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	<title>Internet Legal &#187; crimes</title>
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	<description>Hackeando o Direito desde 2001</description>
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		<title>Polícia Federal inaugura sistema de radiocomunicação digital</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 17:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Polícia Federal inaugurou ontem, dia 24, em Fortaleza/CE, o seu mais novo instrumento tecnológico de ajuda para combater a criminalidade no país, o Sistema de Radiocomunicação Digital, seguro, criptografado e troncalizado, que usa a tecnologia Tetrapol IP. Esse sistema, denominado Rede Integrapol, é utilizado por órgãos de segurança pública de diversos países como a Espanha, França, México, República Tcheca, entre outros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Polícia Federal inaugura amanhã, dia 24, em Fortaleza/CE, o seu mais novo instrumento tecnológico de ajuda para combater a criminalidade no país, o Sistema de Radiocomunicação Digital, seguro, criptografado e troncalizado, que usa a tecnologia Tetrapol IP.</p>
<p style="text-align: justify;">Utilizado por órgãos de segurança pública de diversos países como a Espanha, França, México, República Tcheca, entre outros,  esse sistema, denominado Rede Integrapol, oferecerá ao DPF uma ferramenta moderna para a realização dos mais diversos tipos de operação e eventos como a Copa do mundo, os Jogos Olímpicos, proporcionando comunicação segura e agilidade nas tomadas de decisões, com as facilidades de chamadas privadas e em grupos, SMS (Short Menssage Service), acesso a banco de dados, chamadas telefônicas por meio do rádio, localização por meio de GPS.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerado um dos melhores sistemas de radiocomunicação do mundo e com tecnologia de ponta, a Rede Integrapol, possibilita o compartilhamento de sua estrutura com outras forças de segurança pública e órgãos de controle, pois a sua  arquitetura permite a inclusão de outras organizações, de forma independente e sem interferência. Quando necessário, a rede permite a fusão das comunicações entre as forças, em situações de crise ou operações conjuntas.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rede Integrapol de Radiocomunicação do DPF será constituída por 98 Estações Radio-Base (ERBs) localizadas em todas as capitais brasileiras, 120 Repetidoras Táticas em todas as Delegacias e 09 Centros de Controle, localizados nas cidades de Brasília/DF, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP, Belo Horizonte/MG, Porto Alegre/RS, Maceió/AL, Natal/RN, Belém/PA e Manaus/AM, responsáveis pelo gerenciamento técnico, tático e operacional da Rede INTEGRAPOL. Nos demais estados, existirão as Unidades Locais de Comunicação Operacional (ULCO), responsáveis pelo gerenciamento tático e operacional, a exemplo da Superintendência Regional do Estado do Ceará (SR/CE).</p>
<p style="text-align: justify;">A cidade de Fortaleza/CE receberá 03 ERBs, gerenciadas pela ULCO, localizada na SR/CE, distribuídas estrategicamente, com o objetivo de obter a maior cobertura possível dentro do município. Ressalta-se que com a implantação da Rede Integrapol em Fortaleza/CE, será possível a realização de chamadas, via rádio, para outras unidades da Federação.</p>
<p style="text-align: justify;">A Rede Integrapol está em fase de implantação em todo o território nacional com previsão de finalização para o início do ano de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">A solenidade de inauguração, acontecerá na Sede da Superintendência da Policia Federal no Ceará, às 15h30, entre os servidores, e contou com a presença do Coordenador de Tecnologia da Informação do DPF, Delegado de Policia Federal, José Povil de Souza. A apresentação do sistema para as instituições públicas, privadas, sociedade civil e imprensa, além dos servidores, ocorrerá às 17hs no Ideal Clube.</p>
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		<title>STF nega habeas corpus para traficante que tinha até site na internet</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 01:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

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		<description><![CDATA[A Segunda Turma do STF negou pedido de Habeas Corpus para réu que foi condenado à pena de 23 anos e 10 meses de reclusão em regime inicial fechado pela prática de tráfico internacional de drogas. A quadrilha tinha até site na internet para venda de entorpecentes e os remetia inclusive para o exterior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou o Habeas Corpus (HC 96937) em que a defesa de Deverson Lourenço Eamanaka pedia que lhe fosse garantido o direito de apelar em liberdade, já que ele permaneceu solto durante toda a instrução criminal. O réu foi condenado à pena de 23 anos e 10 meses de reclusão em regime inicial fechado pela prática de tráfico internacional de drogas. A prisão preventiva foi decretada na sentença como medida indispensável para a garantia da ordem pública. A quadrilha tinha até site na internet para venda de entorpecentes e os remetia inclusive para o exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a defesa, “não é legal, tão pouco lógico a decretação da prisão preventiva do paciente na fase de apelação, se este esteve solto durante todo o decorrer do processo penal, não representando perigo à sociedade, insegurança jurídica e lesão à ordem pública”. As decisões anteriores (Tribunal Regional Federal da 3ª Região e Superior Tribunal de Justiça) que negaram ao preso o direito de apelar em liberdade basearam-se na garantia da ordem pública e na patente figuração do <em>periculum libertatis</em>, ou seja, se solto, ele poderá se eximir da aplicação da sanção penal e obstruir a instrução do processo.</p>
