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	<title>Internet Legal &#187; lan houses</title>
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	<description>Hackeando o Direito desde 2001</description>
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		<title>Projeto obriga lan houses a guardar cadastro de clientes por cinco anos</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 16:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[anonimato]]></category>
		<category><![CDATA[cadastro]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>
		<category><![CDATA[sigilo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara analisa o Projeto de Lei 642/11, do deputado Ratinho Junior (PSC-PR), que obriga as lan houses e outros estabelecimentos que oferecem acesso à internet a manter cadastro dos usuários por cinco anos. Pelo texto, o cadastro deverá conter nome completo, número de documento e imagem do cliente, além de indicar os terminais utilizados. O estabelecimento deverá garantir o sigilo das informações, que só poderão ser divulgadas em razão de ordem judicial para fins de investigação ou instrução processual.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Ratinho Jr. diz que os criminosos se aproveitam do anonimato. Foto: Elton Bomfim." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20110505151124_fMED.jpg" alt="20110505151124 fMED Projeto obriga lan houses a guardar cadastro de clientes por cinco anos projetos de lei " width="150" height="229" />A Câmara analisa o Projeto de Lei 642/11, do deputado Ratinho Junior (PSC-PR) (foto), que obriga as lan houses e outros estabelecimentos que oferecem acesso à internet a manter cadastro dos usuários por cinco anos. Pelo texto, o cadastro deverá conter nome completo, número de documento e imagem do cliente, além de indicar os terminais utilizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme a proposta, o estabelecimento deverá garantir o sigilo das informações, que só poderão ser divulgadas em razão de ordem judicial para fins de investigação ou instrução processual.</p>
<p style="text-align: justify;">O descumprimento da lei sujeitará o infrator a advertência e, em caso de reincidência, à cassação do alvará de funcionamento, sem prejuízo das sanções penais.</p>
<p style="text-align: justify;">Ratinho Junior argumenta que, ao mesmo tempo em que os locais de acesso público à internet representam um avanço, também podem ser utilizados por criminosos devido à possibilidade de anonimato. “O projeto inibirá a ação de praticantes de crimes virtuais, pois, em caso de apresentação de documento falso, a imagem possibilitará a identificação do criminoso”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta foi apensada ao PL 5.403/01, que trata da guarda de dados de conexão por provedores de internet. Os projetos serão analisados por comissão especial a ser criada especificamente com essa finalidade. Depois, seguirão para o Plenário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=493989" target="_blank">PL 642/2011</a></li>
</ul>
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		<title>TJSC mantém 20 anos de reclusão a homem que matou dona de lan house</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2011/07/tjsc-mantem-20-anos-de-reclusao-a-homem-que-matou-dona-de-lan-house/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 18:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>
		<category><![CDATA[Orkut]]></category>
		<category><![CDATA[TJSC]]></category>

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		<description><![CDATA[A 1ª Câmara Criminal do TJSC manteve a condenação de 20 anos de prisão, em regime fechado, além de multa, a indivíduo que praticou latrocínio de uma proprietária de lan house no Norte de Florianópolis. Ela foi abordada por tal indivíduo e um adolescente, que levaram sua bolsa com R$ 200 e documentos. Ele admitiu que possuía pelo menos três armas de fogo e três perfis no site de relacionamentos Orkut, um deles denominado "Chagra Preparado para Matar", onde exibia várias fotos, demonstrando influência direta na "formação" de jovens de locais onde morava.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A 1ª Câmara Criminal rejeitou a apelação de Juarez Neto Brasileiro de Menezes contra sentença da comarca da Capital, e manteve a condenação de 20 anos de prisão, em regime fechado, além de multa, pelo roubo e morte de Simone Ribeiro Camarero. Dona de uma lan house no Norte da Ilha, ela foi abordada por Juarez e um adolescente, que levaram sua bolsa com R$ 200 e documentos.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os autos, o réu e o adolescente tinham acabado de cometer outro assalto no Norte da Ilha. Decidiram, então, atacar a lan house e, armados, entraram e anunciaram o roubo. A dona da casa conseguiu retirar a máscara que Menezes usava, quando então os rapazes começaram a atirar e um dos disparos acertou a testa da vítima, matando-a.</p>
<p style="text-align: justify;">Menezes admitiu que possuía pelo menos três armas de fogo e três perfis no site de relacionamentos Orkut, um deles denominado &#8220;Chagra Preparado para Matar&#8221;, onde exibia várias fotos, demonstrando influência direta na &#8220;formação&#8221; de jovens de locais onde morava (Biguaçu, Norte da Ilha, Vila União, Ingleses).</p>
