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	<title>Internet Legal &#187; informatização</title>
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	<description>Hackeando o Direito desde 2001</description>
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		<title>CNJ suspende doações de equipamentos de informática a tribunais</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 21:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[informatização]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com a auditoria, 5.426 equipamentos, no valor de R$ 6,4 milhões, não foram localizados pelos tribunais. Além disso, 3.627 equipamentos, no valor de R$ 2,3 milhões, estão ociosos. O CNJ já investiu R$ 92 milhões em tecnologia da informação para modernizar os tribunais brasileiros, totalizando mais de 58 mil equipamentos. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" src="http://farm7.staticflickr.com/6147/5951651981_d5351f4fe4_m.jpg" alt="5951651981 d5351f4fe4 m CNJ suspende doações de equipamentos de informática a tribunais  justica 2 0 " width="192" height="128" title="CNJ suspende doações de equipamentos de informática a tribunais  photo foto" />O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suspendeu as doações de equipamentos de tecnologia da informação aos tribunais de Justiça da Paraíba, Tocantins, Rio Grande do Norte e Goiás, porque esses tribunais não comprovaram a localização e/ou o uso dos bens doados pelo Conselho. A decisão decorre de uma auditoria da Secretaria de Controle Interno do CNJ, que inspecionou 15 tribunais, no final de 2011, para verificar a utilização dos equipamentos doados e se eles têm ajudado a melhorar o trabalho da Justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">A auditoria constatou diversas falhas no emprego dos equipamentos, inclusive a manutenção de computadores no depósito, sem uso, falta de controle de patrimônio e dificuldade de localização dos bens. Devido a essas irregularidades, o relatório da auditoria sugere ao Comitê de Informatização do Poder Judiciário a suspensão de doações a tribunais que “não mostraram cuidado com o patrimônio recebido” e apuração de responsabilidade pelos equipamentos não localizados.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a auditoria, 5.426 equipamentos, no valor de R$ 6,4 milhões, não foram localizados pelos tribunais. Além disso, 3.627 equipamentos, no valor de R$ 2,3 milhões, estão ociosos. O CNJ já investiu R$ 92 milhões em tecnologia da informação para modernizar os tribunais brasileiros, totalizando mais de 58 mil equipamentos. A auditoria recomendou ao CNJ a revisão da política de doação e distribuição de equipamentos ao Judiciário.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa primeira verificação junto aos 27 tribunais estaduais e do Distrito Federal, a Secretaria de Controle Interno do CNJ descobriu casos de alguns tribunais que não sabiam o destino de quase metade dos bens recebidos do CNJ. Mas os próprios tribunais se empenharam na localização dos equipamentos, reduzindo significativamente a quantidade de bens não localizados. Com a inspeção, os tribunais também descobriram que seus sistemas de controle patrimonial eram falhos não só em relação aos equipamentos recebidos do CNJ, mas de modo geral.</p>
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		<title>Primeira audiência do PJe-JT no Ceará já tem data marcada</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 11:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[informatização]]></category>
		<category><![CDATA[PJe-JT]]></category>
		<category><![CDATA[TRT7]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tem data marcada a audiência para a primeira reclamação trabalhista protocolada por meio do Processo Judicial Eletrônico (PJe/JT) na Vara do Trabalho de Caucaia. No dia 6 de fevereiro, às 8h30, um trabalhador e uma agroindústria localizada no município de Paraipaba vão buscar solução para conflito envolvendo a rescisão de um contrato de trabalho, pagamento de verbas indenizatórias e aviso-prévio. A data e a hora da audiência foram definidas automaticamente, logo após o envio da primeira petição do PJe/JT no Ceará.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Já tem data marcada a audiência para a primeira reclamação trabalhista protocolada por meio do Processo Judicial Eletrônico (PJe/JT) na Vara do Trabalho de Caucaia. No dia 6 de fevereiro, às 8h30, um trabalhador e uma agroindústria localizada no município de Paraipaba vão buscar solução para conflito envolvendo a rescisão de um contrato de trabalho, pagamento de verbas indenizatórias e aviso-prévio.</p>