<p style="text-align: justify;">O relator do HC, ministro Gilmar Mendes, afirmou, em seu voto, que da leitura do decreto prisional, é possível extrair inúmeros elementos e fatos concretos que justificam a necessidade da prisão preventiva em razão da periculosidade de Eamanaka.</p>
<p style="text-align: justify;">“Apenas para fins exemplificativos, arrolo o seguinte: o paciente fazia parte de estruturada e perigosa organização voltada ao tráfico internacional de entorpecentes e a comercialização ilícita de medicamentos de natureza diversa; ramificação de atividades criminosas de caráter transnacional com atuação nos EUA, vultosa capacidade financeira e elevado potencial lesivo; e probabilidade de reiteração delituosa”, enumerou o ministro relator.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua decisão, Mendes transcreve trecho em que o juiz da instrução afirma que não se trata de uma quadrilha comum, mas de “uma verdadeira empresa criminosa, de caráter transnacional, indiscutível capacidade financeira e elevado potencial lesivo, com ramificação nos Estados Unidos e alto nível de coesão, organização e eficiência de seus membros, que já atuavam há vários anos na venda de entorpecentes para pessoas do mundo inteiro”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência:</strong> <a href="http://www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=96937&amp;classe=HC&amp;origem=AP&amp;recurso=0&amp;tipoJulgamento=M" target="_blank">HC 96937</a></p>
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		<title>Polícia Federal bate recorde de prisões em flagrante por pedofilia na internet</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 23:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[pedofilia]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[pornografia infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[A Operação Tapete Persa, da Polícia Federal, bateu hoje (27) o recorde de prisões em flagrante por pedofilia na internet: foram 21, sendo 13 em SP, duas no PR e no DF e uma no RJ, ES, AL e GO. Os criminosos poderão, se condenados, permanecer por mais de 15 anos em reclusão, com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Constituição Federal. Entre os presos em flagrante estão quatro idosos e um coronel da Polícia Militar. Além das prisões, três pessoas foram indiciadas, pois não estavam no local do crime no momento em que a polícia fez a abordagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Operação Tapete Persa" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeriaimagens/images/fotos/9276/small3?p_p_id=galeria" alt=" Polícia Federal bate recorde de prisões em flagrante por pedofilia na internet especiais" width="240" height="164" />A Operação Tapete Persa, da Polícia Federal (PF), bateu hoje (27) o recorde de prisões em flagrante por pedofilia na internet: foram 21, sendo 13 em São Paulo, duas no Paraná e no Distrito Federal e uma no Rio de Janeiro, Espírito Santo, em Alagoas e Goiás.</p>
<p style="text-align: justify;">Os criminosos poderão, se condenados, permanecer por mais de 15 anos em reclusão, com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Constituição Federal. Entre os presos em flagrante estão quatro idosos e um coronel da Polícia Militar. Além das prisões, três pessoas foram indiciadas, pois não estavam no local do crime no momento em que a polícia fez a abordagem.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o chefe do Grupo Especial de Combate aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil na Internet da PF, delegado Stênio Santos Souza, foram apreendidas diversas imagens compiladas em vídeo que mostravam abusos cometidos contra crianças. Armas e drogas também foram encontradas nas casas de alguns acusados de pedofilia.</p>
<p style="text-align: justify;">“São imagens degradantes que fazem com que a gente sinta que há menos humanidade no mundo. Essa impressão é passada pela facilidade com que esse material é propagado pela internet”, disse Souza.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o delegado Marcelo Bórsio, do Grupo Especial de Combate aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil na Internet, dos 21 casos de prisão, de 25% a 30% das pessoas que portavam material pornográfico também praticavam os abusos contra crianças. “É triste falar isso, mas essas pessoas que compartilham fotos também promovem os abusos sexuais infantis”.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em 11 unidades da Federação (Alagoas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo e Distrito Federal), com a participação de mais de 400 policiais federais. A PF atuou em cooperação com a Interpol, a polícia internacional, e a Polícia Criminal de Baden-Württenberg, da Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante uma operação da polícia alemã, deflagrada em junho de 2009, foi identificado o compartilhamento de material pornográfico entre pedófilos de vários países, inclusive do Brasil. A PF foi informada dos crimes pela Interpol, no final de 2008 e já no primeiro semestre de 2009 a unidade central da PF para crimes de pedofilia iniciou investigações para identificação dos locais usados pelos suspeitos para cometimento dos crimes no Brasil.</p>
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		<title>Polícia Federal deflagra Operação Tapete Persa para combate à pedofilia</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 16:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagra nesta terça-feira, dia 27, a Operação Tapete Persa, para combate à exploração, abuso sexual e pedofilia na Internet. A previsão é que sejam cumpridos 81 mandados de busca e apreensão em nove estados (Alagoas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo) e no Distrito Federal, com a participação de mais de 400 policiais federais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Apreensão feita no Rio Grande do Sul." src="http://www7.pf.gov.br/DCS/noticias/2010/Julho/27072010_OpTapetePersaDFr.JPG" alt=" Polícia Federal deflagra Operação Tapete Persa para combate à pedofilia multimidia" width="203" height="270" />A Polícia Federal deflagra nesta terça-feira, dia 27, a Operação Tapete Persa, para combate à exploração, abuso sexual e pedofilia na Internet. A previsão é que sejam cumpridos 81 mandados de busca e apreensão em nove estados (Alagoas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo) e no Distrito Federal, com a participação de mais de 400 policiais federais.</p>