<p style="text-align: justify;">No recurso, pediu a absolvição, invocando a aplicação do princípio in dubio pro reo, e sustentou a insuficiência de provas. Afirmou que não é a defesa que deve comprovar a inocência do réu, e sim a acusação que deve provar a culpa. Por fim, pediu o abrandamento da pena.</p>
<p style="text-align: justify;">O relator do apelo, desembargador Newton Varella Júnior, anotou que o crime foi cometido com a ajuda de um adolescente que confirmou a participação integral de Juarez no crime, já que ambos atiraram contra a vítima.</p>
<p style="text-align: justify;">Varella afirmou que &#8220;afora todas as evidências a apontar que o disparo mortal foi efetuado pelo réu, o art. 29, caput, do Código Penal, ao tratar do concurso de pessoas, determina que &#8216;quem, de qualquer modo, concorre para o crime, incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade.&#8217; Assim, mesmo que o apelante não tenha realizado o disparo que vitimou a proprietária da lan house atacada, ainda assim responderia pela prática do crime de latrocínio, uma vez comprovada a comunhão de intenção de cometer crime de roubo, assumindo, portanto, as consequências do desenrolar fático-delitivo.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao pedido de redução da pena, o relator observou que ela foi &#8220;fixada no seu mínimo legal, sendo que o tipo penal estabelece que a pena privativa de liberdade será de reclusão de 20 (vinte) a 30 (trinta) anos, sem prejuízo da multa&#8221;. A votação foi unânime.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência:</strong> ACr 2010.070124-4</p>
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		<title>Vara da Infância de Palmas inicia trabalho de conscientização em lan houses</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 19:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[cibercafé]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>

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		<description><![CDATA[A Vara Especializada da Infância e Juventude da Comarca de Palmas iniciou na tarde de hoje (01/07) um trabalho de conscientização com os proprietários de lans-houses e cybers cafés da Capital sobre a Lei Municipal nº 1636 de 21 de dezembro de 2010, que regulamenta o acesso de crianças e adolescentes a estes estabelecimentos. Durante as incursões, os comerciantes estão sendo advertidos ainda que haverá uma nova abordagem para verificar se as adequações previstas na lei foram cumpridas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Vara Especializada da Infância e Juventude da Comarca de Palmas iniciou na tarde de hoje (01/07) um trabalho de conscientização com os proprietários de lans-houses e cybers cafés da Capital sobre a Lei Municipal nº 1636 de 21 de dezembro de 2010, que regulamenta o acesso de crianças e adolescentes a estes estabelecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante as incursões, os comerciantes estão sendo advertidos ainda que haverá uma nova abordagem para verificar se as adequações previstas na lei foram cumpridas. Como afirma o escrivão da Vara da Infância Renato Gomes Carvalho a lei é um instrumento capaz de fornecer aos jovens da cidade maior proteção. “Muitas crianças e adolescente ficam até altas horas sem nenhum acompanhamento nestes estabelecimentos, onde podem ter contato com drogas ou bebidas alcoólicas”, argumentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme prevê a lei, os proprietários dos estabelecimentos estão obrigados a impedir o ingresso de pessoas menores de 12 anos sem acompanhamento, de adolescentes de 12 a 16 anos sem autorização de seus responsáveis, e de menores de 18 anos, após as 22 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Regulação do volume dos equipamentos, ambiente saudável e iluminação adequada são outras obrigações dos empresários com a nova lei. Ela prevê ainda a proibição da venda e consumo de bebidas alcoólicas nos estabelecimentos e a utilização de jogos ou promoção de campeonatos que envolvam prêmios em dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cybers cafés e lans houses têm ainda que manter um cadastro de seus usuários, identificando hora de início e término de acesso, além do nome completo, data de nascimento, endereço completo, telefone, número de documento de identidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as penalidades aos comerciantes que desobedecerem a legislação,destacam-se multa no valor de 2.000 Ufirs, que será revertida para o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), suspensão das atividades por até 30 dias e cancelamento do alvará de<br />
licenciamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Discussões</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A elaboração e aprovação da lei, que regula o acesso de menores em estabelecimentos como lan houses e cybers café, se deu graças a uma preocupação conjunta da Juíza titular da Vara da Infância e Juventude de Palmas, Silvana Maria Parfieniuk, dos vereadores de Palmas e conselheiros tutelares que se reuniram no intuito de se encontrar mecanismos de proteção para crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A norma foi elaborada pela Câmara Municipal de Palmas e sancionada em 2009 pelo executivo municipal.</p>
