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	<title>Internet Legal &#187; Projetos de lei</title>
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	<description>Hackeando o Direito desde 2001</description>
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		<title>Senado terá que regular ICMS do comércio eletrônico</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 15:03:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>

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		<description><![CDATA[O imposto nas operações de comércio eletrônico está no centro de uma guerra entre estados que o Senado terá de resolver em 2012. Tudo começou quando 19 unidades federativas passaram a exigir uma parte do ICMS relativo a mercadorias adquiridas de sites localizados em outros estados. Como o ICMS já é cobrado na origem, entidades empresariais do comércio e da indústria questionaram a "superposição indevida" caracterizada pela cobrança no destino das mercadorias.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" src="http://www.senado.gov.br/noticias/inc/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=411554" alt=" Senado terá que regular ICMS do comércio eletrônico projetos de lei " width="240" height="156" title="Senado terá que regular ICMS do comércio eletrônico photo foto" />O imposto nas operações de comércio eletrônico está no centro de uma guerra entre estados que o Senado terá de resolver em 2012. Tudo começou quando 19 unidades federativas passaram a exigir uma parte do ICMS relativo a mercadorias adquiridas de sites localizados em outros estados.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o ICMS já é cobrado na origem, entidades empresariais do comércio e da indústria questionaram a &#8220;superposição indevida&#8221; caracterizada pela cobrança no destino das mercadorias. Para as entidades, há uma violação clara dos dispositivos constitucionais que tratam do ICMS.</p>
<p style="text-align: justify;">O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF), que ainda não decidiu se as entidades, as confederações nacionais da Indústria (CNI) e do Comércio (CNC), têm razão. Em caso semelhante, o Plenário do STF já suspendeu a eficácia de uma lei do Piauí que cobrava o ICMS dos consumidores piauienses que faziam compras em sites de outros estados.</p>
<p style="text-align: justify;">O relator, ministro Joaquim Barbosa, concordou com os argumentos do Piauí quanto ao agravamento das distorções entre os estados, causado pelo &#8220;rápido avanço tecnológico&#8221;. Mas discordou da forma como o Piauí fez a alteração, que depende de &#8220;verdadeira reforma tributária&#8221;, que não pode ser realizada &#8220;unilateralmente por cada ente político da federação&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Polêmica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado iniciou a discussão do assunto na análise do Projeto de Resolução do Senado (PRS) <a href="http://www.senado.gov.br/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=98788" target="_blank">72/2010</a>, de autoria do líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR).</p>
<p style="text-align: justify;">Esse PRS, que originalmente trata das alíquotas de ICMS nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados, é um dos pontos da reforma tributária fatiada defendida pelo Ministério da Fazenda. Por tratar de tema polêmico &#8211; a guerra fiscal -, ainda não avançou no Senado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Emenda</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Posteriormente, em 16 de junho de 2011, o senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) apresentou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) <a href="http://www.senado.gov.br/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=100780" target="_blank">56/2011</a>, que estabelece nova forma de repartição do ICMS cobrado nas operações de comércio eletrônico. Quando a Constituição foi promulgada, em 1988, não existia essa modalidade de compra e venda de mercadorias, que hoje movimenta mais de R$ 14 bilhões ao ano.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia de Luiz Henrique é assegurar aos estados de destino das mercadorias uma parcela &#8211; 5 pontos percentuais &#8211; do ICMS de 17% cobrado nas operações de compra e venda de mercadoria pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Apoios</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguarda a designação de relator. Depois de passar pela CCJ, ainda terá de ser votada em dois turnos pelo Plenário do Senado, antes de seguir para a Câmara dos Deputados.</p>
<p style="text-align: justify;">A mudança tem apoio de vários senadores, representantes dos estados onde se concentram os consumidores de produtos do comércio pela internet. Os estados onde estão os sites de venda são contra a alteração.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário da Fazenda de São Paulo, Andrea Calabi, disse à CAE, no início do ano, que a Constituição é clara ao atribuir o ICMS ao estado onde a operação de venda se realiza. Ele foi um dos que defenderam o cumprimento da regra atual.</p>