<p style="text-align: justify;">Coordenada em âmbito nacional pela Divisão de Direitos Humanos da PF, por meio do seu Grupo Especial de Combate aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil na Internet (GECOP), trata-se de uma ação de caráter internacional, em cooperação com a Interpol e a Polícia Criminal de Baden-Württenberg , localizada no sudoeste da Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a Operação Perserttepich &amp; Collection, deflagrada em junho de 2009, a polícia alemã realizou o monitoramento de redes ponto-a-ponto (P2P) na Internet, utilizadas para o compartilhamento dos mais diversos arquivos digitais, dentre eles imagens e vídeos de violência sexual contra crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O nome da operação faz alusão a um dos vídeos compartilhados pelos pedófilos, em que se notam imagens degradantes de uma criança de aproximadamente seis anos de idade sendo abusada sexualmente, tendo como pano de fundo um tapete persa, que também é o significado do vocábulo “perserttepich”, em alemão.</p>
<p style="text-align: justify;">Após realizar a varredura da rede mundial de computadores, em busca de criminosos que estariam distribuindo, compartilhando e divulgando tais materiais criminosos já conhecidos, a polícia alemã identificou milhares de usuários em todo o mundo, inclusive no Brasil, realizando a conduta ilícita.</p>
<p style="text-align: justify;">Mediante cooperação internacional, os fatos foram informados à representação da Interpol, no final do ano de 2008 e, a partir desta, chegou ao conhecimento da Divisão de Direitos Humanos da Polícia Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda no primeiro semestre de 2009, a unidade central da PF para crimes de pedofilia iniciou investigações preliminares para identificação dos locais utilizados pelos suspeitos para cometimento dos crimes no Brasil e individualização de cada um das condutas praticadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Posteriormente, mediante fundamentada autorização judicial da 12ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, e manifestação do Ministério Público Federal, a PF encaminhou para suas unidades descentralizadas os endereços dos suspeitos obtidos junto aos provedores de Internet, juntamente com a prova da materialidade delitiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir daí, foram instaurados diversos inquéritos policiais, levantamentos de inteligência e solicitados mandados de busca e apreensão, visando à deflagração conjunta da Operação Tapete Persa nos estados.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso sejam encontrados imagens ou vídeos retratando cenas de exploração ou abuso sexual, além do crime de divulgação de tais imagens na rede mundial de computadores, previsto no art. 241-A, da Lei 8069/90 (ECA), os infratores poderão ser presos em flagrante delito por posse de pornografia infantil (art. 241-B, do ECA), sem prejuízo de responsabilização criminal por outras condutas conexas e pagamento de multa.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante ressaltar que a Constituição Federal prevê, no artigo 227, a proteção integral de crianças e adolescentes como prioridade absoluta e que, somadas as penas, os criminosos poderão, se condenados, permanecer por mais de 15 anos em reclusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Será concedida entrevista coletiva às 15h, na sede da Polícia Federal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Confira o áudio da entrevista coletiva:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www7.pf.gov.br/DCS/noticias/2010/Julho/27072010_OpTapetePersadf_audio.mp3">Download audio file (27072010_OpTapetePersadf_audio.mp3)</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www7.pf.gov.br/DCS/noticias/2010/Julho/27072010_BalancoOpTapetePersaDF.html" target="_blank">Balanço parcial da operação</a></p>
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		<title>Polícia Federal prende indivíduo que trocava imagens de pornografia infantil em MG</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 21:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[IP]]></category>
		<category><![CDATA[pedofilia]]></category>
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		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>

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		<description><![CDATA[A Polícia Federal prendeu em flagrante na tarde de ontem, 19, um técnico em eletrônica, de 26 anos, por pedofilia. No momento da prisão ele estava em sua casa, em um condomínio de luxo nos arredores de Belo Horizonte, trocando imagens de crianças nuas ou em atos sexuais, pela internet. A investigação começou em março, quando a polícia norte-americana detectou um pedófilo daquele país trocando imagens com um endereço de IP localizado no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Polícia Federal prendeu em flagrante na tarde de ontem, 19, um técnico em eletrônica, de 26 anos, por pedofilia. No momento da prisão ele estava em sua casa, em um condomínio de luxo nos arredores de Belo Horizonte, trocando imagens de crianças nuas ou em atos sexuais, pela internet.</p>
<p style="text-align: justify;">A investigação começou em março, quando a polícia norte-americana detectou um pedófilo daquele país trocando imagens com um endereço de IP localizado no Brasil. As informações foram enviadas à Polícia Federal que localizou o endereço no Estado de Minas Gerais e posteriormente o local exato, em um condomínio de luxo, na rodovia BR 040, que liga Belo Horizonte ao Rio de Janeiro, município de Brumadinho.</p>
