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	<title>Internet Legal &#187; inclusão digital</title>
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	<description>Hackeando o Direito desde 2001</description>
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		<title>Projeto torna obrigatória acessibilidade em computadores com isenção fiscal</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 15:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[informática]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara analisa o Projeto de Lei 1.569/11, do deputado Hugo Motta (PMDB-PB), que torna obrigatórios dispositivos de acessibilidade em produtos de informática beneficiados pela Lei do Bem (11.196/05). Essa lei concede isenção de impostos a computadores, impressoras, roteadores e outros equipamentos que sejam classificados pelo Ministério da Fazenda como produtos que contribuem para a inclusão digital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Hugo Motta: programas de inclusão digital não podem excluir deficientes visuais. Foto: Saulo Cruz." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20110808143140_bMED.jpg" alt="20110808143140 bMED Projeto torna obrigatória acessibilidade em computadores com isenção fiscal projetos de lei " width="229" height="150" />A Câmara analisa o Projeto de Lei 1.569/11, do deputado Hugo Motta (PMDB-PB), que torna obrigatórios dispositivos de acessibilidade em produtos de informática beneficiados pela Lei do Bem (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11196.htm" target="_blank">11.196/05</a>). Essa lei concede isenção de impostos a computadores, impressoras, roteadores e outros equipamentos que sejam classificados pelo Ministério da Fazenda como produtos que contribuem para a inclusão digital.</p>
<p>Pela proposta, será obrigatória a inclusão, nesses eletrônicos, de sistemas que os tornem acessíveis aos portadores de deficiência visual: teclado em braile, fone de ouvido, microfone, programas de leitor de tela e de aumento de caracteres.</p>
<p>Hugo Motta justifica que um programa de inclusão digital patrocinado pelo governo não pode excluir cerca de dois milhões de brasileiros portadores de algum tipo de deficiência visual.</p>
<p>O projeto estabelece prazo de 120 dias para que a indústria se adapte à norma.</p>
<p><strong>Tramitação</strong></p>
<p>A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=508804" target="_blank">PL 1.569/2011</a></li>
</ul>
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		<title>Câmara aprova regulamentação das lan houses para universalizar acesso à internet</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2011/04/camara-aprova-regulamentacao-das-lan-houses-para-universalizar-acesso-a-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 00:23:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>

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		<description><![CDATA[O Plenário aprovou, nesta terça-feira, o Projeto de Lei 4.361/04, que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses e prevê sua participação em parcerias com os governos para o desenvolvimento de atividades educacionais, culturais e de utilidade pública. A matéria será analisada ainda pelo Senado. Se o projeto virar lei, as lan houses passarão a ser definidas como centros de inclusão digital (CID), que apresentam interesse social para a universalização do acesso à internet, além de prestadoras de serviços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Relator do projeto, Otavio Leite destacou que grande parte dos jovens acessam a internet em lan houses. Foto: Diógenis Santos." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20110419204828_20110419dspn45MED.jpg" alt="20110419204828 20110419dspn45MED Câmara aprova regulamentação das lan houses para universalizar acesso à internet projetos de lei especiais " width="206" height="135" />O Plenário aprovou, nesta terça-feira, o Projeto de Lei 4.361/04, que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses e prevê sua participação em parcerias com os governos para o desenvolvimento de atividades educacionais, culturais e de utilidade pública. A matéria será analisada ainda pelo Senado.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto aprovado é o de uma emenda do relator, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ). São previstas parcerias entre os governos municipais, estaduais e federal para ampliar o acesso à internet por meio de programas de complementação pedagógica.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o projeto virar lei, as lan houses passarão a ser definidas como centros de inclusão digital (CID), que apresentam interesse social para a universalização do acesso à internet, além de prestadoras de serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das emendas incluídas no texto, de autoria da deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), prevê a garantia de acessibilidade a pessoas com deficiência, na forma de um regulamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Leite, a realidade brasileira revela que o acesso à internet está caracterizado pelas lan houses. Estima-se que existam hoje aproximadamente 108 mil lan houses em todo o Brasil, e 45% do total de usuários acessam a internet nesses estabelecimentos. Nas classes D e E, esse número sobe para 74%.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na faixa etária de menores de 16 anos, 60% dos que acessam a internet o fazem por meio de uma lan house, por isso não podemos estabelecer restrições para esse grupo&#8221;, explicou o relator, que rejeitou propostas de proibir os jovens de frequentar essas casas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conteúdos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o texto aprovado, as lan houses deverão possuir softwares que orientem e alertem menores de 18 anos sobre o acesso a jogos eletrônicos não recomendados para sua idade, respeitando a classificação indicativa do Ministério da Justiça. Isso valerá também para sites pornográficos e afins.</p>