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		<title>PEC da Música isenta de impostos CDs e DVDs com obras musicais de autores brasileiros</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 17:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[Tramita no Senado proposta de emenda à Constituição que isenta de impostos CDs e DVDs com obras musicais de autores brasileiros. A expectativa é de que a aprovação da proposta, conhecida por PEC da Música, resultará na redução do preço dos produtos ao consumidor, desestimulando a venda de reproduções piratas. De acordo com a proposta, estarão livres de impostos CDs e DVDs produzidos no Brasil com obras musicais ou líteromusicais de autores brasileiros, além de obras em geral interpretadas por artistas brasileiros e as mídias ou os arquivos digitais que as contenham.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tramita no Senado proposta de emenda à Constituição que isenta de impostos CDs e DVDs com obras musicais de autores brasileiros. A expectativa é de que a aprovação da proposta, conhecida por PEC da Música, resultará na redução do preço dos produtos ao consumidor, desestimulando a venda de reproduções piratas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a proposta, estarão livres de impostos CDs e DVDs produzidos no Brasil com obras musicais ou líteromusicais de autores brasileiros, além de obras em geral interpretadas por artistas brasileiros e as mídias ou os arquivos digitais que as contenham. O benefício, no entanto, não alcança o processo de replicação industrial, que continuará a ser tributado.</p>
<p style="text-align: justify;">A isenção, se efetivada, vai assegurar ao setor fonográfico benefícios fiscais já concedidos a livros, revistas e jornais. A PEC foi aprovada na Câmara no dia 13 de dezembro, por ampla maioria de votos &#8211; 393 votos favoráveis, seis contrários e uma abstenção. Dois dias depois, o presidente da Câmara, Marco Maia, entregou a proposta ao presidente do Senado, José Sarney, em solenidade acompanhada por artistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a tramitação na Câmara, a proposta recebeu apoio de consumidores, músicos e de pequenas gravadoras. Em entrevista à TV Senado, Carlos Mills, presidente da Associação Brasileira de Música Independente, disse acreditar que a imunidade tributária também favorecerá a diversidade da produção musical do país. Mills está entre os que consideram que a medida reduzirá o preço de CDs e DVDs, segundo ele, uma necessidade para fazer frente a produtos piratas que chegam a ser vendidos a R$ 2.</p>
<p style="text-align: justify;">A PEC, no entanto, não tem o apoio de todos os senadores. A bancada do Amazonas é contra a aprovação do texto por considerá-lo prejudicial à Zona Franca de Manaus, que já conta com benefícios que podem ser estendidos aos demais estados com a aprovação da proposta.</p>
<p style="text-align: justify;">Em entrevista à TV Senado, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) também rebateu argumentos de que a isenção fiscal reduzirá a pirataria no setor. Para a parlamentar, ao deixar de arrecadar, o governo também deixa de fiscalizar. &#8220;A fiscalização é para fins de arrecadação. Se não está arrecadando nada, por que [a Receita Federal] irá fiscalizar?&#8221;, questiona.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sentido oposto, o senador Walter Pinheiro (PT-BA) aposta que a redução de impostos resultará em ganho de escala, reduzindo mercado para a pirataria. &#8220;Além da universalização, você ganha com essa escala a possibilidade de todos poderem acessar a boa música brasileira&#8221;, diz Walter Pinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A PEC tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguarda designação de relator. Para entrar em vigor, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos de votação no Plenário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência:</strong> <a href="http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=103793" target="_blank">PEC 123/2011</a></p>
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		<title>Órgãos públicos podem ser obrigados a liberar acesso à internet sem fio</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 14:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[wi-fi]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara analisa o Projeto de Lei 2.021/11, do deputado João Arruda (PMDB-PR), que obriga órgãos públicos da administração direta, indireta e instituições que recebem recursos públicos a liberar gratuitamente o acesso a suas redes de internet sem fio. Pela proposta, o serviço deverá funcionar 24 horas por dia. O sistema de internet sem fio deverá ter filtro para impedir o acesso à pornografia e a conteúdos impróprios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="João Arruda:  redes sem fio de órgãos públicos são subaproveitadas. Foto: Beto Oliveira." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20110714154429_cMED.jpg" alt="20110714154429 cMED Órgãos públicos podem ser obrigados a liberar acesso à internet sem fio projetos de lei " width="183" height="120" />A Câmara analisa o Projeto de Lei 2.021/11, do deputado João Arruda (PMDB-PR), que obriga órgãos públicos da administração direta, indireta e instituições que recebem recursos públicos a liberar gratuitamente o acesso a suas redes de internet sem fio.