<p style="text-align: center;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="aligncenter" style="border: 0pt none;" title="Os cybers cafés e lans houses têm ainda que manter um cadastro de seus usuários." src="http://www.tjto.jus.br/imprensa/imagens/IMG_1810email.jpg" alt="IMG 1810email Vara da Infância de Palmas inicia trabalho de conscientização em lan houses justica 2 0 " width="550" height="375" /></p>
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		<title>Câmara aprova regulamentação das lan houses para universalizar acesso à internet</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2011/04/camara-aprova-regulamentacao-das-lan-houses-para-universalizar-acesso-a-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 00:23:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>

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		<description><![CDATA[O Plenário aprovou, nesta terça-feira, o Projeto de Lei 4.361/04, que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses e prevê sua participação em parcerias com os governos para o desenvolvimento de atividades educacionais, culturais e de utilidade pública. A matéria será analisada ainda pelo Senado. Se o projeto virar lei, as lan houses passarão a ser definidas como centros de inclusão digital (CID), que apresentam interesse social para a universalização do acesso à internet, além de prestadoras de serviços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Relator do projeto, Otavio Leite destacou que grande parte dos jovens acessam a internet em lan houses. Foto: Diógenis Santos." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20110419204828_20110419dspn45MED.jpg" alt="20110419204828 20110419dspn45MED Câmara aprova regulamentação das lan houses para universalizar acesso à internet projetos de lei especiais " width="206" height="135" />O Plenário aprovou, nesta terça-feira, o Projeto de Lei 4.361/04, que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses e prevê sua participação em parcerias com os governos para o desenvolvimento de atividades educacionais, culturais e de utilidade pública. A matéria será analisada ainda pelo Senado.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto aprovado é o de uma emenda do relator, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ). São previstas parcerias entre os governos municipais, estaduais e federal para ampliar o acesso à internet por meio de programas de complementação pedagógica.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o projeto virar lei, as lan houses passarão a ser definidas como centros de inclusão digital (CID), que apresentam interesse social para a universalização do acesso à internet, além de prestadoras de serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das emendas incluídas no texto, de autoria da deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), prevê a garantia de acessibilidade a pessoas com deficiência, na forma de um regulamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Leite, a realidade brasileira revela que o acesso à internet está caracterizado pelas lan houses. Estima-se que existam hoje aproximadamente 108 mil lan houses em todo o Brasil, e 45% do total de usuários acessam a internet nesses estabelecimentos. Nas classes D e E, esse número sobe para 74%.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na faixa etária de menores de 16 anos, 60% dos que acessam a internet o fazem por meio de uma lan house, por isso não podemos estabelecer restrições para esse grupo&#8221;, explicou o relator, que rejeitou propostas de proibir os jovens de frequentar essas casas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conteúdos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o texto aprovado, as lan houses deverão possuir softwares que orientem e alertem menores de 18 anos sobre o acesso a jogos eletrônicos não recomendados para sua idade, respeitando a classificação indicativa do Ministério da Justiça. Isso valerá também para sites pornográficos e afins.</p>
<p style="text-align: justify;">Os equipamentos também terão de possuir programas que garantam a inviolabilidade dos dados pessoais do usuário e do conteúdo acessado, salvo no caso de ordem da Justiça para investigação.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas regras deverão aparecer na tela inicial de cada computador e seu descumprimento pela lan house implicará o descredenciamento automático de programas públicos de apoio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Educação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para viabilizar o acordo de aprovação do projeto, Otavio Leite retirou dispositivo que permitia aos governos contabilizarem os recursos usados nessas parcerias para o alcance dos percentuais mínimos previstos na Constituição para aplicar na educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra emenda aprovada, defendida pelo PPS, prevê que as lan houses registrem o nome e a identidade dos usuários. Inicialmente, o partido pretendia que o endereço também fosse anotado e estabelecia punições para as casas que não cumprissem a regras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Linha