<p style="text-align: justify;">A data e a hora da audiência foram definidas automaticamente, logo após o envio da primeira petição do PJe/JT no Ceará. O documento foi protocolado pelo advogado José Lucio de Sousa durante a cerimônia de instalação do novo sistema realizada na tarde de segunda-feira (16/1). Ele é um dos advogados que atuam na unidade judiciária e possui um escritório próximo à unidade judiciária de Caucaia.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o PJe/JT, ações como a definição de data de audiência inicial, comunicações processuais, numeração, juntadas e certificações serão feitas automaticamente ou se tornarão desnecessárias. De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, estas ações e outras semelhantes necessárias ao processo em papel consomem cerca de 70% do tempo da tramitação dos processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Parceria: Durante a cerimônia, o presidente da Ordem dos Advogados do Estado do Ceará (OAB/CE), Valdetário Monteiro, destacou o diálogo constante entre Tribunal Regional do Trabalho do Ceará (TRT/CE) e a OAB/CE para capacitar advogados para utilizarem o novo sistema. “O PJe/JT irá contribuir para dar a celeridade às decisões. Irá fazer com que o jurisdicionado receba em tempo hábil aquilo que lhe foi retirado”, afirmou Monteiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o início do processo de instalação do PJe/JT em Caucaia, o TRT/CE e a OAB/CE têm trabalhado em parceria na capacitação dos profissionais de Direito. A equipe de tecnologia da informação do Tribunal ofereceu aos advogados cearenses minicursos, palestras e treinamentos sobre o funcionamento do sistema e também sobre temas relacionados à utilização do PJe/JT, como, por exemplo, informática básica.</p>
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		<title>Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho é instalado em Caucaia-CE</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 21:48:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[CSJT]]></category>
		<category><![CDATA[informatização]]></category>
		<category><![CDATA[interoperabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[PJe-JT]]></category>

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		<description><![CDATA[A solenidade de instalação do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) em Caucaia-CE, nesta segunda-feira (16.01), foi marcada por discursos que enfatizaram o pioneirismo da Justiça do Trabalho, propiciado pela união de esforços entre tribunais, advocacia e demais operadores do Direito. O presidente do TST e do CSJT alertou os presentes sobre a necessidade de diminuir eventuais resistências ao sistema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" src="http://www.csjt.jus.br/image/journal/article?img_id=1120804&amp;t=1326762293550" alt=" Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho é instalado em Caucaia CE justica 2 0 " width="269" height="179" title="Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho é instalado em Caucaia CE photo foto" />A solenidade de instalação do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) em Caucaia-CE, nesta segunda-feira (16.01), foi marcada por discursos que enfatizaram o pioneirismo da Justiça do Trabalho, propiciado pela união de esforços entre tribunais, advocacia e demais operadores do Direito.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na cidade portuária de Navegantes, em Santa Catarina, em 5 de dezembro de 2011, lançamos ao mar, em linguagem figurada, um portentoso navio. O novo e uno sistema de Processo Judicial Eletrônico (PJe) desenvolvido pela e para a Justiça do Trabalho, que superará em breve os autos físicos. Aqui e agora, pouco mais de um mês depois, essa grande embarcação, vem singrar estes mares tranqüilos do Nordeste brasileiro, proporcionados pelos ventos alísios, dando continuidade à longa viagem iniciada no sul”, afirmou o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior do Trabalho (CSJT), ministro João Oreste Dalazen.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro acrescentou que o desenvolvimento do sistema só foi possível com o apoio dos Tribunais Regionais do Trabalho, que cederam servidores para o projeto. “O estaleiro em que se construiu essa obra reúne dezenas de servidores e juízes de vários tribunais regionais. A ponto de parecer uma babel de sotaques e expressões próprias de cada canto deste país continental. Pelas diferentes expressões peculiares, hábitos diversos, mas todos unidos no mesmo discurso, que tem por fim dar à Justiça do Trabalho uma ferramenta útil e que corresponda à sua tradição de celeridade e efetividade na prestação jurisdicional”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sistema moderno</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O PJe-JT foi construído na linguagem Java e sobre uma plataforma operacional segura. Uma das virtudes destacadas pelo ministro foi a interoperabilidade, que permite a troca de operações entre os órgãos da Justiça do Trabalho e com os demais órgãos da administração pública. “É a integração que este sistema vai possibilitar e que os outros não possibilitam”, frisou.</p>