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela proposta, o serviço deverá funcionar 24 horas por dia. O sistema de internet sem fio deverá ter filtro para impedir o acesso à pornografia e a conteúdos impróprios. A rede também deverá dispor de mecanismos para detectar eventual uso para ações criminosas como pedofilia ou roubo de dados bancários. Caso seja constatada o uso criminoso, o órgão deverá comunicar o fato imediatamente à Polícia Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o autor, o objetivo do projeto é facilitar o acesso à internet nos entornos de prédios da administração pública federal, estaduais e municipais. “Os órgãos e repartições públicas possuem boas redes de conexão com a internet, que são subaproveitados, principalmente nos horários em que não há expediente”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será examinada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=515577" target="_blank">PL 2.021/2011</a></li>
</ul>
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		<title>Proposta estabelece informações obrigatórias em sites governamentais</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2011/12/proposta-estabelece-informacoes-obrigatorias-em-sites-governamentais/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 19:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[padronização]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara analisa proposta que estabelece um padrão para os sites oficiais de órgãos e entidades da administração pública. Pelo texto, deverão constar logo na primeira página: o endereço postal completo da instituição; o e-mail destinado ao atendimento ao público; o telefone da ouvidoria e de outros setores de atendimento geral; um link para relação de telefones e endereços (postais e eletrônicos) das unidades e órgãos vinculados. A medida está prevista no Projeto de Lei 2190/11.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Batista: proposta facilita acesso da população mais pobre às informações oficiais. Foto: Leonardo Prado (Arquivo)" src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20111123131617_Miriquinho%20Batista%202211MED.jpg" alt="20111123131617 Miriquinho%20Batista%202211MED Proposta estabelece informações obrigatórias em sites governamentais projetos de lei " width="150" height="229" />A Câmara analisa proposta que estabelece um padrão para os sites oficiais de órgãos e entidades da administração pública. Pelo texto, deverão constar logo na primeira página: o endereço postal completo da instituição; o e-mail destinado ao atendimento ao público; o telefone da ouvidoria e de outros setores de atendimento geral; um link para relação de telefones e endereços (postais e eletrônicos) das unidades e órgãos vinculados. A medida está prevista no Projeto de Lei 2.190/11.</p>
<p style="text-align: justify;">O autor da proposta, deputado Miriquinho Batista (PT-PA) (foto), explica que o objetivo é beneficiar principalmente os usuários de internet eventuais, que acessam esses sites em lan houses ou telecentros e buscam informações rápidas ou um contato para sanar dúvidas. “Por mais que a internet esteja avançando com velocidade na sociedade brasileira, com a estimativa de mais de 40 milhões de usuários da rede, devemos considerar que 3/4 da população, ou quase 150 milhões de brasileiros, estão apartados do mundo digital, e ainda usam a telefonia como fonte de informação”, argumenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Batista informa que usou como modelo para o projeto de lei o site da Câmara, que, segundo ele, contém dados de fácil acesso que “facilitam sobremaneira o acesso remoto do cidadão ao Parlamento”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=518258" target="_blank">PL 2.190/2011</a></li>
</ul>
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		<title>Comissão estabelece requisitos para registro de nomes de domínio na internet</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 12:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[CGI.br]]></category>
		<category><![CDATA[nomes de domínio]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou na quarta-feira (14) proposta que estabelece critérios para o registro de nomes sob o domínio ".br". De acordo com o que foi aprovado, o registro de um nome de domínio será concedido ao primeiro requerente que satisfizer as exigências estabelecidas pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), e implementado pelo órgão executor indicado pelo CGI.br.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou na quarta-feira (14) proposta que estabelece critérios para o registro de nomes sob o domínio &#8220;.br&#8221;. De acordo com o que foi aprovado, o registro de um nome de domínio será concedido ao primeiro requerente que satisfizer as exigências estabelecidas pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), e implementado pelo órgão executor indicado pelo CGI.br.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto aprovado é o substitutivo do deputado Luis Tibé (PTdoB-MG) ao Projeto de Lei 835/11, do deputado Claudio Cajado (DEM-BA), que proíbe o registro de nomes de domínio de internet nas categorias sob o domínio .br idênticos ou bastante similares a nomes de marcas, de empresas ou de pessoas previamente conhecidas, sem autorização do titular.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com o intuito de aprimorar o projeto, consideramos importante estabelecer claramente por meio de lei – e não apenas por norma infralegal – que, para o registro do nome do domínio, devam ser atendidas as exigências estabelecidas pelo CGI.br.”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Domínios cancelados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o substitutivo, no caso de domínios cancelados, a concessão de novo registro será outorgada nos termos estabelecidos pelo CGI.br.</p>