<p style="text-align: justify;">Com mandados de busca e de prisão, equipe de policiais federais foram ontem a residência, apreenderam o computador do técnico em eletrônica para perícias e prenderam o homem em flagrante.</p>
<p style="text-align: justify;">O preso foi encaminhado para o Presídio Nelson Hungria, onde ficará à disposição da Justiça respondendo pelos crimes descritos nos artigos 241a e 241b da Lei 8269/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), com penas que podem chegar a 6 anos de reclusão, mais multa.</p>
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		<title>PGE-RJ entra com ação pública alegando que Orkut virou palco de crimes</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2010/07/pge-rj-entra-com-acao-publica-alegando-que-orkut-virou-palco-de-crimes/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 13:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[falsa identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
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		<category><![CDATA[pedofilia]]></category>
		<category><![CDATA[PGE-RJ]]></category>

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		<description><![CDATA[A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro ingressou com uma ação civil pública contra o Google, provedor de acesso à rede de relacionamentos Orkut. Este site teria se tornado palco de condutas ilícitas e criminosas que caracterizariam crimes contra a honra, apologia ao crime, pedofilia, falsa identidade, dentre outros. A PGE-RJ requer, ainda, que o serviço oferecido pelo site seja interrompido e o Google sofra multa não inferior a R$ 100 mil por dia caso descumpra as medidas para adequar seu serviço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.internetlegal.com.br/?attachment_id=7157"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft size-medium wp-image-7157" style="border: 0pt none;" title="google_brasil" src="http://www.internetlegal.com.br/wp-content/uploads/2010/07/google_brasil-150x116.jpg" alt="Fonte: divulgação." width="150" height="116" /></a>A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro ingressou com uma ação civil pública contra o Google, provedor de acesso à rede de relacionamentos Orkut. Este site teria se tornado palco de condutas ilícitas e criminosas que caracterizariam crimes contra a honra, apologia ao crime, pedofilia, falsa identidade, dentre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora reconheçam que não se pode atribuir à empresa o desvirtuamento comportamental dos indivíduos que se valem do serviço por ela oferecido, os Procuradores responsáveis pelo caso destacam que não há como eximi-la da co-responsabilidade pelos delitos cometidos a partir do site de relacionamento, pois eles só ocorreriam em função de falhas na gestão do sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">“Com efeito, a empresa ré não possui qualquer mecanismo eficiente de controle do conteúdo que é inserido no sistema de comunicação via internet que desenvolveu e permanece administrando, nem tampouco qualquer sistema apto a verificar a identidade daqueles que acessam seus serviços”, defendem os Procuradores. Assim, os consumidores do serviço e até mesmo pessoas que não fazem uso dele ficariam vulneráveis, tornando-se vítimas de crimes cometidos a partir do site.</p>
<p style="text-align: justify;">Em função dos diversos prejuízos para os usuários e para a sociedade, a PGE-RJ defende a necessidade de o Google ser compelido a tomar providências para evitar que seu sistema continue a ser utilizado para o cometimento dos referidos crimes.</p>
<p style="text-align: justify;">A instituição demandou, junto à 10ª Vara de Fazenda Pública, que a empresa seja obrigada a adequar seu serviço em no máximo 120 dias, implementando medidas como:</p>
<ul>
<li>Manter o IP de criação de qualquer comunidade ou perfil e manter registros periódicos de “log” das comunidades;</li>
</ul>
<ul>
<li>Criar e manter sistemas aptos a identificar a existência de perfis, comunidades ou páginas dedicados à pedofilia, interrompendo imediatamente seu funcionamento, comunicando tal fato imediatamente ao Estado e preservando, por um ano, os “logs” realizados até então;</li>
</ul>
<ul>
<li>Criar e manter sistemas aptos a identificar (em especial por meio de ferramenta que busque palavras constantes de lista a ser fornecida e atualizada pelo Estado) a existência de perfis, comunidades ou páginas dedicados à apologia ao crime, inclusive de marcação de brigas/rixa entre torcidas de agremiações esportivas rivais, comunicando a existência ou suspeita de existência imediatamente ao Estado, viabilizando ao Estado o acesso pleno ao respectivo conteúdo, preservando, por um ano, os “logs” realizados e interrompendo seu funcionamento ou limitando seu acesso, caso assim seja determinado pelo Estado;</li>
</ul>
<ul>
<li>Criar e manter sistemas e canais de comunicação que permitam a qualquer usuário devidamente identificado, que tenha sido diretamente ofendido por conteúdo veiculado em perfis, páginas ou comunidades, requerer a supressão de tal conteúdo;</li>
</ul>
<ul>
<li>Promover ampla campanha midiática, incluindo no mínimo jornais, rádio e televisão em “horário nobre”, com o objetivo de alertar pais e responsáveis acerca dos riscos de utilização da rede mundial de computadores, e, em especial, do Orkut;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A PGE-RJ requer, ainda, que o serviço oferecido pelo site seja interrompido e o Google sofra multa não inferior a R$ 100 mil por dia caso descumpra as medidas para adequar seu serviço.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fundamentação Jurídica</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a PGE-RJ, a má utilização do Orkut representaria um risco do empreendimento assumido pela empresa, risco esse concretizado em diversos crimes exemplificados pela Procuradoria, que apresentou, em sua petição inicial, páginas do site com perfis falsos de personalidades; comunidades criadas para denegrir pessoas; algumas que fazem apologia a facções criminosas, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">A ação civil pública fundamenta-se na proteção aos consumidores, conforme estabelecido no Código de Proteção e Defesa do Consumidor, pois, embora aparentemente gratuito, o serviço prestado pelo Google por meio do Orkut gera lucros imensos, especialmente mediante a oferta de espaços publicitários virtuais.</p>