<p style="text-align: justify;">Como há um alto grau de automação, o “tempo morto” na tramitação dos processos deverá ser eliminado. Além disso, haverá uma padronização de procedimentos na área fim, mediante critérios únicos para toda a Justiça do Trabalho, “o que em última análise gera transparência, celeridade e racionalização de recursos”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resistências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O presidente do TST e do CSJT alertou os presentes sobre a necessidade de diminuir eventuais resistências ao sistema. “Será preciso convencimento de que a ferramenta nova auxiliará, facilitará o trabalho antigo e conhecido, abrandará os ofícios, abreviará os tempos, economizará energias. Em síntese, melhorará a realidade de todos e de cada um”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">As mudanças, segundo o ministro, causarão uma revolução cultural, que exigirá uma nova postura e planejamento estratégico, desde os espaços físicos que se destinam ordinariamente para as Varas do Trabalho, passando pela adequação tecnológica mínima das unidades até chegar ao treinamento e readequação dos servidores para as novas tarefas do Processo Eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, desembargador Cláudio Soares Pires, reforçou que a assimilação do sistema por todos os usuários contribuirá para a cidadania. “O que hoje assistimos é para sempre e, como tal, urge a todos os operadores do Direito compreensão quanto à presença do computador em nossos lares e escritórios com sua dedicação mais nobre: a de servir à Justiça do Trabalho”, afirmou o magistrado.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Ceará, Valdetário Andrade Monteiro, também reforçou que o engajamento de todos é fundamental para o crescimento do sistema. “A advocacia tem se preparado. Nós temos incentivado, a todo momento, a utilização do PJe. E que hoje, sendo a segunda Vara do Brasil a inaugurar o processo eletrônico, possamos expandir com esse mesmo princípio de participação e de cooperação entre as classes de construtores e operadores de Direito”, finalizou.</p>
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		<title>Avanços tecnológicos dão mais agilidade a processo legislativo e rotinas internas do Senado</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 21:26:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comiss]]></category>
		<category><![CDATA[Ergon]]></category>
		<category><![CDATA[informatização]]></category>
		<category><![CDATA[LexEdit]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2011, a Secretaria Especial de Informática (Prodasen) procurou dar maior agilidade a diversos serviços do Senado, desde o funcionamento das comissões à rotina funcional dos servidores da Casa. Entre as novidades está um novo software, denominado Comiss, que implantou a pauta eletrônica nas comissões, possibilitando a divulgação das pautas com os projetos de lei a serem deliberados, assim como das audiências públicas, com o nome dos convidados. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="aligncenter" style="border: 0pt none;" src="http://www.senado.gov.br/noticias/inc/multimidia/verImagem.aspx?codImagem=410174" alt=" Avanços tecnológicos dão mais agilidade a processo legislativo e rotinas internas do Senado noticias " width="450" height="293" title="Avanços tecnológicos dão mais agilidade a processo legislativo e rotinas internas do Senado photo foto" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2011, a Secretaria Especial de Informática (Prodasen) procurou dar maior agilidade a diversos serviços do Senado, desde o funcionamento das comissões à rotina funcional dos servidores da Casa. Entre as novidades está um novo software, denominado Comiss, que implantou a pauta eletrônica nas comissões, possibilitando a divulgação das pautas com os projetos de lei a serem deliberados, assim como das audiências públicas, com o nome dos convidados. Tais informações são dispostas em campos que podem ser modificados até a data de realização das reuniões. O processo proporciona melhora na qualidade do serviço e economia de papel.</p>