<p style="text-align: justify;">Os equipamentos também terão de possuir programas que garantam a inviolabilidade dos dados pessoais do usuário e do conteúdo acessado, salvo no caso de ordem da Justiça para investigação.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas regras deverão aparecer na tela inicial de cada computador e seu descumprimento pela lan house implicará o descredenciamento automático de programas públicos de apoio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Educação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para viabilizar o acordo de aprovação do projeto, Otavio Leite retirou dispositivo que permitia aos governos contabilizarem os recursos usados nessas parcerias para o alcance dos percentuais mínimos previstos na Constituição para aplicar na educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra emenda aprovada, defendida pelo PPS, prevê que as lan houses registrem o nome e a identidade dos usuários. Inicialmente, o partido pretendia que o endereço também fosse anotado e estabelecia punições para as casas que não cumprissem a regras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Linha de crédito</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os serviços que podem ser oferecidos pelas lan houses estão o acesso a programas de pesquisa e estudo e a conexão com instituições públicas para o cumprimento de obrigações legais e exercício da cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">Para estimular a atualização tecnológica das lan houses, o projeto aprovado estabelece prioridade em linhas especiais de financiamento para compra de computadores. Isso se aplica, por exemplo, a bancos públicos como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto do projeto permite a municípios e organizações representativas das lan houses instituir selos de qualidade com o objetivo de incentivar a melhoria do serviço prestado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Internet popular</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo de cooperação entre governo e iniciativa privada, Otavio Leite cita o projeto Centro de Internet Popular, da prefeitura de Estância (SE).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o relator, ao todo são 21 estabelecimentos nos quais os alunos da rede pública municipal podem acessar gratuitamente a internet por meio de um tíquete distribuído pela prefeitura que dá direito a seis horas mensais – cinco para pesquisas escolares e uma para entretenimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contrapartida, os donos de lan houses participantes do programa devem oferecer um projeto pedagógico que possa transformar esses estabelecimentos em ambientes de aprendizagem.</p>
<p><strong>Inclusão digital</strong></p>
<div id="conteudoNoticia">
<p style="text-align: justify;">O Projeto de Lei 4.361/04 recebeu amplo apoio dos deputados nesta terça-feira. A grande maioria dos que se manifestaram destacou a necessidade de se ampliar o acesso à internet como forma de facilitar o acesso a informação e a serviços públicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a iniciativa vai unificar a legislação e facilitar o acesso ao conhecimento das pessoas de classes sociais mais baixas. “As lan houses têm papel até de promover a alfabetização digital. O mundo se comunica pela internet e quem não tem computador precisa desses espaços para se comunicar”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Alessandro Molon (PT-RJ) também elogiou a proposta e destacou que essas casas são locais de inclusão digital para a população das classes D e E, “onde podem fazer seus estudos, inscrever-se para concursos e, em alguns locais, fazer matrícula para a rede pública de ensino”.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) disse que em vilas e favelas brasileiras as lan houses são “pontos de informação” para a juventude. Ele destacou o trecho do projeto que concede prioridade aos centros para a compra de computadores ofertados pelo governo federal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mudança de enfoque</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) elogiou a “mudança no enfoque” que o tema sofreu desde que o assunto começou a ser debatido na Câmara. “Antes, o enfoque era restritivo, mas agora há o estímulo por causa do imenso potencial de desenvolvimento pessoal das crianças que têm as lan houses”, comparou.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns deputados, como Anthony Garotinho (PR-RJ), manifestaram preocupação com o fato de o relator, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), não ter acatado uma mudança na redação do projeto relativa à restrição, aos menores de 18 anos, do acesso a jogos eletrônicos não recomendados para sua faixa etária. “A palavra correta que deve ser incluída é ‘alertar’ no lugar de ‘orientar’ [os jovens a não acessarem esses sites]”, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">Também houve quem alertasse sobre os riscos de crimes cibernéticos cometidos nesses locais, e essa preocupação levou o PV a ameaçar derrubar a sessão. Com isso, Otavio Leite incluiu no seu texto a necessidade de os estabelecimentos registrarem o nome e o número da identidade do usuário.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=268907" target="_blank">PL 4.361/2004</a></li>
</ul>
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		<title>Acesso à internet pode ser incluído como direito social na Constituição</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 15:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>

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		<description><![CDATA[A inclusão digital poderá ser inserida na lista de direitos sociais estabelecida pela Constituição Federal. O precário acesso à internet constatado entre estudantes pobres, negros e moradores de regiões menos desenvolvidas do país motivou o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) a enfrentar essa realidade por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC 6/11), em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="aligncenter" style="border: 0pt none;" src="http://www.senado.gov.br/noticias/inc/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=312873" alt=" Acesso à internet pode ser incluído como direito social na Constituição projetos de lei " width="500" height="324" title="Acesso à internet pode ser incluído como direito social na Constituição photo foto" /></p>