<p style="text-align: justify;">A propositura desta ação civil pública pelo Estado do Rio de Janeiro legitima-se na tutela de grupos hipossuficientes como os consumidores e as crianças, assim como da própria sociedade civil fluminense.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atualização (20/07/10):</strong> Despacho da juíza Simone Lopes da Costa, da 10ª Vara de Fazenda Pública do RJ:</p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
                lerAintegra();
// ]]&gt;</script><em>&#8220;1- Cite-se. Findo o prazo para resposta, ao MP.  Após, apreciarei o pedido de antecipação de tutela.<br />
2- Todos os dados incluídos no processo encontram-se disponíveis no  orkut, razão pela qual não há necessidade de tramitação do feito em  segredo de justiça.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência:</strong> <a href="http://srv85.tjrj.jus.br/consultaProcessoWebV2/consultaProc.do?v=2&amp;numProcesso=2010.001.206073-5&amp;FLAGNOME=S&amp;tipoConsulta=publica&amp;back=1&amp;PORTAL=1&amp;v=2" target="_blank">0228160-97.2010.8.19.0001</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Iniciativa via internet no combate ao crime no RS já teve mais de 5 mil acessos em uma semana</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2010/07/iniciativa-via-internet-no-combate-ao-crime-no-rs-ja-teve-mais-de-5-mil-acessos-em-uma-semana/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 21:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[cibercrimes]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>

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		<description><![CDATA[Um novo serviço no site oficial da Polícia Civil do RS já teve mais de cinco mil acessos em apenas uma semana de funcionamento. Através de informações repassadas pelos cidadãos que acessaram o serviço, 200 denúncias estão sendo investigadas. Lançado pelo DEIC, através da Delegacia de Polícia de Repressão a Roubos (DR), no dia 18 do mês passado, o serviço coloca na internet imagens de criminosos gravadas por circuito interno de TV de bancos e empresas que foram alvo de assaltos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um novo serviço no site oficial da Polícia Civil ( <a href="http://www.pc.rs.gov.br" target="_blank">www.pc.rs.gov.br</a> ) já teve mais de cinco mil acessos em apenas uma semana de funcionamento. Através de informações repassadas pelos cidadãos que acessaram o serviço, 200 denúncias estão sendo investigadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Lançado pelo DEIC, através da Delegacia de Polícia de Repressão a Roubos (DR), no dia 18 do mês passado, o serviço coloca na internet imagens de criminosos gravadas por circuito interno de TV de bancos e empresas que foram alvo de assaltos. Segundo o titular da DR, delegado Juliano Ferreira, a iniciativa ocorreu devido à dificuldade da polícia &#8211; em alguns crimes &#8211; em identificar e localizar os criminosos.</p>
<p style="text-align: justify;">A corporação pesquisou novas alternativas de identificação de imagem, inclusive em sites de outras polícias, nacionais e internacionais. O usuário deve acessar a direita da tela, a seção PARTICIPE, no banner AUXILIE A POLÍCIA. Todas as informações prestadas &#8211; tanto pelas empresas, como pelos cidadãos &#8211; são sigilosas. A intenção é colocar à disposição o maior número de imagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, o serviço da DR, hospedado na página oficial da instituição, poderá ser usado para a divulgação de imagens de suspeitos envolvidos em outros tipos de crimes, especialmente em casos de maior repercussão.</p>
<p style="text-align: justify;">O delegado Ranolfo Veira Júnior salienta também a importância da instalação, neste ano, da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI), comandada pelo delegado Émerson Wendt, que também é diretor da Divisão de Assessoramento Especial do DEIC e coordena o Curso de Inteligência Policial na Academia de Polícia Civil (Acadepol).A Delegacia é pioneira no Estado na investigação de crimes cibernéticos e recebe denúncias de todo o Brasil, alinado-se aos poucos Estados que possuem tal órgão nas estruturas da Polícia Civil.</p>
<p style="text-align: justify;">Vieira Júnior ressalta ainda a expectativa &#8211; em razão de curso de formação em andamento para mais de 800 Delegados, Inspetores e Escrivães &#8211; da futura instalação da Delegacia do Meio Ambiente (DEMA) e da 2ª DHD &#8211; Delegacia de Homicídios, que deverão acrescentar uma maior agilidade ao Departamento.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Polícia Civil gaúcha cria delegacia pioneira em crimes virtuais</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2010/07/policia-civil-gaucha-cria-delegacia-pioneira-em-crimes-virtuais/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 14:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[DRCI-RS]]></category>
		<category><![CDATA[fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[Orkut]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Com os números de fraudes na internet cada vez mais frequentes e maiores - aumento de 6.513% no País entre 2004 e 2009 - a Polícia Civil gaúcha inovou e criou uma delegacia especializada em investigar crimes cibernéticos. Pioneira no Estado, a Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) tem como titular o delegado Émerson Wendt, e está ligada ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Delegado Emerson Wendt" src="http://a3.twimg.com/profile_images/433767433/Emerson_Wendt.jpg" alt="Emerson Wendt Polícia Civil gaúcha cria delegacia pioneira em crimes virtuais justica 2 0" width="116" height="180" />Com os números de fraudes na internet cada vez mais frequentes e maiores &#8211; aumento de 6.513% no País entre 2004 e 2009 &#8211; a Polícia Civil gaúcha inovou e criou uma delegacia especializada em investigar crimes cibernéticos. Pioneira no Estado, a Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) tem como titular o delegado Émerson Wendt (foto), e está ligada ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC).</p>