de crédito</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre os serviços que podem ser oferecidos pelas lan houses estão o acesso a programas de pesquisa e estudo e a conexão com instituições públicas para o cumprimento de obrigações legais e exercício da cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">Para estimular a atualização tecnológica das lan houses, o projeto aprovado estabelece prioridade em linhas especiais de financiamento para compra de computadores. Isso se aplica, por exemplo, a bancos públicos como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto do projeto permite a municípios e organizações representativas das lan houses instituir selos de qualidade com o objetivo de incentivar a melhoria do serviço prestado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Internet popular</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como exemplo de cooperação entre governo e iniciativa privada, Otavio Leite cita o projeto Centro de Internet Popular, da prefeitura de Estância (SE).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o relator, ao todo são 21 estabelecimentos nos quais os alunos da rede pública municipal podem acessar gratuitamente a internet por meio de um tíquete distribuído pela prefeitura que dá direito a seis horas mensais – cinco para pesquisas escolares e uma para entretenimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em contrapartida, os donos de lan houses participantes do programa devem oferecer um projeto pedagógico que possa transformar esses estabelecimentos em ambientes de aprendizagem.</p>
<p><strong>Inclusão digital</strong></p>
<div id="conteudoNoticia">
<p style="text-align: justify;">O Projeto de Lei 4.361/04 recebeu amplo apoio dos deputados nesta terça-feira. A grande maioria dos que se manifestaram destacou a necessidade de se ampliar o acesso à internet como forma de facilitar o acesso a informação e a serviços públicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a iniciativa vai unificar a legislação e facilitar o acesso ao conhecimento das pessoas de classes sociais mais baixas. “As lan houses têm papel até de promover a alfabetização digital. O mundo se comunica pela internet e quem não tem computador precisa desses espaços para se comunicar”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Alessandro Molon (PT-RJ) também elogiou a proposta e destacou que essas casas são locais de inclusão digital para a população das classes D e E, “onde podem fazer seus estudos, inscrever-se para concursos e, em alguns locais, fazer matrícula para a rede pública de ensino”.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) disse que em vilas e favelas brasileiras as lan houses são “pontos de informação” para a juventude. Ele destacou o trecho do projeto que concede prioridade aos centros para a compra de computadores ofertados pelo governo federal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mudança de enfoque</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) elogiou a “mudança no enfoque” que o tema sofreu desde que o assunto começou a ser debatido na Câmara. “Antes, o enfoque era restritivo, mas agora há o estímulo por causa do imenso potencial de desenvolvimento pessoal das crianças que têm as lan houses”, comparou.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns deputados, como Anthony Garotinho (PR-RJ), manifestaram preocupação com o fato de o relator, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), não ter acatado uma mudança na redação do projeto relativa à restrição, aos menores de 18 anos, do acesso a jogos eletrônicos não recomendados para sua faixa etária. “A palavra correta que deve ser incluída é ‘alertar’ no lugar de ‘orientar’ [os jovens a não acessarem esses sites]”, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">Também houve quem alertasse sobre os riscos de crimes cibernéticos cometidos nesses locais, e essa preocupação levou o PV a ameaçar derrubar a sessão. Com isso, Otavio Leite incluiu no seu texto a necessidade de os estabelecimentos registrarem o nome e o número da identidade do usuário.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=268907" target="_blank">PL 4.361/2004</a></li>
</ul>
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		<title>Deputados podem votar projetos sobre banda larga e lan houses</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2011/04/deputados-podem-votar-projetos-sobre-banda-larga-e-lan-houses/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 17:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[banda larga]]></category>
		<category><![CDATA[FUST]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>

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		<description><![CDATA[A ampliação da banda larga no Brasil volta a ser o destaque do Plenário nas sessões extraordinárias por meio do Projeto de Lei 1.481/07, do Executivo. Governo e oposição ainda negociam o texto. O PSDB quer proibir o uso dos recursos (R$ 9,6 bilhões até 2010) pela Telebrás, mas o PT defende que isso seja possível para a empresa gerenciar a expansão do serviço no âmbito do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A ampliação da banda larga no Brasil volta a ser o destaque do Plenário nas sessões extraordinárias por meio do Projeto de Lei 1.481/07, do Executivo.  O PL 1.481/07 está pautado para terça-feira (12) e permite o uso de recursos do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust) para financiar serviços como a internet de banda larga, típicos do regime privado. A prioridade seria para as escolas públicas da zona rural. Atualmente, o fundo pode ser usado para financiar somente a telefonia fixa.</p>