<p style="text-align: justify;">A próxima etapa, ainda a ser implantada, será a da reunião eletrônica, em que todo o trabalho das comissões poderá ser feito por meio virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra novidade que beneficia diretamente o cidadão é o software livre LexEdit, um editor de texto que permite fazer emendas a propostas ou sugerir um projeto de lei a um parlamentar, que vem acompanhado das regras próprias de um texto legal. Ele interfere em artigos ou incisos onde o cursor estiver posicionado, indicando opções de acordo com as normas vigentes para a edição de projetos e leis, de acordo com a Lei Complementar 95/1998.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essa ferramenta, o cidadão pode se preocupar somente com o conteúdo de sua contribuição, pois o aspecto formal, próprio do texto legal, é assegurado pelo software, o que contribui para a democratização da produção de projetos de lei.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro recurso oferecido pelo software é que o cidadão pode comparar o texto original e o texto modificado. A memória de todo o processo de emendas é mantida. Em breve, o sistema deverá oferecer também a opção de elaboração de um projeto de lei desde o início.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sistema Ergon</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para os servidores, a principal novidade foi a mudança no sistema Ergon, de âmbito interno, no qual foram introduzidos formulários que facilitaram o trabalho da Secretaria de Recursos Humanos. Houve automatização de tarefas que, agora, dependem somente da atuação do próprio servidor, dispensando o auxílio da secretaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os recursos simplificados estão a ferramenta de simulação do cálculo do tempo de aposentadoria do servidor, o processo de recadastramento dos servidores e o sistema Forponto, de controle do ponto biométrico.</p>
<p style="text-align: justify;">No recadastramento de 2011, uma das principais mudanças no formulário eletrônico, a ser preenchido pelo sistema Ergon, foi a declaração de parentesco com outros servidores, senadores, terceirizados e estagiários. Quem não se recadastrou dentro do prazo teve o pagamento salarial suspenso até a regularização da situação. Ao todo foram recadastrados mais de 4.500 servidores.</p>
<p style="text-align: justify;">O cálculo unificado da folha de pagamento de pessoal foi outra modificação que permitiu maior agilidade aos processos de pessoal. Cada vínculo funcional do servidor exigia a emissão de uma folha de pagamento em seu nome. Agora, o sistema permite a emissão de uma mesma folha para o servidor com mais de um vínculo funcional, caso de aposentado que assumiu cargo em comissão ou de servidores que tenham pensão de servidor falecido.</p>
<p style="text-align: justify;">Também foram introduzidos entre agosto e outubro mecanismos no Ergon para os responsáveis pela área de Recursos Humanos que simplificam o pagamento dos servidores. Entre as ações automatizadas, estão a identificação de ocorrências que influenciam a frequência mensal do servidor; envio de e-mail ao servidor que terá desconto em seu salário; emissão de relatório de ajustes na frequência com validade para o mês subsequente; e recálculo do banco de horas.</p>
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		<title>Judiciário de MS possui 231.763 petições eletrônicas</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 17:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[informatização]]></category>
		<category><![CDATA[TJMS]]></category>

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		<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça comemora os resultados numéricos das petições processuais alcançadas em 2001. O notório crescimento deste seguimento do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul mostra a eficácia do procedimento. A grande procura pela população se dá pelas facilidades encontradas no atendimento virtual. Atualmente, estão em tramitação 231.763 petições no total do Estado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Tribunal de Justiça comemora os resultados numéricos das petições processuais alcançadas em 2001. O notório crescimento deste seguimento do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul mostra a eficácia do procedimento. A grande procura pela população se dá pelas facilidades encontradas no atendimento virtual. Atualmente, estão em tramitação 231.763 petições no total do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as 32 comarcas que tem a tramitação online inserida está a de Campo Grande, com 7.605 petições, somando um total de 30% das petições eletrônicas desta comarca; Dourados com 11.327, já atingido 100% das petições eletrônicas. A comarca de Amambai está com 1.318 petições, 4.243 em Aquidauana e 3.899 na comarca de Camapuã. Também estão em destaque o Juizado Especial de Dourados, com 10.650 petições e 38.934 no Juizado Especial Central de Campo Grande.</p>
<p style="text-align: justify;">O serviço eletrônico, que começou em maio de 2008, permite ao advogado protocolar petições iniciais e intermediárias pela internet. As petições podem ser encaminhadas para qualquer foro habilitado em que exista processo virtual.</p>
<p style="text-align: justify;">A transmissão eletrônica das petições agiliza sua juntada nos processos, acabando com a demora para procurar um processo e aumentando a praticidade, o que resulta na facilitação do trabalho de todos os operadores. Esta é a maneira eficaz de usar a tecnologia a favor do serviço público, tornando definitivamente um marco no sistema judiciário de MS.</p>
