pólo irradiador de acesso à internet e exercício da cidadania”.</p>
<p style="text-align: justify;">A próxima reunião está marcada para o dia 16, às 14 horas, no plenário 8.</p>
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		<title>Sistema Push do TJDFT supera 10 milhões de emails enviados sobre andamento processual</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Push]]></category>
		<category><![CDATA[TJDFT]]></category>

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		<description><![CDATA[O sistema automático de envio de emails sobre informações do andamento dos processos, e sobre a atuação do TJDFT - Sistema PUSH superou o número de 10 milhões, segundo dados de 2009. A maior parte dos emails, um total de 7.724.892, refere-se a andamentos processuais da 1ª Instância, seguido das informações de Jurisprudência e Notícias do site Imprensa do TJDFT (1.496.530). Foram enviados 1.072.840 emails sobre o andamento processual na 2ª Instância, e 11.527 com informações da Vara da Infância e Juventude.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O sistema automático de envio de emails sobre informações do andamento dos processos, e sobre a atuação do TJDFT &#8211; Sistema PUSH superou o número de 10 milhões, segundo dados de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Os emails são enviados para os interessados cadastrados previamente na <a href="https://tjdf11.tjdft.gov.br/push/" target="_blank">página da Internet do TJDFT</a>. Podem se cadastrar partes envolvidas e advogados, interessados nos processos, nas informações de Jurisprudência e nas notícias publicadas no site do Tribunal de Justiça do DF.</p>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos emails, um total de 7.724.892, refere-se a andamentos processuais da 1ª Instância, seguido das informações de Jurisprudência e Notícias do site Imprensa do TJDFT (1.496.530). Foram enviados 1.072.840 emails sobre o andamento processual na 2ª Instância, e 11.527 com informações da Vara da Infância e Juventude.</p>
<p style="text-align: justify;">Implantado com o objetivo de facilitar ainda mais o acesso às informações, o &#8220;Sistema Push&#8221; é um serviço gratuito de acompanhamento automático via e-mail, e SMS (restrito a advogados) dos processos. Toda vez que há um novo andamento no processo cadastrado, ou são atualizados os informativos de jurisprudência e as notícias, os emails são enviados.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema &#8220;Push&#8221; entrou em produção no fim de 2008, e foi consolidado em 2009. Desenvolvido pela Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal, por meio da Subsecretaria de Desenvolvimento de Sistemas &#8211; SUDES, o &#8220;push&#8221; é protegido por senhas, para garantir a segurança, e oferece recursos para permitir uma alta disponibilidade, rapidez e confiabilidade nos dados fornecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o ano de 2009, cerca de 300 mil emails não foram enviados, todos por problemas externos, como caixa do usuário cheia, endereço inválido e problemas com o servidor destino. Assim, os interessados devem conferir seus dados cadastrados e atualizá-los caso seja necessário.</p>
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		<title>STJ anula ação penal a partir de interrogatório feito por meio de videoconferência</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 14:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<category><![CDATA[videoconferência]]></category>

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		<description><![CDATA[A Quinta Turma do STJ anulou a ação penal instaurada contra Willian Henrique dos Santos e Leonardo Pedraça a partir do interrogatório judicial, porquanto realizado por meio de videoconferência. Com isso, ficou evidenciado o excesso de prazo, uma vez que os dois já cumpriram quase dois terços da pena, o que levou a Turma a determinar a expedição do alvará de soltura, se por outro motivo não estiverem presos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou a ação penal instaurada contra Willian Henrique dos Santos e Leonardo Pedraça a partir do interrogatório judicial, porquanto realizado por meio de videoconferência. Com isso, ficou evidenciado o excesso de prazo, uma vez que os dois já cumpriram quase dois terços da pena, o que levou a Turma a determinar a expedição do alvará de soltura, se por outro motivo não estiverem presos.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso, a relatora do processo, ministra Laurita Vaz, citou a jurisprudência do Tribunal no sentido de que a realização do interrogatório por meio de videoconferência se resume em nulidade absoluta, porque viola os princípios constitucionais do devido processo legal, restringindo a amplitude da defesa do acusado, ao amenizar seu direito de estar presente à audiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Alem disso, a relatora destacou que a Lei nº 11.819/05 do estado de São Paulo, que justificou o interrogatório do réu por meio de videoconferência, por maioria de votos, foi declarada inconstitucional pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento do HC 90.900/SP, em sessão realizada em 30 de outubro de 2008.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, a ministra Laurita Vaz ressaltou que os dois foram presos em flagrante, em 26 de julho de 2006, e condenados a cinco anos e quatro meses de reclusão. Com a anulação do processo desde o interrogatório, eles passam a sofrer evidente constrangimento ilegal por excesso de prazo, pois já estão presos por tempo equivalente a quase dois terços da pena, afirmou a relatora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência:</strong> <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=HC%2097885" target="_blank">HC 97885</a></p>