<p style="text-align: justify;">A inclusão digital poderá ser inserida na lista de direitos sociais estabelecida pela Constituição Federal. O precário acesso à internet constatado entre estudantes pobres, negros e moradores de regiões menos desenvolvidas do país motivou o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) a enfrentar essa realidade por meio de uma proposta de emenda à Constituição (<a href="http://www.senado.gov.br/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=99334" target="_blank">PEC 6/11</a>), em tramitação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de registrar avanços em suas redes de telecomunicações, o Brasil ocupava, em 2008, a 69ª posição entre 193 países com acesso à internet listados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT). Bem atrás de países como Austrália, Holanda, Suécia e Islândia, onde 70% a 90% da população se conectam à rede mundial de computadores, o Brasil &#8211; com apenas 17,2% de sua população, à época, inserida no mundo virtual &#8211; também perdia posição em relação aos vizinhos Argentina (17,8%), Uruguai (20,6%) e Chile (28,9%).</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O pior é que essa média baixa de inclusão digital encobre desigualdades extremas&#8221;, alerta Rollemberg na justificação da PEC.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa advertência encontrou respaldo no estudo &#8220;Lápis, Borracha e Teclado&#8221;, realizado pelo pesquisador Julio Jacobo Waiselfisz em 2007. O levantamento apurou que, entre os 10% mais pobres, apenas 0,6% tinham acesso a computador com internet, índice que alcançava 56,3% entre os 10% mais ricos. Na análise por raça, constatou que apenas 13,3% dos negros usavam a internet, realidade presente entre 28,3% dos brasileiros brancos. As disparidades regionais também se reproduzem nessa área. Enquanto o índice de acesso à rede mundial de computadores chegava a 26,6% no Sul,limitava-se a 11,9% no Nordeste.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo citado mostrou ainda &#8211; assinala Rollemberg &#8211; profundas desigualdades no ambiente escolar. Revelou, por exemplo, uma distância expressiva na inclusão digital entre alunos do ensino médio público (37,3%) e privado (83,6%). O parlamentar teme que esse cenário possa comprometer o futuro do país ao reduzir as oportunidades educacionais, sociais e profissionais dos brasileiros vitimados por esse &#8220;apartheid digital&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O desfrute de muitos direitos do cidadão, como o da informação, o da educação, o do trabalho e o da remuneração digna, depende cada vez mais do acesso às novas tecnologias de informação e comunicação. Daí a necessidade de incluir tal acesso como um direito constitucional&#8221;, afirma Rollemberg.</p>
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		<title>Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara aprovou 42 projetos em 2010</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2011/01/comissao-de-ciencia-e-tecnologia-da-camara-aprovou-42-projetos-em-2010/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 12:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[PNBL]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática votou 60 projetos de lei em 2010, 3 projetos de decreto legislativo (PDCs) e 621 atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão (TVRs). Dos 60 projetos, 42 foram aprovados e 18 rejeitados. Foram aprovados projetos que beneficiam usuários de telefonia e que incentivam a adoção de software livre no serviço público. Comissão também debateu temas como a ampliação do acesso à internet.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Eunício Oliveira: é preciso garantir mais segurança para os usuários da internet. Foto: Brizza Cavalcante." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20101118155644_eMED.jpg" alt="20101118155644 eMED Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara aprovou 42 projetos em 2010 projetos de lei " width="150" height="229" />A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática votou 60 projetos de lei em 2010, 3 projetos de decreto legislativo (PDCs) e 621 atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão (TVRs). Dos 60 projetos, 42 foram aprovados e 18 rejeitados. Já os três PDCs foram aprovados, assim como todos os TVRs.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os projetos aprovados que merecem destaque está o PL 2.269/99, do deputado Walter Pinheiro (PT-BA), que dá preferência à utilização de programas abertos (softwares livres) nos órgãos da administração pública. O texto define software livre como aquele que garante a qualquer usuário, sem custos adicionais, a execução do programa para qualquer fim; a redistribuição de cópias; o estudo de seu funcionamento; e o acesso ao código fonte.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra medida aprovada é a determinação de que as autorizações para exploração do serviço de radiodifusão comunitária sejam outorgadas exclusivamente a entidades constituídas há pelo menos dois anos (PL 6.761/10, do Senado). A lei atual (9.612/98) permite a exploração desse serviço por instituições sem fins lucrativos, sediadas na comunidade para a qual pretende prestar o serviço e dirigidas por brasileiro nato ou naturalizado há mais de dez anos, exigências que foram mantidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ligação gratuita<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os deputados da comissão também aprovaram projeto que proíbe a cobrança de ligações telefônicas para os serviços de atendimento ao consumidor destinadas a reclamações ou pedidos de informações sobre produtos ou serviços (PL 6.704/06, do Senado). Segundo o texto, será de responsabilidade das empresas (e não dos consumidores) o pagamento desses dois tipos de ligação. A proposta exclui dessa obrigação as microempresas e empresas de pequeno porte.</p>