<p style="text-align: justify;">Criada em 2006 e instalada neste ano, a DRCI recebe denúncias de todo o Brasil e é uma das pioneiras no país nesse tipo de investigação. Wendt alerta que os crimes mais praticados na internet são as fraudes bancárias, estelionatos, crimes contra a honra (calúnia, injúria e difamação) e ameaças. Segundo ele, o Orkut (Rede social mais utilizada no Brasil), ainda é um grave vetor de crimes virtuais no País. De acordo com policial, os suspeitos de cometerem fraudes informáticas são identificados através de investigação especializada, que passa por pesquisas especiais, além de ordens judiciais cumpridas pelos provedores de serviço da internet. O delegado diz que as investigações são realizadas logo que chegam ao seu domínio, pesquisando por resoluções de nomes de domínio, por hospedagem de páginas e também a origem de e-mails.</p>
<p style="text-align: justify;">Como forma de prevenção a estes crimes, o titular da DRCI aconselha que as pessoas desconfiem de todos os e-mails desconhecidos com links não confiáveis, que usem sistema operacional original atualizado com antivírus de proteção residente. Quando se tratar de um e-mail bancário, a pessoa deve se dirigir à agência e comunicar o fato para que saiba se conteúdo é verdadeiro ou não. Conforme Wendt, que pretende transformar a DRCI em referência nacional, é necessário existir delegacias especializadas em crimes cibernéticos devido ao grande uso da internet e os diversos crimes cometidos nela atualmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Denúncias podem ser realizadas pela web</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O delegado Émerson Wendt também é diretor da Divisão de Assessoramento Especial do DEIC e coordena o curso de Inteligência Policial, na Academia de Polícia Civil (Acadepol). Ainda dirige o blog <a href="http://www.emersonwendt.com.br/" target="_blank">www.emersonwendt.com.br</a>, também voltado a crimes pela internet, e dá palestras para o segmento da segurança e sociedade em geral. As denúncias podem ser feitas através do email <a href="mailto:drci@pc.rs.gov.br" target="_blank">drci@pc.rs.gov.br</a>, pelo Twitter (<a href="http://www.twitter.com/drci_rs" target="_blank">www.twitter.com/drci_rs</a>) e, conforme Wendt, a delegacia planeja uma página de denúncias online que será disponibilizada à população.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comissão de lan houses apresenta projeto de lei até 20 de maio</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2010/04/comissao-de-lan-houses-apresenta-projeto-de-lei-ate-20-de-maio/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 01:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>
		<category><![CDATA[proteção]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente da Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital (lan houses), deputado Paulo Teixeira (PT-SP), adiantou hoje em audiência pública que o relator do colegiado, deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), vai apresentar no próximo dia 20 de maio a primeira versão de um projeto de lei que regulamenta esse tipo de estabelecimento no País. Na data, a comissão realiza nova audiência em São Paulo e, no dia seguinte, no Rio de Janeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Segundo Paulo Teixeira (C), nova legislação deverá ter incentivos fiscais para lan houses. Foto: Janine Moraes." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20100427171126_20100427_917JMMED.jpg" alt="20100427171126 20100427 917JMMED Comissão de lan houses apresenta projeto de lei até 20 de maio projetos de lei" width="206" height="135" />O presidente da Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital (lan houses), deputado Paulo Teixeira (PT-SP), adiantou hoje em audiência pública que o relator do colegiado, deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), vai apresentar no próximo dia 20 de maio a primeira versão de um projeto de lei que regulamenta esse tipo de estabelecimento no País. Na data, a comissão realiza nova audiência em São Paulo e, no dia seguinte, no Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Teixeira antecipou que a nova legislação deverá prever uma base tributária pequena para as lan houses, assim como incentivos fiscais na compra de softwares e equipamentos. &#8220;Devemos dar maior formalidade, regularidade e incentivo a esse tipo de atividade&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente adiantou também que a proposta deverá tratar da localização das lan houses, que hoje, segundo algumas leis municipais, devem ficar a uma distância mínima de um quilômetro das escolas. A ideia é uniformizar a regra em todo o País. De acordo com o deputado, a proposta deve ainda garantir às lan houses nas conexões à internet de banda larga. &#8220;Já que há muitas legislações restritivas, vamos na direção do fim dessas restrições. Também vamos buscar resolver o problema da frequência de crianças e adolescente [a esses locais]&#8220;, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Incentivos à atividade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O coordenador do Programa de Inclusão Digital da Presidência da República, Cezar Alvarez, ressaltou que, na regulamentação, o projeto deve qualificar as lan houses, hoje consideradas casas de jogos. &#8220;É consenso em vários estudos que as lan houses são espaços sociais e culturais e de inclusão digital. Portanto, a atuação do Poder Público deve ser para qualificar esses espaços, em áreas