<p style="text-align: justify;">Para melhorar o atendimento deste recurso, o Des. Ruy Celso Barbosa Florence, Diretor-Geral da Escola Judicial do Estado de MS, em conjunto com outras entidades, fará uma enquete para descobrir quais dificuldades são encontradas para o peticionamento eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;">As entidades envolvidas no projeto são a Ordem dos Advogados do Brasil, a Escola Superior da Advocacia, a Procuradoria-Geral de Justiça, a Procuradoria-Geral do Estado, a Procuradoria-Geral do Município e Defensoria Pública, além da própria Escola Judicial do Estado de Mato Grosso do Sul (Ejud-MS).</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado da enquete será debatido em uma reunião no dia 15 de fevereiro para que a Ejud-MS possa fazer o trabalho de capacitação dos envolvidos neste seguimento, melhorando ainda mais a funcionalidade das petições eletrônicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fazer uma avaliação mais precisa do &#8220;perfil dos usuários”, foi elaborada uma pesquisa objetiva que pode ser acessada no link <a href="http://www.surveymonkey.com/s/Q96ZJS8" target="_blank">http://www.surveymonkey.com/s/Q96ZJS8</a></p>
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		<title>OAB contestará certificação eletrônica como meio exclusivo para peticionar</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 15:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[informatização]]></category>
		<category><![CDATA[OAB]]></category>
		<category><![CDATA[processo eletrônico]]></category>

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		<description><![CDATA[O Colégio de Presidentes de Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu que irá ingressar com medida judicial contra a decisão tomada recentemente pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, de vetar o uso do mecanismo de login e senha para o ajuizamento de petições por parte dos advogados brasileiros, no novo formato de peticionamento eletrônico. A medida judicial cabível será estudada pela Comissão de Estudos Constitucionais da OAB. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="As decisões foram tomadas pelo Colégio de Presidentes de Seccionais, reunido hoje em Brasília. Foto: Eugenio Novaes." src="http://www.oab.org.br/arquivos/upload/imagem/D_en_7362.jpg" alt="D en 7362 OAB contestará certificação eletrônica como meio exclusivo para peticionar justica 2 0 " width="264" height="198" />O Colégio de Presidentes de Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu que irá ingressar com medida judicial contra a decisão tomada recentemente pelo presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, de vetar o uso do mecanismo de login e senha para o ajuizamento de petições por parte dos advogados brasileiros, no novo formato de peticionamento eletrônico. A medida judicial cabível será estudada pela Comissão de Estudos Constitucionais da OAB. A decisão foi tomada hoje (13) durante a reunião do Colégio de Presidentes de Seccionais da OAB, realizada no Salão Nobre da entidade, em Brasília, quando se debateram os vários problemas enfrentados nos Estados envolvendo o processo de virtualização dos processos judiciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra medida tomada foi a criação de um grupo de trabalho que irá elaborar propostas de alteração à Lei 11.419/06, que trata do processo eletrônico, para apresentação ao CNJ em março próximo. Ficou definido que a próxima reunião desse grupo de trabalho será realizada em 15 de fevereiro na sede da OAB. Entre essas propostas, o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, afirmou que deverá constar o pleito da advocacia de que o uso da certificação digital não seja o único exigido para o peticionamento, pelo menos neste momento, em que há processos informatizados diversos no Judiciário e problemas evidentes de adaptação da advocacia a esses sistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o relator da matéria na reunião do Colégio, o presidente da Comissão de Informática e Estatística da OAB, conselheiro federal José Guilherme Zagallo, os problemas advém exatamente do fato de cada Tribunal utilizar um sistema informatizado diferente dos demais, o que faz com que cada Seccional tenha que buscar uma solução específica para atender às demandas dos advogados.</p>
<p style="text-align: justify;">Na reunião, o Colégio ainda aprovou a criação de uma cartilha informativa sobre o peticionamento eletrônico, a ser desenvolvida pela Comissão de Informática, conforme proposta apresentada pelo presidente da OAB do Maranhão, Mário Macieira. Além dos dirigentes das 27 Seccionais, estavam presentes o coordenador do Colégio e presidente da OAB de Alagoas, Omar Coêlho de Mello, e toda a diretoria do Conselho Federal da entidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Justiça do Trabalho gaúcha lança processo 100% eletrônico</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 00:26:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[informatização]]></category>