<p style="text-align: justify;">Governo e oposição ainda negociam o texto. O PSDB quer proibir o uso dos recursos (R$ 9,6 bilhões até 2010) pela Telebrás, mas o PT defende que isso seja possível para a empresa gerenciar a expansão do serviço no âmbito do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).</p>
<p style="text-align: justify;">Já o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou à Câmara, em audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, na última quarta-feira (6), que o Ministério da Fazenda quer rediscutir o projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Também na terça-feira, poderá ser analisado o PL 4.361/04, que regulamenta o funcionamento das lan houses.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lan houses esperam fim da informalidade com regulamentação</title>
		<link>http://www.internetlegal.com.br/2011/04/lan-houses-esperam-fim-da-informalidade-com-regulamentacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 22:54:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
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		<category><![CDATA[dados pessoais]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[A proposta que regulamenta o funcionamento das lan houses, que pode ser votada nesta semana pelo Plenário, deve ajudar a tirar da informalidade milhares de estabelecimentos. Essa é a avaliação do vice-presidente da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (Abcid), Paulo Watanabe. Hoje existem entre 100 e 110 mil estabelecimentos que oferecem acesso pago à internet no Brasil, sendo que somente cerca de 15% possuem CNPJ. Segundo Watanabe, apenas entre 3% a 4% dessas casas funcionam de maneira totalmente regular.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Lan House da Rodoviária de Brasília já tem ferramenta de controle para evitar acesso a sites inapropriados. Foto: Luiz Alves." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20110329181350_FLA_8583MED.jpg" alt="20110329181350 FLA 8583MED Lan houses esperam fim da informalidade com regulamentação projetos de lei especiais " width="229" height="150" />A proposta que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses, que pode ser votada nesta semana pelo Plenário, deve ajudar a tirar da informalidade milhares de estabelecimentos. Essa é a avaliação do vice-presidente da Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (Abcid), Paulo Watanabe. Hoje existem entre 100 e 110 mil estabelecimentos que oferecem acesso pago à internet no Brasil, sendo que somente cerca de 15% possuem Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Watanabe, apenas entre 3% a 4% dessas casas funcionam de maneira totalmente regular. Hoje as leis estaduais e municipais que regulam o funcionamento das lan houses são muito restritivas e não há lei federal sobre o assunto. “O principal problema são as normas que restringem o funcionamento de lan houses perto de estabelecimentos de ensino”, explica. “Essas normas foram elaboradas quando as lan houses eram sobretudo casas de jogos, mas hoje elas são utilizadas para a inclusão digital da população que não tem acesso a computador com internet em casa.”</p>
<p style="text-align: justify;">O vice-presidente da Abcid espera que, com a aprovação do projeto de lei, algumas normas estaduais e municipais sejam consideradas inválidas e outras sejam modificadas para se adaptarem à lei federal. De acordo com Watanabe, outras regras restritivas em demasia, vigentes em diversas localidades, são as que proíbem a entrada de menores de idade nos estabelecimentos ou condicionam a entrada à autorização do juiz ou dos pais, autenticada em cartório. “Algumas famílias gastam mais com serviços de cartório do que com os serviços de internet”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tentar acabar com o estigma de “casas de jogos”, o substitutivo ao PL 4.361/04, elaborado pelo deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), declara as lan houses, chamadas na proposta de centros de inclusão digital, como de especial interesse social para a universalização do acesso à internet e as define como entidades prestadoras de serviços diversos. Segundo o texto, elas devem disponibilizar programas que permitam o acesso à pesquisa e ao estudo; e possibilitar o acesso para fins sociais, profissionais, de entretenimento, bem como a conexão com instituições públicas, para o exercício da cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">Na avaliação do relator, é importante reconhecer o inegável papel de inclusão social exercido por esses centros. “Não é possível avançar no desenvolvimento sem combater a desigualdade social”, afirmou Leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Perfil dos estabelecimentos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Lanhouse – 2010), realizada no ano passado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), o perfil geral das lan houses é de estabelecimentos de natureza familiar, pequenos, informais e compartilhados com outras atividades comerciais. Os dados relevam que 80% são um negócio familiar; 97% têm até três funcionários; apenas 49% têm algum grau de formalidade; e 44% dividem o espaço com atividades complementares, como comércio de informática, papelaria e lanchonete. A maior parte das lan houses é gerida por homens (74%) da classe C (54%, contra 42% das classes A e B).</p>