como educação, formação de redes, prestação de serviços em geral e suporte a serviços públicos&#8221;, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Alvarez, apenas 1% das lan houses é completamente regular. Para ele, uma das causas do grande número de estabelecimentos irregulares pode ser o alto custo dos processos de legalização, que, de acordo com o coordenador, chegam a 10% dos custos totais dos empreendimentos. &#8220;Por isso, o governo tem de oferecer parcerias e benefícios, como financiamentos do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], uso do vale-cultura nesse espaços, incentivos e subsídios&#8221;, argumentou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Classificação das lan houses<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cesar Alvarez anunciou na audiência pública que as lan houses terão nova classificação adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como são considerados casas de jogos, esses estabelecimentos têm o processo de legalização dificultado, pois é necessário um alvará do Juizado de Menores para funcionarem. Esse alvará, segundo representantes do setor, dura apenas 180 dias e pode demorar até 28 meses para ser expedido. Com essa classificação, as lan houses também não conseguem benefícios tributários e fiscais concedidos a outras atividades econômicas.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Alvarez, a reclassificação já foi aprovada pelo Ministério da Fazenda e deve ser adotada nos próximos dias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Proteção a crianças e adolescentes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O delegado da Polícia Federal responsável pela unidade de repressão aos crimes cibernéticos, Carlos Eduardo Miguel Sobral, também reconheceu a importância das lan houses, mas defendeu a adoção de medidas de proteção a crianças e adolescentes e de combate a crimes virtuais. Ele sugeriu, por exemplo, que a nova lei determine modificações nos computadores a serem utilizados por crianças, de forma que haja controle do acesso a conteúdos impróprios.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Sobral, também poderiam ser adotados programas que registrem os sites navegados pelas crianças. Os dados, dessa forma, ficariam disponíveis para os pais por um período determinado. &#8220;Seria possível ainda condicionar o acesso de crianças à internet em lan houses a cadastramento e autorização dos pais&#8221;, propôs.</p>
<div id="tituloNoticia" style="text-align: justify;">
<div id="conteudoNoticia">
<p>Sobral lembrou que o Brasil é um  dos maiores distribuidores de pornografia infantil na internet. Segundo  ele, o País consta frequentemente em quarto ou quinto lugar na lista de  países com maiores índices de registros desse tipo de crime. Segundo ele, também é alto o índice de fraudes bancárias pela  internet, citando que os prejuízos para o setor causados por essas  irregularidades chegam a R$ 500 milhões por ano. Para o delegado,  contudo, o País conta com uma legislação &#8220;muito avançada&#8221; sobre o tema.</p>
<p><strong>Criminalidade de alta tecnologia</strong></p>
<p>O delegado destacou que as novas modalidades de crimes que surgiram  com a criação da internet são um grande problema enfrentado pelo País.  Ele citou a &#8220;criminalidade de alta tecnologia&#8221;, ou seja, condutas que  colocam em risco sistemas de transportes, comunicação ou energia. &#8220;São  ações isoladas, mas que, se alcançado o objetivo, têm consequências  enormes&#8221;.</p>
<p>Sobral citou ainda ações como o acesso indevido a dados pessoais e o  chamado &#8220;ataque de negação de serviço&#8221; &#8211; quando alguém intencionalmente  interrompe a operação de uma empresa que oferece produtos ou serviços  pela internet. Para ele, é fundamental a tipificação desses delitos para  que haja punição. &#8220;Outra demanda urgente é o desenvolvimento de  procedimentos. Se não houver como chegar de forma rápida ao criminoso,  em um ambiente em que a internacionalidade é a regra, a chance de  encontrá-lo é muito pequena&#8221;, acrescentou.</p>
</div>
<p><strong>Câmara lança comunidade virtual<br />
</strong></p>
</div>
<div id="conteudoNoticia" style="text-align: justify;">
<p>A Câmara lançou hoje comunidade virtual  para discutir normas para as lan houses. De acordo o presidente do  colegiado, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), já foram cadastrados mais de  mil interessados em participar da consulta pública aos projetos em  discussão. Segundo o relator, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), trata-se  do maior número de participantes nesse tipo de debate virtual na Câmara.</p>
<p>A comunidade das lan houses tem como objetivo principal reunir todos  os grupos de interesses relacionados ao tema: donos de estabelecimentos,  ONGs, setor público e usuários. O espaço virtual servirá para trocar  experiências e compartilhar conhecimentos a fim de contribuir com  sugestões e propostas para a elaboração da política de regulamentação do  tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulo Teixeira afirmou que a iniciativa deve permitir a elaboração de  uma proposta legislativa por meio da participação popular digital.  &#8220;Nosso objetivo é construir uma regra nacional que classifique as lan  houses como centros de inclusão digital popular&#8221;, explicou. A comunidade  virtual ficará disponível no portal <a href="http://www.edemocracia.gov.br/" target="_blank">e-Democracia</a>.</p>
<div id="proposicao">
<p><strong>Referência:</strong> <a href="http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/webcamara/arquivos/recentes/videoArquivo?codSessao=00016731" target="_blank">Íntegra em vídeo da audiência pública da Comissão Especial</a></p>
<p><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=268907" target="_blank">PL 4.361/04</a></li>