<p style="text-align: justify;">A matéria permite o registro de nome de domínio apenas para entidades que funcionem legalmente no País, profissionais liberais e pessoas físicas. No caso de empresas estrangeiras, poderá ser concedido o registro provisório, mediante o cumprimento das exigências estabelecidas pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe ao requerente do registro observar as proibições como palavras ou expressões de baixo calão; e palavras ou expressões que violem direitos de terceiros. Quando se tratar de violação de direitos de terceiros o cancelamento do nome de domínio poderá ser executado de ofício pelo órgão ou pela entidade executora do registro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=496040" target="_blank">PL 835/2011</a></li>
</ul>
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		<title>Comissão de Educação aprova distribuição obrigatória de livros didáticos em formato digital</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2011/12/comissao-de-educacao-aprova-distribuicao-obrigatoria-de-livros-didaticos-em-formato-digital/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 19:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[ebook]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Educação e Cultura aprovou ontem proposta que obriga o Ministério da Educação (MEC) a oferecer suas coleções de livros didáticos e paradidáticos, destinados a alunos e professores, também em formato digital. A medida está prevista no Projeto de Lei 965/11, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB). A relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), argumentou que a medida deverá permitir que os docentes e estudantes tenham acesso ao material distribuído pelo MEC a qualquer tempo e em qualquer lugar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Alice Portugal: a distribuição de livros deve se adaptar às novas tecnologias. Foto: Leonardo Prado (Arquivo)" src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/201109149154_Alice%20Portugal%201309MED.jpg" alt="201109149154 Alice%20Portugal%201309MED Comissão de Educação aprova distribuição obrigatória de livros didáticos em formato digital projetos de lei " width="150" height="225" />A Comissão de Educação e Cultura aprovou ontem proposta que obriga o Ministério da Educação (MEC) a oferecer suas coleções de livros didáticos e paradidáticos, destinados a alunos e professores, também em formato digital. A medida está prevista no Projeto de Lei 965/11, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB).</p>
<p style="text-align: justify;">A relatora, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) (foto), argumentou que a medida deverá permitir que os docentes e estudantes tenham acesso ao material distribuído pelo MEC a qualquer tempo e em qualquer lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje, com o advento de novos suportes de informação, os alunos podem ter acesso aos mais diferentes recursos multimídia e de informática. Nesse sentido, os programas de distribuição de livros didáticos podem e devem se adaptar a essa nova realidade”, argumentou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada ainda pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=497842" target="_blank">PL 965/2011</a></li>
</ul>
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		<title>Projeto zera tributos sobre internet e venda de softwares para escolas</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 16:55:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[software]]></category>
		<category><![CDATA[TV a cabo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em análise na Câmara, o Projeto de Lei 1.398/11, do deputado Marcos Montes (PSD-MG), reduz a zero as alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a importação e a receita bruta de venda no mercado interno de serviços de TV a cabo, de internet banda larga e de softwares. O benefício fiscal aplica-se apenas a serviços prestados ou a produtos vendidos para instituições de ensino básico e técnico profissionalizante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" title="Montes: o objetivo da medida é reduzir o preço dos serviços de TV a cabo e internet. Foto: Brizza Cavalcante." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/2010080315431_1221MED.jpg" alt="2010080315431 1221MED Projeto zera tributos sobre internet e venda de softwares para escolas projetos de lei " width="229" height="150" />Em análise na Câmara, o Projeto de Lei 1.398/11, do deputado Marcos Montes (PSD-MG) (foto), reduz a zero as alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a importação e a receita bruta de venda no mercado interno de serviços de TV a cabo, de internet banda larga e de softwares. O benefício fiscal aplica-se apenas a serviços prestados ou a produtos vendidos para instituições de ensino básico e técnico profissionalizante.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o autor, é inegável a importância das novas tecnologias da informação no processo de ensino e aprendizagem. “O objetivo da medida é reduzir o preço desses serviços, o que melhorará a qualidade de vida de uma imensa parcela da população brasileira, especialmente a mais pobre”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto tramita em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=502887" target="_blank">PL 1.398/2011</a></li>