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		<title>Operadora de TV a cabo deve indenizar cliente que teve aparelhos queimados por descarga elétrica</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[TJRS]]></category>
		<category><![CDATA[TV a cabo]]></category>

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		<description><![CDATA[A 9ª Câmara Cível do TJRS decidiu que a NET Sul Comunicações Ltda deverá indenizar cliente por danos materiais e morais por falha na prestação de serviço ao não adotar medidas de segurança suficientes para impedir descarga elétrica em aparelhos elétricos conectados ao seu cabo de rede de transmissão. A empresa deverá reparar cliente com R$ 7 mil pelos danos morais e R$ 2.264,00, pelas despesas referentes à substituição dos aparelhos queimados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Descarga elétrica danificou aparelhos conectados ao cabo de rede" src="http://www3.tjrs.jus.br/site_php/noticias/imagem.php?codigo=12755" alt=" Operadora de TV a cabo deve indenizar cliente que teve aparelhos queimados por descarga elétrica jurisprudencia" width="233" height="161" />A 9ª Câmara Cível do TJRS decidiu que a NET Sul Comunicações Ltda deverá indenizar cliente por danos materiais e morais por falha na prestação de serviço ao não adotar medidas de segurança suficientes para impedir descarga elétrica em aparelhos elétricos conectados ao seu cabo de rede de transmissão. A empresa deverá reparar cliente com R$ 7 mil pelos danos morais e R$ 2.264,00, pelas despesas referentes à substituição dos aparelhos queimados.</p>
<p style="text-align: justify;">A autora da ação diz ter contactado a empresa logo que percebeu que os aparelhos não estavam funcionando. A NET mandou um técnico à sua residência, que constatou a queima dos equipamentos e providenciou na substituição do modem danificado.  Dois meses depois, um engenheiro da empresa esteve no local. Passados mais cinco meses, a cliente foi informada que não haveria o pagamento por não existir o hábito de indenizar por equipamentos danificados por descarga elétrica.</p>
<p style="text-align: justify;">A Justiça de 1º Grau desacolheu os pedidos ao entender que não foi provado que teria havido realmente a descarga elétrica e que esta tenha sido a causa da queima dos aparelhos da autora da ação.</p>
<p><strong>Dever de reparação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para o Desembargador Tasso Cauby Soares Delabary, “eventual falha no sistema de atendimento ao cliente impõe à demandada o dever de reparação, tendo em vista a responsabilidade objetiva da empresa, cuja condição de prestadora de serviços impõe-lhe o dever de zelar pela perfeita qualidade do serviço prestado, incluindo o dever de informação, proteção e boa-fé objetiva para com o consumidor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Diz o art. 14 do CPC – Código de Proteção ao Consumidor – “O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos” (&#8230;).</p>
<p style="text-align: justify;">No caso concreto, relatou o Desembargador Tasso, “a autora tentou resolver o problema diretamente com a ré, com quem manteve contato, então, desde a data do sinistro (agosto de 2008) até fevereiro de 2009, quando soube que não seria indenizada”.  Este tempo, considera o relator, criou a falsa expectativa de que seria ressarcida – o que significa, contabilizando o tempo até esta decisão, um ano e meio de espera para resolver um problema que poderia ter sido resolvido rapidamente pela empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">À condenação pelos danos materiais será acrescida a correção monetária desde o efetivo desembolso, mais juros de mora de 1% ao mês a partir dos fatos por se tratar de responsabilidade não prevista no contrato. A quantia fixada como dano moral deverá ser paga atualizada monetariamente pelo IGP-M, acrescida de juros legais de mora de 1% ao ano, ambos a partir da data do julgamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanharam o voto do relator, proferido durante o julgamento ocorrido em 19/2/10, os Desembargadores Paulo Roberto Lessa Franz e Mário Crespo Brum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência: </strong>AC nº 70032157893</p>
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		<title>Justiça determina fim da cobrança pela utilização do ponto extra em TV por assinatura</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[ponto-extra]]></category>
		<category><![CDATA[TV por assinatura]]></category>

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		<description><![CDATA[ A juíza da 6ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo Cynthia Thomé determinou que as operadoras de TV por assinatura não cobrem mais pela pela utilização do ponto extra. Segundo a juíza, a prática está proibida por resolução da Anatel e caracteriza-se como enriquecimento ilícito e prática abusiva, pois, não há a prestação contínua de serviço que justifique a cobrança. O descumprimento da liminar resultará em multa diária de R$ 30 mil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A juíza da 6ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo Cynthia Thomé determinou que as operadoras de TV por assinatura não cobrem mais pela pela utilização do ponto extra.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a juíza, a prática está proibida por resolução da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e caracteriza-se como enriquecimento ilícito e prática abusiva, pois, não há a prestação contínua de serviço que justifique a cobrança. O descumprimento da liminar resultará em multa diária de R$ 30 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a decisão, está liberada apenas a cobrança pela instalação do novo ponto e a manutenção da rede e dos decodificadores.</p>