</ul>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Câmara analisa mais de 100 projetos para regular internet</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2010/04/camara-analisa-mais-de-100-projetos-para-regular-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 11:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[FUST]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>
		<category><![CDATA[telefonia]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente, há mais de 100 projetos que tramitam na Câmara e no Senado sobre a internet. As propostas tratam de assuntos diversos, como ampliação da internet em banda larga no país, regulamentação de lan houses, crimes cometidos por meio da internet, compartilhamento de arquivos digitais e comércio eletrônico. Os mais recorrentes são os que tratam do uso da rede para acesso a serviços públicos ou divulgação de informações de órgãos públicos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Atualmente, há mais de 100 projetos que  tramitam na Câmara e no Senado sobre a internet. As propostas tratam de  assuntos diversos, como ampliação da internet em banda larga no país,  regulamentação de lan houses, crimes cometidos por meio da internet,  compartilhamento de arquivos digitais e comércio eletrônico. Os mais  recorrentes são os que tratam do uso da rede para acesso a serviços  públicos ou divulgação de informações de órgãos públicos.</p>
<div id="conteudoNoticia" style="text-align: justify;">
<p><strong>Ampliação do acesso</strong></p>
<p>A principal proposta em tramitação é o PL <a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/116479.html" target="_blank">1.481/07</a>,  do senador Aloisio Mercadante (PT-SP), que altera a Lei 9.998/00, que  criou o Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust), para  permitir que os recursos do fundo possam ser utilizados para a ampliação  da banda larga no Brasil. Hoje o Fust só pode ser utilizado para  universalizar serviços de telefonia fixa. Prioritário para a  concretização do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) em discussão pelo  Poder Executivo, o projeto aguarda votação pelo Plenário da Casa.</p>
<p>Outra proposta sobre a democratização do acesso à banda larga em  análise na Câmara é o Projeto de Lei <a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/COMUNICACAO/144821-INTERNET-POR-TELEFONE-PODERA-TER-TARIFA-MAIS-BAIXA.html" target="_blank">6382/09</a>,  o senador Romero Jucá (PMDB-RR). A proposta obriga as concessionárias  de serviços de telecomunicações a aplicar tarifa de ligações locais ao  serviço de internet discada feito por meio de interubanos. Pela  proposta, a medida beneficiará apenas os municípios desprovidos de  provedores de acesso.</p>
<p>O projeto, que tramita conjuntamente com outras quatro propostas, já  foi aprovado no Senado e aguarda votação na Comissão de Ciência,  Tecnologia, Comunicação e Informática.</p>
<p><strong>Crimes </strong></p>
<p>Outro projeto importante é o PL 84/99, do ex-deputado Luiz Piauhylino,  que tipifica crimes cometidos com o uso da internet. O projeto foi  aprovado pela Câmara em 2003. A Câmara analisa agora mudanças feitas  pelo Senado na proposta. A matéria ainda depende de acordo para a  votação. Em 2009, o Ministério da Justiça pediu à Câmara para suspender a  votação do PL 84/99. O objetivo, de acordo com o governo, seria evitar  que o debate sobre a regulamentação da internet ficasse centrado apenas  nos crimes digitais.</p>
<p>O relator do PL 84/99 na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação  e Informática, deputado Júlio Semeghini (PSDB-S), pretende se reunir  com representantes do Ministério da Justiça nos próximos dias para  debater o ponto mais polêmico da proposta: o armazenamento de logs  (registros) de acesso pelos provedores de internet. &#8220;Estava esperando  para ver o tratamento que seria dado pelo governo à questão no marco  regulatório civil antes de apresentar meu substitutivo&#8221;, explica  Semeghini.</p>
<p>O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) acredita que, com a solução dada  pelo governo sobre a guarda de logs no anteprojeto do marco civil será  possível votar o projeto que tipifica os crimes cometidos com o uso da  rede. &#8220;Agora é possível limitar o escopo do PL 84/99, que deve tratar  apenas de crimes específicos, como destruição de dados, roubos  eletrônicos, clonagem de cartões&#8221;, afirma.</p>
<p>Outros sete projetos de lei relativos à internet serão analisados  pela Comissão Especial destinada a proferir parecer ao PL 5.403/01, do  Senado Federal, que obriga os provedores a manter registradas todas as  conexões realizadas pelos seus usuários pelo período mínimo de um ano. A  comissão foi criada em 2008 e aguarda instalação. O PL 5.431/01, e os  seis projetos apensados a ele, visa solucionar o problema da  identificação do usuário em caso de utilização ilícita da rede,  cometidas, em geral, pelos chamados  hackers.</p>
<p><strong>Lan houses</strong></p>
<p>Nove projetos relativos à internet estão sendo analisados conjuntamente  pela Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital (lan houses). O  principal deles é o PL <a href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITOS-HUMANOS/60379-CONTROLE-DE-DIVERSAO-ELETRONICA-PODERA-SER-MODIFICADO.html" target="_blank">4.361/04</a>,  do ex-deputado Vieira Reis (PMDB-RJ), que exige a classificação  indicativa de jogos eletrônicos e o cadastro dos usuários de internet  nas lan houses. Oito projeto foram apensados à proposta.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da comissão, deputado Paulo Teixeira, pretende trabalhar  para trazer as lan houses para a legalidade e para reclassificar a  atividade dessas casas na Classificação Nacional de Atividades  Econômicas, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e  Estatística (IBGE). O objetivo é permitir que as lan houses possam  receber incentivos públicos. Atualmente, esses estabelecimentos são  classificados como casas de jogos de diversão, o que os impede de  receber uma série de benefícios tributários e fiscais.</p>
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