<p style="text-align: justify;">A comissão aprovou ainda o PL 5.170/09, do deputado Antônio Carlos Chamariz (PTB-AL), que proíbe a cobrança de adicional de deslocamento (roaming) nos serviços de telefonia móvel quando o serviço for prestado na rede da mesma empresa. A cobrança é autorizada apenas quando o serviço de roaming for prestado por empresa de grupo diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os projetos aprovados pela Comissão de Ciência e Tecnologia ainda serão votados por outras comissões da Câmara.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acesso à internet<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além de votar projetos, a comissão realizou audiências públicas para debater temas como o Plano Nacional de Banda Larga e a reativação da Telebrás, o marco civil da internet e a polêmica envolvendo a participação de capital estrangeiro nos portais da internet que veiculam conteúdo jornalístico.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE) (foto), disse que a comissão precisa continuar trabalhando para que a ampliação do acesso à internet venha acompanhada de regulamentação que garanta mais segurança aos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A inclusão digital pode significar a oferta para a população brasileira de uma ferramenta importante para o exercício da cidadania, mas ela precisa ser confiável, sem ferir a liberdade de expressão e de informação. A internet precisa dar segurança jurídica e garantir que as pessoas exerçam seus direitos, mas também possam ser responsabilizadas pelos seus atos&#8221;, afirmou o presidente da comissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Oliveira também destacou a implantação do sistema de pauta eletrônica na comissão, iniciativa pioneira na Câmara, como um marco importante na sua gestão. Segundo o parlamentar, além de agilizar e facilitar o acompanhamento das proposições pelos deputados, o novo sistema vai permitir uma economia significativa de papel, reforçando o compromisso com o meio ambiente.</p>
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		<title>Prioridades do Ministério das Comunicações já tramitam na Câmara</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 12:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[FUST]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[PNBL]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas das propostas consideradas prioritárias pelo novo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, já tramitam na Câmara. São elas a Medida Provisória 517/10 e o Projeto de Lei 1.481/07, que altera o Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust). Segundo o ministro, a aprovação das duas propostas é necessária para a implementação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) - a principal prioridade do ministério.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Plano Nacional de Banda Larga depende da aprovação de duas propostas já em tramitação. Foto: TJTO." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20100616103853_compMED.jpg" alt="20100616103853 compMED Prioridades do Ministério das Comunicações já tramitam na Câmara projetos de lei " width="229" height="153" />Duas das propostas consideradas prioritárias pelo novo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, já tramitam na Câmara. São elas a Medida Provisória 517/10 e o Projeto de Lei 1.481/07, que altera o Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust). Segundo o ministro, a aprovação das duas propostas é necessária para a implementação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) &#8211; a principal prioridade do ministério.</p>
<p style="text-align: justify;">A MP 517/10 estende os benefícios do programa “Computador para Todos” para os modens e exonera de IPI os bens de telecomunicações desenvolvidos no país. Já o PL 1.481/10, que aguarda votação pelo Plenário, permite que o Fust seja usado para a massificação da internet de banda larga. A aprovação do projeto também foi defendida, no discurso de posse, pelo novo ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que é o autor da proposta.</p>
<p style="text-align: justify;">O líder do DEM na Câmara, deputado Paulo Bornhausen (SC), apoia o plano de massificação da banda larga e manifestou disposição em retomar as negociações para a aprovação do PL 1481/07. “A utilização do Fust é fundamental para universalizar a banda larga”. Porém, ele discorda da reativação da empresa pública Telebrás, prevista no PNBL. “A experiência mostra que o Estado faz de forma mais cara, mais devagar e não atende a todos”. Ele defende parcerias público-privadas e afirma que o Estado não deve ser executor, mas apenas indutor de políticas públicas para a inclusão digital.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Walter Pinheiro (PT-BA) – que foi eleito senador para a próxima legislatura – destaca que a massificação das novas tecnologias é essencial, pois a universalização do serviço de telefonia não é suficiente para promover a inclusão digital da população.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rádios comunitárias</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outra prioridade citada pelo ministro Paulo Bernardo em seu discurso de posse &#8211; o fortalecimento das rádios comunitárias – também é objeto de várias propostas na Câmara. Em dezembro, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou projeto que descriminaliza as operações de rádios comunitárias – ou seja, retira da esfera penal a forma de punir as infrações cometidas e estabelece sanções administrativas pelo mau uso do serviço. O texto aprovado é um substitutivo do deputado Fernando Marroni (PT-RS) ao PL 4.549/98, do ex-deputado Salvador Zimbaldi. O substitutivo do relator tomou por base o PL 4.573/09, do Poder Executivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TV por assinatura</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Bornhausen e Pinheiro acrescentam, às prioridades para o setor, a aprovação do Projeto de Lei 29/07, que institui um novo marco legal para a televisão por assinatura. A proposta, que não foi citada entre as prioritárias pelo novo ministro, já foi aprovada pela Câmara e tramita atualmente no Senado (PLS 116/10). “O projeto permite a atualização tecnológica e o barateamento do serviço de TV paga”, afirma Pinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora não concorde integralmente com o texto final aprovado pelos deputados, Bornahusen, que é o autor da proposta, acredita que a aprovação pelos senadores é essencial. Ele classifica como ruim o texto encaminhado ao Senado, mas admite que a rejeição da proposta representaria um prejuízo ainda maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Bornhausen é contrário ao sistema de cotas de conteúdo nacional e independente previsto no texto. A proposta original apenas abria o mercado de TV a cabo para as concessionárias de telefonia fixa e retirava as restrições de capital estrangeiro para empresas do setor.