<p style="text-align: justify;">O Procon de São Paulo, órgão responsável pela ação civil pública que originou a liminar, considerou a determinação uma “vitória do consumidor”, pois o ponto extra vinha sido cobrado de forma indevida, mesmo após a Anatel ter expedido uma resolução sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) disse que ainda está estudando a decisão para poder se pronunciar.</p>
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		<title>Diário da Justiça Eletrônico da Bahia bate recorde de páginas</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 16:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[DJe]]></category>
		<category><![CDATA[TJBA]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição número 193 do Diário da Justiça Eletrônico (DJE) saiu, no último dia 5, com a marca recorde de 1.828 páginas. Isso significa maior número de julgamentos realizados em todo o Estado e mais comarcas enviando dados, o que contribui para a rapidez no acesso às informações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Diário da Justiça Eletrônico do TJ/BA" src="http://www.tjba.jus.br/site/imgnews/3286/grd_DPJ_GRANDE.jpg" alt="grd DPJ GRANDE Diário da Justiça Eletrônico da Bahia bate recorde de páginas noticias" width="400" height="265" /></p>
<p style="text-align: justify;">A edição número 193 do Diário da Justiça Eletrônico (DJE) saiu, no último dia 5, com a marca recorde de 1.828 páginas. Isso significa maior número de julgamentos realizados em todo o Estado e mais comarcas enviando dados, o que contribui para a rapidez no acesso às informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Implantado para substituir a edição impressa do Diário do Poder Judiciário (DPJ), o formato eletrônico em um único arquivo (em PDF) é oferecido gratuitamente à população no site do Tribunal de Justiça e atinge todas as comarcas conectadas à rede do TJ.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2008, apenas 27 comarcas publicavam no DJE, que contava com uma média de 700 a 800 páginas. Atualmente, são mais de 200 comarcas alimentando o sistema, o que gera cerca de 2 mil páginas em cada publicação diária.</p>
<p>O DJE também ganhou novo projeto gráfico, apresenta índice e é dividido em quatro cadernos: Administrativo, Entrância Inicial, Entrância Intermediária e Entrância Final. A consulta foi bastante facilitada ao leitor e, principalmente, às comarcas do interior.</p>
<p style="text-align: justify;">O formato eletrônico elimina problemas de impressão gráfica que, por vezes, atrasavam sua publicação. Com a disponibilização em PDF, o Diário da Justiça Eletrônico pode ser acessado diariamente a partir das 7 horas.</p>
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		<title>Comissão vai debater Plano Nacional de Banda Larga</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 14:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática promove audiência pública nesta terça-feira (9) para discutir com especialistas o Plano Nacional de Banda Larga. O autor do requerimento para a realização do debate, senador Renato Casagrande (PSB-ES), explicou que o plano é muito importante para país e que há duas formas de o governo implementá-lo: pela iniciativa privada ou por meio da recriação da Telebrás.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Plano Nacional de Banda Larga" src="http://www.senado.gov.br/noticia/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=209150" alt=" Comissão vai debater Plano Nacional de Banda Larga projetos de lei" width="259" height="167" />A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) promove audiência pública nesta terça-feira (9) para discutir com especialistas o Plano Nacional de Banda Larga. Em entrevista à Agência Senado nesta segunda (8), o autor do requerimento para a realização do debate, senador Renato Casagrande (PSB-ES), explicou que o plano é muito importante para país e que há duas formas de o governo implementá-lo: pela iniciativa privada ou por meio da recriação da Telebrás. O objetivo do debate, segundo explicou, é conhecer as metas do plano e saber como o goveno pretende implantá-lo para atingir seus objetivos.</p>
<p style="text-align: justify;">- O assunto não é polêmico, pois todos são a favor do plano. Polêmica é a forma de se adotar o plano e é isso que vamos discutir na audiência&#8221;, explicou Casagrande.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram convidados para discutir o assunto o coordenador dos programas de Inclusão Digital do Governo Federal, Cezar Santos Alvarez; o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Franklin Martins; o presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas, Luiz Cuza; o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, Ronaldo Sardenberg; e o presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado, José Fernandes Pauletti.</p>
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