</ul>
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		<title>Projeto torna obrigatória acessibilidade em computadores com isenção fiscal</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 15:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[informática]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara analisa o Projeto de Lei 1.569/11, do deputado Hugo Motta (PMDB-PB), que torna obrigatórios dispositivos de acessibilidade em produtos de informática beneficiados pela Lei do Bem (11.196/05). Essa lei concede isenção de impostos a computadores, impressoras, roteadores e outros equipamentos que sejam classificados pelo Ministério da Fazenda como produtos que contribuem para a inclusão digital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Hugo Motta: programas de inclusão digital não podem excluir deficientes visuais. Foto: Saulo Cruz." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20110808143140_bMED.jpg" alt="20110808143140 bMED Projeto torna obrigatória acessibilidade em computadores com isenção fiscal projetos de lei " width="229" height="150" />A Câmara analisa o Projeto de Lei 1.569/11, do deputado Hugo Motta (PMDB-PB), que torna obrigatórios dispositivos de acessibilidade em produtos de informática beneficiados pela Lei do Bem (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11196.htm" target="_blank">11.196/05</a>). Essa lei concede isenção de impostos a computadores, impressoras, roteadores e outros equipamentos que sejam classificados pelo Ministério da Fazenda como produtos que contribuem para a inclusão digital.</p>
<p>Pela proposta, será obrigatória a inclusão, nesses eletrônicos, de sistemas que os tornem acessíveis aos portadores de deficiência visual: teclado em braile, fone de ouvido, microfone, programas de leitor de tela e de aumento de caracteres.</p>
<p>Hugo Motta justifica que um programa de inclusão digital patrocinado pelo governo não pode excluir cerca de dois milhões de brasileiros portadores de algum tipo de deficiência visual.</p>
<p>O projeto estabelece prazo de 120 dias para que a indústria se adapte à norma.</p>
<p><strong>Tramitação</strong></p>
<p>A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=508804" target="_blank">PL 1.569/2011</a></li>
</ul>
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		<title>Novo Código de Processo Civil poderá regulamentar julgamentos virtuais</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 18:48:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[Julgamento Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo de juristas que analisa o novo Código de Processo Civil (CPC - PL 8.046/10) vai sugerir ao relator do projeto, deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA), que inclua no texto a permissão para que os tribunais realizem julgamentos virtuais das ações que não permitam sustentação oral, como é o caso de alguns recursos e de questionamentos de conflito de competência. Para minimizar a polêmica, a comissão de juristas vai propor que o julgamento tenha de ser presencial se uma das partes se manifestar contra o julgamento virtual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="O Supremo Tribunal Federal já realiza julgamentos virtuais para a discussão de repercussão geral. Foto: Sonia Baiocchi" src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/Justi%C3%A7a%20m%201.jpg" alt="Justi%C3%A7a%20m%201 Novo Código de Processo Civil poderá regulamentar julgamentos virtuais projetos de lei " width="173" height="115" />O grupo de juristas que analisa o novo Código de Processo Civil (CPC &#8211; PL 8.046/10) vai sugerir ao relator do projeto, deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA), que inclua no texto a permissão para que os tribunais realizem julgamentos virtuais das ações que não permitam sustentação oral, como é o caso de alguns recursos e de questionamentos de conflito de competência.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos julgamentos virtuais, os juízes tomam a decisão com a ajuda da tecnologia, sem estarem reunidos no mesmo espaço físico. A intenção dos juristas é criar mais uma ferramenta para agilizar a análise das ações.</p>