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), que foi relator da proposta na Câmara, também defende prioridade para a regulamentação dos serviços de TV por assinatura. “O PL 29 antecipa algumas discussões que deverão constar na nova lei geral para o setor das comunicações”, diz Lustosa. Uma dessas discussões seria justamente o estímulo às produções audiovisuais nacionais e independentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=20955" target="_blank">PL 4.549/1998</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=339998" target="_blank">PL 29/2007</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=358126" target="_blank">PL 1.481/2007</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=422633" target="_blank">PL 4.573/2009</a></li>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=490375" target="_blank">MPV 517/2010</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		<title>Ministro da Ciência e Tecnologia defende inclusão digital e banda larga</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 17:38:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Ciência e Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Avançar na área de formação de recursos humanos e nos setores de pesquisas e inovação é um dos desafios do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que assumiu hoje (3) a pasta. O economista, senador pelo Partido dos Trabalhadores (PT), substitui o físico Sergio Rezende, que volta à carreira acadêmica. A cerimônia de transmissão de cargo ocorreu no auditório do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), em Brasília, e reuniu autoridades políticas e da comunidade científica e tecnológica. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" src="http://www.mct.gov.br/upd_blob/0214/214679.jpg" alt="214679 Ministro da Ciência e Tecnologia defende inclusão digital e banda larga noticias " width="288" height="216" title="Ministro da Ciência e Tecnologia defende inclusão digital e banda larga photo foto" />Avançar na área de formação de recursos humanos e nos setores de pesquisas e inovação é um dos desafios do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que assumiu hoje (3) a pasta. O economista, senador pelo Partido dos Trabalhadores (PT), substitui o físico Sergio Rezende, que volta à carreira acadêmica. A cerimônia de transmissão de cargo ocorreu no auditório do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), em Brasília, e reuniu autoridades políticas e da comunidade científica e tecnológica.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu pronunciamento, Mercadante disse que será responsável por um ministério fundamental para o desenvolvimento da economia e de produtos competitivos. Frisou que pretende investir ainda mais em cooperação internacional e sustentabilidade. “Temos que olhar esses desafios como oportunidades para o País. Temos uma matriz energética limpa e a maior biodiversidade do Planeta”, disse. De acordo com ele, investir em inovação é contribuir para geração de emprego e qualidade de vida da população.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o ministro, o Brasil está muito bem posicionado no aspecto ambiental por ter uma matriz energética baseada em hidroelétricas e na exploração de biomassas, como e etanol e o biodiesel, que podem se converter em commodities mundiais. “Temos ainda terras férteis e água em abundância, recurso estratégico que contribui para que o Brasil seja hoje o segundo maior produtor e exportador de alimentos no mundo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o desafio de ampliar cada vez mais a participação da ciência, da tecnologia e da inovação no Produto Interno Bruto (PIB), Mercadante disse que a meta é aumentar esse percentual de 1,25% para 2,5%. “O mundo da ciência e da tecnologia é estratégico para que possamos crescer com qualidade, gerando maior valor agregado aos nossos produtos e serviços, e em consequência, a competitividade global da economia, e acentuando o atual processo de inclusão social”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua fala, o novo ministro destacou ainda a inclusão digital como mecanismo de disseminação da ciência entre os jovens. Em sua opinião, a banda larga nas escolas públicas e na área rural reduz a enorme discrepância no acesso às tecnologias de informação. “Não resolveremos o nosso ainda grande apartheid social sem resolver o iníquo e perverso apartheid digital que priva a maior parte dos nossos alunos e professores do acesso ao século 21”.</p>
<p style="text-align: justify;">Otimista com o discurso do ministro, o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Marco Antônio Raupp, disse que a área de ciência e tecnologia teve muitos avanços nos últimos anos com a execução do Plano de Ação em Ciência e Tecnologia (PACTI). Ele parabenizou a gestão do ministro Sergio Rezende e do presidente Lula e se diz confiante na consolidação do processo. “Abre grandes perspectivas ouvindo o discurso do ministro Mercadante dizendo que vai seguir essa base e ampliá-la, considerando o Livro Azul (que apresenta as propostas extraídas da 4ª Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia, realizada em maio último). Isso significa ampliação, continuidade e expansão do que foi feito até agora”, comentou Raupp.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mercadante e a ciência </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora conhecido por sua expressão política e econômica, Mercadante desde jovem se dedica a pesquisa e a educação. Licenciado do cargo de professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), ao longo de sua trajetória conviveu com importantes intelectuais, como os professores Florestan Fernandes, Celso Furtado e Paulo Freire.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, voltou à academia para defender sua tese de doutorado na Unicamp. “Costumava dizer que “estava” senador, mas que era, na realidade, economista e professor. Agora, “estarei” ministro, sendo com muita honra e acima de tudo, um educador e um economista”.</p>
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		<title>Ministério da Defesa lança projeto de inclusão digital na Amazônia com apoio do TST e Microsoft</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Dec 2010 18:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Defesa]]></category>