		<category><![CDATA[PJe]]></category>
		<category><![CDATA[TRT4]]></category>

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		<description><![CDATA[O processo judicial eletrônico (PJE) da Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul começa a ser implantado em sua versão completa nesta quinta-feira (1º/12), na Vara do Trabalho de Encantado. A partir de então, os processos que ingressarem nessa unidade pelo novo sistema terão tramitação totalmente eletrônica. No primeiro trimestre de 2012, o PJE será implantado nos Foros Trabalhistas de Rio Grande e São Leopoldo. A meta da Justiça do Trabalho gaúcha é implementar seu processo eletrônico em todas unidades judiciárias até o fim de 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O processo judicial eletrônico (PJE) da Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul começa a ser implantado em sua versão completa nesta quinta-feira (1º/12), na Vara do Trabalho de Encantado. A partir de então, os processos que ingressarem nessa unidade pelo novo sistema terão tramitação totalmente eletrônica.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro módulo da ferramenta, que apenas permite o credenciamento de usuários e o envio de petições, é utilizado em todo o Estado desde 28 de agosto. Nesta versão final, o trabalho de todos os possíveis envolvidos em um processo (magistrados, servidores, advogados, peritos, leiloeiros e representantes de procuradorias) pode ser realizado por meio de um sistema único, do início ao fim.</p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa é que a implantação do PJE reduza o tempo de tramitação das reclamatórias, pois serão automatizados vários atos hoje feitos manualmente, como a autuação (montagem do caderno processual), a juntada de documentos e o agendamento de audiências. Além disso, a extinção dessas rotinas burocráticas deverá liberar servidores para auxiliar diretamente os magistrados, o que também deve trazer maior celeridade ao julgamento dos processos. Atualmente, uma ação leva, em média, 98 dias para ser julgada no rito sumaríssimo (ações de até 40 salários mínimos) e 367 dias no rito ordinário.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante os primeiros 60 dias de operação do novo sistema em Encantado, o ajuizamento de ações na unidade ainda poderá ser realizado através de papel ou pelo “e-Doc” (ferramenta anterior para o envio eletrônico de petições). Nesses casos, os processos tramitarão em autos físicos. O objetivo da medida é facilitar a adaptação dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro trimestre de 2012, o PJE será implantado nos Foros Trabalhistas de Rio Grande e São Leopoldo. A meta da Justiça do Trabalho gaúcha é implementar seu processo eletrônico em todas unidades judiciárias até o fim de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é o processo judicial trabalhista hoje</strong></p>
<ul>
<li>As petições devem ser entregues pelos advogados, em papel, nos Foros e Varas do Trabalho (entre 10h e 18h) ou por meio eletrônico via sistema e-Doc, disponível no site do TRT-RS. No caso do e-Doc, a Justiça do Trabalho precisa imprimir as petições para juntá-las aos autos físicos;</li>
<li>A montagem do caderno processual (chamada de autuação) requer uma série de atividades manuais, como etiquetamento, numeração das folhas e carimbos nos versos em branco das folhas;</li>
<li>A juntada de documentos ao longo do processo também é feita manualmente;</li>
<li>Há situações em que os advogados das duas partes precisam retirar o processo físico na unidade judiciária e, depois, devolvê-lo. São, portanto, dois prazos sucessivos, um para cada parte;</li>
<li>Quando as partes recorrem ao segundo grau, os autos precisam ser transportados da cidade da Vara do Trabalho até o Tribunal Regional do Trabalho, em Porto Alegre;</li>
<li>No Tribunal, os processos são novamente autuados e distribuídos aos gabinetes dos desembargadores.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como será após a implementação do processo eletrônico</strong></p>
<ul>
<li>Os novos processos tramitarão 100% eletronicamente;</li>
<li>Os advogados terão um portal próprio, pelo qual poderão acessar os autos dos processos e entregar petições 24 horas por dia, sete dias por semana;</li>
<li>As petições não precisarão ser impressas (como eram pelo e-Doc);</li>
<li>Os advogados das duas partes poderão ter acesso ao processo simultaneamente, tornando desnecessários os prazos sucessivos (salvo quando uma parte precisa saber o posicionamento da outra para se manifestar);</li>