<p style="text-align: justify;">O advogado e professor Fredie Didier Júnior, integrante do grupo de juristas, explica que o julgamento virtual já tem sido utilizado pontualmente em algumas cortes, e a intenção do grupo é normatizar a questão no CPC. O Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo, já realiza julgamentos virtuais para a discussão de repercussão geral. “Essa é uma questão em que não se admite sustentação oral, então está em sintonia com o que estamos propondo”, ressalta Didier.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, alguns tribunais não realizam o julgamento virtual, mas já recebem os votos dos colegas, opinam eletronicamente, e reúnem-se presencialmente apenas para homologar o que já fizeram. “Está muito informal ainda, e a proposta da comissão é regularizar isso”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Publicidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta, no entanto, não tem apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O conselheiro da OAB Luiz Carlos Levenzon avalia que os julgamentos virtuais violam o princípio constitucional da publicidade, já que os cidadãos não podem presenciar as decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">“O julgamento público interessa não somente aos operadores do direito, mas ao cidadão que vai lá assistir. Se o cidadão não pode assistir ao julgamento, não se consuma o principio da publicidade”, defende Levenzon.</p>
<p style="text-align: justify;">Para minimizar a polêmica, a comissão de juristas vai propor que o julgamento tenha de ser presencial se uma das partes se manifestar contra o julgamento virtual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tecnologia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para o relator do projeto, Sérgio Barradas Carneiro, a influência da tecnologia na rotina do Judiciário é um processo sem volta e caberá ao novo CPC realizar a “travessia” para o processo eletrônico. “Hoje, ministros do Superior Tribunal de Justiça concedem habeas corpus de qualquer lugar do País por telefone. Não adianta as pessoas ficarem debatendo o processo eletrônico, é preciso que elas se preparem para essa realidade”, ressalta.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele afirma que o relatório da comissão especial deverá incorporar ao projeto de Código de Processo Civil mudanças que induzam o uso das tecnologias, resguardando as peculiaridades de algumas regiões do país mais atrasadas.</p>
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		<title>Projeto dá ao consumidor direito de cancelar contratos pela internet</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 10:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tramitação na Câmara, o Projeto de Lei 1593/11, da deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), assegura ao consumidor o direito de cancelar de imediato, via internet, sua adesão a contrato de fornecimento de produtos ou serviços. A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) e abrange planos de saúde, cartões de crédito, TV a cabo e telefonia. Pelo projeto, cabe ao fornecedor o ônus de oferecer os procedimentos de segurança que garantam a correta identificação das partes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Rose de Freitas: cancelamento deve ser gratuito e seguro. Foto: Beto Oliveira." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/2011100615049_kMED.jpg" alt="2011100615049 kMED Projeto dá ao consumidor direito de cancelar contratos pela internet projetos de lei " width="150" height="229" />Em tramitação na Câmara, o Projeto de Lei 1.593/11, da deputada Rose de Freitas (PMDB-ES), assegura ao consumidor o direito de cancelar de imediato, via internet, sua adesão a contrato de fornecimento de produtos ou serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) e abrange planos de saúde, cartões de crédito, TV a cabo e telefonia. Pelo projeto, cabe ao fornecedor o ônus de oferecer os procedimentos de segurança que garantam a correta identificação das partes.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto prevê o prazo de 120 dias, contados da sua publicação, para a lei entrar em vigor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cláusulas prejudiciais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Rose de Freitas lembra que a oferta de produtos e serviços em grande escala tem sido viabilizada pela ampla adoção dos contratos de adesão, que simplificam as negociações entre provedor e consumidor, permitindo a rápida expansão da base de usuários a custos módicos.</p>
<p style="text-align: justify;">“No entanto, os contratos de adesão contêm, com certa frequência, cláusulas prejudiciais ao consumidor, especialmente naquelas situações em que este deseje fazer o cancelamento de serviços”, critica a deputada.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela cita que esse é um dos principais motivos de reclamação junto aos órgãos de defesa do consumidor e agências reguladoras, e afeta serviços como telefonia, acesso à internet, planos de saúde, serviços bancários e oferta de cartões de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">“As cláusulas muitas vezes são mal compreendidas pelo consumidor, ensejando insatisfação com o serviço prestado e o justo desejo de cancelamento”, diz a deputada. Ela sustenta que o procedimento de cancelamento deve ser gratuito e seguro, como forma de proteger o consumidor, parte mais fraca da relação de consumo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto terá análise conclusiva das comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=509027" target="_blank">PL 1.593/2011</a></li>
</ul>
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