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		<description><![CDATA[O ministro da Defesa, Nelson Jobim, lança nesta segunda-feira (13/12), às 11h30 o projeto dos Centros Integrados de Desenvolvimento Regional (CIDR), que serão instalados em Pelotões Especiais de Fronteira (PEF), do Exército, com doações e apoio do Tribunal Superior do Trabalho (TST), e de empresas como Microsoft, Andrade Gutierrez , Camargo Correa e outras que se incorporarão futuramente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ministro da Defesa, Nelson Jobim, lança nesta segunda-feira (13/12), às 11h30 o projeto dos Centros Integrados de Desenvolvimento Regional (CIDR), que serão instalados em Pelotões Especiais de Fronteira (PEF), do Exército, com doações e apoio do Tribunal Superior do Trabalho (TST), e de empresas como Microsoft, Andrade Gutierrez , Camargo Correa e outras que se incorporarão futuramente.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto terá como base 30 Pelotões Especiais de Fronteira (PEF) localizados em comunidades de seis Estados da região: Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima. Esses postos inicialmente receberão 300 computadores doados pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e munidos com programas básicos doados pela Microsoft.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada posto, com cerca de 10 computadores, servirá como pólo de programas de inclusão digital, tele-ensino, e de ações de cidadania efetuados por outros órgãos da administração pública federal, estadual e municipal. Na maioria das localidades, esses Pelotões são a única presença do Estado brasileiro num raio de centenas de quilômetros, e já prestam diversos serviços às populações vizinhas.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo agora é fortalecer o apoio com agregação de novos meios e serviços e com metodologia adequada, especialmente no aperfeiçoamento dos professores locais e no reforço escolar para as próprias crianças, com o ensino a distância ou por mídias digitais off-line.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa segunda etapa, deverão ser testados programas de telemedicina, dando aos médicos e profissionais de saúde militares desses pelotões acesso a redes de diagnóstico à distância e a assessoramento especializado que os ajude a lidar com mais segurança com as emergências médicas que hoje só podem ser enfrentadas mediante transferência do paciente em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).</p>
<p style="text-align: justify;">A ligação entre os agentes públicos e os privados será feita pela Associação Beneficente do Exército em Manaus (Abem). O primeiro passo do programa será um Acordo de Cooperação assinado entre o ministro Defesa, Nelson Jobim; o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Milton de Moura França; o comandante do Exército, general-de-exército Enzo Martins Peri; a Presidente da ABEM, Maria Rosa Mattos; e o Coordenador do Projeto CIDR, Dr. José Barroso Filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida será assinado, sem a participação da Defesa, um Termo de Compromisso entre a presidente da ABEM; o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo; o diretor executivo do Instituto Camargo Correa, Francisco de Assis Oliveira Azevedo; o diretor de Setor Público da Microsoft, Paulo Cunha; e o coordenador do Projeto. Caberá à ABEM, como entidade sem fins lucrativos, receber as doações de empresas e fundações e repassá-las para o Exército, que centralizará em seus pelotões as diversas iniciativas envolvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto nasceu da persistência do juiz militar José Barroso Filho, que o coordenará. Atualmente assessor do Superior Tribunal Militar (STM), em Brasília, Barroso esteve por vários anos na Amazônia, e de suas viagens ao interior da região resultou um diagnóstico das carências mais emergentes e dos meios que poderiam ser mobilizados com maior rapidez para mitigá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Pelotões de Fronteira se destacaram como um pólo dessa tarefa, por já serem referência de apoio às populações isoladas à sua volta. Em dezenas de comunidades, indígenas ou não, a energia elétrica vem do PEF, os médicos são militares, e as professoras são mulheres de militares servindo na região.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto, além de prestar a simples assistência, pretende ser pólo irradiador de desenvolvimento sustentável da região, dando suporte inclusive a práticas econômicas que proporcionem perspectivas de vida melhor aos jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">“O objetivo de crescimento econômico necessariamente se associa à mobilização cívica, à cooperação, à valorização das identidades locais e regionais e à inclusão participativa de amplos setores da sociedade” afirmou Barroso.</p>
<p style="text-align: justify;">A estratégia preconizada pelo CIDR defende que é preciso ampliar a presença do Estado na região, em todos os níveis e notadamente através de ações do Governo Federal, garantindo maior governabilidade sobre os movimentos de ocupação e transformação sócio-produtiva em determinadas áreas, mas principalmente assegurando adequada provisão de serviços públicos essenciais, como educação, saúde, inclusão digital, assistência técnica agrícola, acesso à justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Na estruturação de uma logística apropriada à provisão destes serviços, será aproveitada a capilaridade, a experiência e conhecimento regional que detêm as Forças Armadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A coordenação de execução das ações dos CIDR será exercida por meio do Conselho Gestor, composto por membros do Ministério da Defesa e por um representante de cada uma das entidades convenentes. Cabe a este Comitê Gestor as atribuições de: Planejamento, Avaliação e Controle e Efetivação da Execução.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Data e hora do lançamento do projeto:</strong><br />