<li>Atividades manuais, tais como como autuação, juntada de documentos, contagem de prazos e agendamento de audiências serão automatizadas;</li>
<li>Não haverá risco de extravio dos processos ou avarias, garantindo maior segurança;</li>
<li>As ações deverão chegar em menos tempo aos magistrados para julgamento e despachos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>15 Câmaras do TJMG informatizadas com o sistema Themis</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 20:59:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[informatização]]></category>
		<category><![CDATA[Themis]]></category>
		<category><![CDATA[TJMG]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir da sessão de ontem, 29 de novembro, a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) se juntou a outras quatorze câmaras que já utilizam o sistema Themis. A sessão inaugural contou com a presença dos desembargadores Silas Vieira, Alberto Deodato Neto e Reinaldo Portanova, integrantes da câmara e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="INFORMATIZAÇÃO - O sistema Themis permite que todas as decisões sejam assinadas na própria sessão de julgamento." src="http://www.tjmg.jus.br/imagens/noticias/37398.JPEG" alt=" 15 Câmaras do TJMG informatizadas com o sistema Themis justica 2 0 " width="256" height="192" />A partir da sessão de ontem, 29 de novembro, a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) se juntou a outras quatorze câmaras que já utilizam o sistema Themis. A sessão inaugural contou com a presença dos desembargadores Silas Vieira, Alberto Deodato Neto e Reinaldo Portanova, integrantes da câmara e os convocados, desembargadores Márcia Milanez, Duarte de Paula, Judimar Biber e Marcílio Eustáquio Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema Themis informatiza a sessão de julgamento, permitindo que todas as decisões tomadas pelos magistrados como expedição de alvarás de soltura, mandados de prisão, ofícios e comunicações sejam elaborados, impressos e assinados na própria sessão de julgamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da câmara, desembargador Silas Vieira, disse que o Themis vai melhorar muito a prestação jurisdicional, como vem acontecendo nas câmaras que já adotaram o sistema. Ele ressaltou o empenho dos desembargadores Bitencourt Marcondes e Fernando Caldeira Brant e da Presidência em pôr o sistema em funcionamento e agradeceu especialmente a dedicação de Ana Paula Rodriguez, coordenadora do projeto, e de todos os servidores da sua equipe.</p>
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		<title>TJRJ implanta processo eletrônico na 12ª Vara da Fazenda Pública</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 16:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[informatização]]></category>
		<category><![CDATA[PJe]]></category>
		<category><![CDATA[TJRJ]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente do TJRJ, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, participou nesta quarta-feira, dia 30, do lançamento do processo eletrônico da 12ª Vara da Fazenda Pública do Rio. A implantação do processo judicial eletrônico relativo à dívida ativa do Município possibilitará a redução do tempo processual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Juiz da 12ª Vara da Fazenda Pública do Rio, Sérgio Seabra Varella, faz demonstração do novo processo judicial eletrônico" src="http://portaltj.tjrj.jus.br/image/image_gallery?uuid=c182a5d4-e900-4f71-aa09-b9936ceec11e&amp;groupId=10136" alt=" TJRJ implanta processo eletrônico na 12ª Vara da Fazenda Pública justica 2 0 " width="297" height="198" />O presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, participou nesta quarta-feira, dia 30, do lançamento do processo eletrônico da 12ª Vara da Fazenda Pública do Rio. A implantação do processo judicial eletrônico relativo à dívida ativa do Município possibilitará a redução do tempo processual.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente do TJRJ, sem a união dos poderes, esta novidade não estaria ocorrendo. &#8220;No discurso de posse, preguei a união. Com a informatização, a execução fiscal vai ganhar um novo impulso e fazer com que os devedores também cumpram sua parte no pagamento dos tributos. Estamos iniciando uma nova era de execução fiscal no Rio de Janeiro&#8221;, destacou, lembrando que quem deve impostos usufrui dos investimentos feitos pelo Município assim como quem os paga em dia.</p>
<p style="text-align: justify;">O corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Antonio José Azevedo Pinto, lembrou que o processo tributário é, historicamente, lento e que o TJRJ usou os mecanismos necessários para acabar com esta lentidão. &#8220;Talvez estejamos hoje quebrando um mito em relação à morosidade dos processos de execução fiscal. A era eletrônica é irreversível&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o juiz titular da 12ª Vara da Fazenda Pública, Sérgio Seabra Varella, há, atualmente, 923.479 execuções fiscais do Município. Ele citou que algumas ações, como o aumento do número de penhoras on-line e de penhora de imóveis, melhoraram o combate efetivo à sonegação. &#8220;Esta conquista de hoje, que é o processo eletrônico, é maravilhosa. Agradeço à administração do Tribunal&#8221;, falou o juiz.</p>