Segunda-Feira (13/12), às 11h30 &#8211; (Auditório do Bloco Q – Esplanada dos Ministérios)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comissão aprova regulamentação de lan houses</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2010/12/comissao-aprova-regulamentacao-de-lan-houses/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 21:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital aprovou nesta quarta-feira proposta que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses. O texto aprovado é um substitutivo do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) ao Projeto de Lei 4.361/04, do ex-deputado Vieira Reis, e a dois apensados (PL 6.731/06 e PL 3.446/08).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Leite: “Não é possível avançar no desenvol- vimento sem combater a desigualdade social.” Foto: David Ribeiro." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20101208201153_20101208_742DAVMED.jpg" alt="20101208201153 20101208 742DAVMED Comissão aprova regulamentação de lan houses projetos de lei " width="150" height="229" />A Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital aprovou nesta quarta-feira proposta que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses. O texto aprovado é um substitutivo do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) (foto) ao Projeto de Lei 4.361/04, do ex-deputado Vieira Reis, e a dois apensados (PL 6.731/06 e PL 3.446/08).</p>
<p style="text-align: justify;">Pela proposta, as lan houses serão incentivadas a se legalizar, a desenvolver propostas pedagógicas e a adotar instrumentos que permitam impedir o acesso de menores a conteúdos indesejados. Hoje, há cerca de 108 mil desses centros de informática no Brasil, que garantem o acesso à internet para mais de 28 milhões de pessoas, 44% do total de usuários da rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Leite afirmou que a intenção foi atrair para a legalidade e a regularidade as lan houses espalhadas pelo País. Na avaliação do parlamentar, é importante reconhecer o inegável papel de inclusão social exercido por esses centros de informática. “Não é possível avançar no desenvolvimento sem combater a desigualdade social”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prioridade de financiamento<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>A proposta atribui prioridade para as lan houses no acesso às linhas de financiamento especiais para aquisição de computadores ofertadas pela Administração Pública e em especial por instituições financeiras públicas como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p style="text-align: justify;">O texto aprovado prevê também convênios entre os entes federados e as lan houses para ampliar o acesso à internet e também estimular o desenvolvimento de atividades educacionais e culturais.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela proposta, deverá haver atenção especial para o acesso de pessoas com deficiência à internet. “As técnicas assistivas são cada vez mais avançadas, com instrumentos que permitem acesso igual a rede para essas pessoas. Mas essas melhorias têm um custo, que pode ser diluído por esses convênios”, explicou Leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acesso de menores<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os centros de inclusão digital devem, segundo o texto aprovado, ter programas e equipamentos que inibam o acesso de menores de 18 anos a conteúdos inadequados a sua faixa etária e também garantir a segurança dos dados dos usuários. Essa inviolabilidade só poderá ser quebrada por ordem judicial para investigação criminal.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o relator determinou que municípios e organizações e associações representativas das lan houses podem instituir selos de qualidade que incentivem a melhoria do serviço prestado.</p>
<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Teixeira: importância econômica de estimular os pequenos negócios. Foto: David Ribeiro." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20101208201556_20101208_743DAVMED.jpg" alt="20101208201556 20101208 743DAVMED Comissão aprova regulamentação de lan houses projetos de lei " width="150" height="229" />De acordo com o presidente da comissão, deputado Paulo Teixeira (PT-SP) (foto), o texto atinge os objetivos de permitir o desenvolvimento das atividades das lan houses que, em sua opinião, são importantes instrumentos de inclusão digital. A proposta garante, afirmou o parlamentar, segurança à sociedade e também aos proprietários quanto aos conteúdos acessados e adiciona componentes pedagógicos à atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente destacou ainda a importância econômica de estimular os pequenos negócios, proporcionando condições para seu prosseguimento. A aprovação da proposta garantirá a existência desses centros que, segundo ele, têm sofrido restrições por parte das Câmaras Municipais e administrações públicas. Teixeira afirmou que os integrantes da comissão vão tentar incluir a proposta na pauta do Plenário ainda este ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado José Linhares (PP-CE) afirmou que o relator conseguiu incorporar ao projeto providências essenciais para a aceitação das lan houses. “Nossa preocupação é que as lan houses não fossem caminhos de desvios, mas a proposta contempla um mecanismo de melhoria da qualidade, do conteúdo pedagógico e prevê meios para que a sociedade possa fiscalizá-las”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Sete propostas apensadas (PLs 4.932/05, 5.037/05, 5.378/05, 5.447/05, 6.868/06, 4.794/09 e 7.320/10) que buscavam restringir o acesso a lan houses foram rejeitadas pela comissão. O PL 6.805/10 foi considerado pelo colegiado como inadequado financeiramente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta seguirá para análise no Plenário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=268907" target="_blank">PL 4.361/2004</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=279106" target="_blank">PL 4.932/2005</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=281303" target="_blank">PL 5.037/2005</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=288321" target="_blank">PL 5.378/2005</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=290442" target="_blank">PL 5.447/2005</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=317316" target="_blank">PL 6.731/2006</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=319808" target="_blank">PL 6.868/2006</a></li>
</ul>