<p style="text-align: justify;">O procurador-geral do Município do Rio, Fernando dos Santos Dionísio, afirmou que há muito tempo o Município clama por um cartório para processar suas execuções fiscais de forma mais rápida. &#8220;A grande quantidade de devedores que temos é na área de IPTU. Temos que ter agilidade nas execuções fiscais para não prejudicar os que pagam os impostos em dia. Com o processo eletrônico, conseguiremos reduzir o trabalho e ter um processo mais rápido e, consequentemente , uma arrecadação mais rápida para o Município executar suas obras&#8221;, explicou, lembrando dos eventos que o Rio sediará nos próximos anos e que contarão com investimentos por parte da prefeitura.</p>
<p style="text-align: justify;">Compareceram ainda à solenidade a diretora da Escola da Magistratura do Rio (Emerj), desembargadora Leila Mariano; o juiz auxiliar da presidência Gilberto de Mello Nogueira Abdelhay e a juíza auxiliar da 12ª Vara da Fazenda Pública do Rio, Cristiana Aparecida de Souza Santos, entre outros.</p>
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		<title>OAB/SP pede volta do Protocolo Integrado e suspensão de prazos nos fóruns digitais</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 15:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[informatização]]></category>
		<category><![CDATA[OAB/SP]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente e vice-presidente da OAB SP. Luiz Flávio Borges D'Urso e Marcos da Costa, oficiaram na última quarta-feira (9/11), ao presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador José Roberto Bedran, solicitando o restabelecimento do protocolo integrado e a suspensão dos prazos processuais nos fóruns digitais paulistas, retroativa a 7 de novembro. “A advocacia está empenhada em viabilizar a informatização dos feitos, mas ainda são necessárias algumas cautelas no processo”, avalia D’Urso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="O início da vigência da Resolução 551/2011 do TJ-SP gerou os problemas." src="http://www.oabsp.org.br/noticias/2011/11/10/7407/image_mini" alt=" OAB/SP pede volta do Protocolo Integrado e suspensão de prazos nos fóruns digitais justica 2 0 " width="200" height="127" />O presidente e vice-presidente da OAB SP. Luiz Flávio Borges D&#8217;Urso e Marcos da Costa, oficiaram na última quarta-feira (9/11), ao presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador José Roberto Bedran, solicitando o restabelecimento do protocolo integrado e a suspensão dos prazos processuais nos fóruns digitais paulistas, retroativa a 7 de novembro.</p>
<p style="text-align: justify;">D&#8217;Urso e Costa utilizam como argumentos os relatos feitos pelos presidentes das Subsecções de Pinheiros, Mauricio Januzzi, e de Nossa Senhora do Ó, Rodolfo Ramer da Silva Aguiar, que vêm registrando problemas nos foros digitais do Butantã e Freguesia do Ó, desde a implantação da Resolução 551/2011 do Tribunal, em 7 de novembro. “ A advocacia está empenhada em viabilizar a informatização dos feitos, mas ainda são necessárias algumas cautelas no processo”, avalia D’Urso.</p>
<p style="text-align: justify;">Os presidentes das Subsecções ressaltam principalmente os problemas gerados na Central Facilitadora (convênio entre TJ-SP e OAB SP), que permitiria auxiliar o advogado, transformando a petição física em eletrônica. No Butantã, o trabalho foi interrompido porque a diretora daquele foro regional entende que o processo eletrônico tem de ser assinado digitalmente pelo seu autor, o que torna obrigatória a apresentação da certificação digital . “A central que estava dando certo, perdeu o foco. Poucos advogados possuem a certificação eletrônica e seria necessário um tempo maior para essa adaptação”, diz Januzzi.</p>
<p style="text-align: justify;">No Foro Regional da Freguesia do Ó, a Central Facilitadora também não funcionou adequadamente, segundo o presidente da Subsecção, porque também vem sendo exigida a apresentação de certificado digital dos advogados para protocolo das petições. “ Se o advogado tem a certificação eletrônica, ele não precisa ir ao Fórum, ele protocola de seu escritório “, argumenta Ramer.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Marcos da Costa, a volta do protocolo integrado (para outros fóruns) e a suspensão dos prazos são medidas que poderão ajudar a avaliar a situação nos fóruns digitais e a retomada dos trabalhos, sem acarretar prejuízos para a advocacia e o jurisdicionado.</p>
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