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		<title>OAB/SP inaugura marco inicial da inclusão digital do advogado</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 13:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[computador]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[OAB/SP]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima terça-feira (23/11), às 18 horas, na Escola Superior de Advocacia – ESA, o presidente OAB SP, Luiz Flávio Borges D’Urso, lançará o Marco Inicial do Programa de Capacitação Digital do Advogado, quando terá início o curso Práticas Processuais por Meio Eletrônico. O presidente da Ordem paulista ressalta que a inclusão digital dos advogados é um projeto mais amplo e envolve outras ações, entre elas viabilizar a aquisição de computadores a preços abaixo dos praticados no mercado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Presidente D'Urso espera agilizar inserção do advogado no processo digital." src="http://www.oabsp.org.br/noticias/2010/11/22/6604/image_mini" alt=" OAB/SP inaugura marco inicial da inclusão digital do advogado justica 2 0 " width="200" height="127" />Na próxima terça-feira (23/11), às 18 horas, na Escola Superior de Advocacia – ESA (Largo da Pólvora, 141, sobreloja), o presidente OAB SP, Luiz Flávio Borges D’Urso, lançará o Marco Inicial do Programa de Capacitação Digital do Advogado, quando terá início o curso Práticas Processuais por Meio Eletrônico. “Dessa forma, estaremos cumprindo um compromisso de campanha e dando início à capacitação digital dos 300 mil advogados paulistas, ensinando por meio do curso, presencial e telepresencial, como utilizar os recursos tecnológicos no processo digital, com alguns dos melhores professores do país”, explica o presidente da OAB SP, Luiz Flávio Borges D’Urso.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Ordem paulista ressalta que a inclusão digital dos advogados é um projeto mais amplo e envolve outras ações, entre elas viabilizar a aquisição de computadores a preços abaixo  dos praticados no mercado, já em negociação pela Caixa de Assistência dos Advogados (Caasp), assim como de linha de financiamento a juros mais baixos e acesso à Certificação Digital, ferramenta fundamental para o processo digital, que a OAB SP já está disponibilizando enquanto certificadora credenciada.</p>
<p style="text-align: justify;">“O Projeto de Educação à Distância da OAB SP é uma realidade e teve na sua gestação uma preocupação pedagógica, pois foi discutida com professores de todo o país &#8211; São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Brasília, Amazonas &#8211;  ligados à ESA, visando permitir que os advogados realizem um curso prático, que também contemple regulamentações e aspectos tecnológicos que, muitas vezes formam barreiras entre o papel e o meio digital ”, ressalta D’Urso.</p>
<p style="text-align: justify;">O diretor da ESA, conselheiro federal emérito e membro nato da OAB e conselheiro do Conselho Estadual de Educação,  Rubens Approbato Machado, afirma que a Escola “deparou-se com a necessidade de responder às carências dos advogados diante de mais um avanço tecnológico que permeia seu universo jurídico: o uso, pelos tribunais brasileiros, do meio eletrônico em suas práticas processuais. Para tanto, oferece um curso que contribuirá com o saber-fazer do advogado em sua atuação perante qualquer uma das Cortes que se utilizam dessa tecnologia”.</p>
<p style="text-align: justify;">D’Urso lembra que  antes da Lei 11.419/06, que disciplina a informatização do processo judicial, a OAB SP de forma visionária iniciou a inclusão digital dos seus inscritos, disponibilizando gratuitamente e-mails para os advogados , intimações on-line gratuitas no site e, mais recentemente, instalando pontos de internet nos mais de 1.000 pontos de apoio ao trabalho do advogado nas Casas do Advogado e fóruns e as videoaulas sobre atualização da legislação e jurisprudencial do Departamento de Cultura e Eventos, disponibilizadas no site da OAB SP, acessíveis a qualquer hora e dia. &#8220;Estamos revolucionando o acesso, a atualização, a informação e a cultura dos advogados de São Paulo”, finaliza o presidente da Seccional.</p>
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		<title>Projetos de inclusão digital terão recursos para tecnologia da informação</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 15:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) lançou edital para selecionar projetos de extensão que tenham como suporte as redes e tecnologias de informação e comunicação. Serão investidos nas propostas aprovadas R$ 5,5 milhões. A iniciativa será viabilizada por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) lançou edital para selecionar projetos de extensão que tenham como suporte as redes e tecnologias de informação e comunicação. Serão investidos nas propostas aprovadas R$ 5,5 milhões. A iniciativa será viabilizada por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).</p>
<p style="text-align: justify;">Os projetos devem contribuir para a inclusão digital e social e para o desenvolvimento sustentável local, por meio da disseminação e transferência de tecnologia em comunidades. As propostas devem estar claramente caracterizadas como projeto de extensão inovadora nas áreas de comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção e trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada projeto pode solicitar o valor de até R$ 68,7 mil e ter prazo máximo de execução de 12 meses. Caso haja acréscimo de recursos, o prazo de execução do projeto pode ser prorrogado por igual período. O projeto não pode ter duração superior a 24 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">O proponente deve ser professor de instituição de ensino superior pública ou privada, sem fins lucrativos, ter currículo cadastrado na Plataforma Lattes e ainda ter vínculo celetista ou estatutário com a instituição de execução do projeto. O pesquisador aposentado pode apresentar projeto desde que comprove manter atividades acadêmico-científicas.</p>
<p style="text-align: justify;">As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq, exclusivamente pela internet, por meio do Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas, até 20 de outubro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência:</strong> <a href="http://www.cnpq.br/editais/ct/2010/049.htm" target="_blank">íntegra do edital</a></p>
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