<p style="text-align: justify;">Há o caso ainda das lan houses que se declaram formalizadas, mas hoje estão sob a personalidade jurídica de outras atividades comerciais. “Esses estabelecimentos correm o risco de ficar à margem de políticas públicas que fomentem o negócio das lan houses”, diz o estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa conclui ainda que a informalidade favorece a adoção de softwares piratas e limita o potencial de investimento e o acesso a linhas de créditos para os pequenos empreendedores. Hoje, apenas 13% dos estabelecimentos pesquisados procuram alguma instituição financeira para obterem crédito, financiamento ou empréstimo para início ou manutenção do estabelecimento. Desses, 89% conseguiram-no. “A informalidade explica a baixa procura por crédito”, diz a pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Cerca de 58% das lan houses estão em funcionamento há até dois anos, período considerado pelo CGI.br como “crítico do ciclo de vida no negócio”. O estudo acrescenta: “Elas carecem de auxílios e incentivos para que sejam viáveis economicamente no médio e longo prazo”.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta em análise na Câmara assegura às lan houses prioridade no acesso às linhas de financiamento especiais para aquisição de computadores, ofertadas por instituições financeiras públicas, como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e por órgãos da administração pública federal, direta ou indireta.</p>
<p><strong>Lan houses dominam os acessos em áreas rurais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No País, 45% das pessoas acessam a internet em lan houses, enquanto 48% se conectam em casa. Mas, nas áreas rurais, 54% dos brasileiros navegam na rede em lan houses, enquanto somente 30% fazem isso em seus domicílios. Os dados constam da 5ª Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios 2009), realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), que mostra que a proporção da população brasileira que é usuária de internet é hoje de 39%.</p>
<p>Até 2008, as lan houses eram o local onde os brasileiros mais acessavam a internet (48%), enquanto 42% usavam a rede em casa. Em 2009, pela primeira vez a pesquisa do CGI.br constatou mais acessos nos domicílios. No entanto, “o papel desempenhado pelos centros de acesso, tanto pagos como gratuitos, continua sendo de extrema importância para a inclusão digital, principalmente na área rural”, diz Alexandre Barbosa, gerente do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), que realiza estudos para o CGI.br.</p>
<p>Conforme a pesquisa, em um ano, o número de domicílios com computador no Brasil passou de 25%, em 2008, para 32%, em 2009. Já o número de domicílios com acesso à internet passou de 18% para 24%. Conforme o CGI.br, o crescimento do acesso à internet em casa aconteceu inclusive nas camadas economicamente menos favorecidas da população.</p>
<p><strong>Perfil dos usuários </strong></p>
<p>Já a Pesquisa sobre o Uso das  Tecnologias da Informação e da  Comunicação no Brasil (TIC Lanhouse –  2010), divulgada no ano passado  pelo CGI.br, mostra que o uso da  internet nas lan houses é mais  incidente nas faixas menos escolarizadas  da população e nas camadas com  faixa de renda inferiores.</p>
<p>A pesquisa, que inclui a realização de  412 entrevistas com proprietários  ou gestores de lan houses em 120  municípios nas cinco regiões do País,  também revelou que quem mais  frequenta os estabelecimentos são jovens  entre 16 e 24 anos. Cerca de  96% dos entrevistados reportou frequência  média ou intensa de jovens  nessa faixa etária; e 82% indicaram  frequência média ou intensa de  indivíduos entre 25 e 34 anos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comunicação e ensino</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A empregada doméstica Amanda Souza,  de 21 anos, frequenta a Lan House da Rodoviária de Brasília em média  uma vez por semana para acessar o seu e-mail e se comunicar com os  amigos de sua terra natal, a Bahia. Ela também aproveita o acesso à  internet para obter informações sobre concursos públicos em seu estado.  Porém, espera não precisar mais utilizar os serviços da lan house em  breve. “Vou ganhar um computador do meu namorado”, conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a estudante Adersiana Sousa Silva, de 20 anos, utiliza os serviços de  lan houses, como a da Rodoviária, quase todos os dias, para fazer  trabalhos e pesquisas. Ela está cursando Pedagogia a distância. “Às  vezes, passo quatro ou cinco horas por dia na lan house”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta diz que a União, os estados e o Distrito Federal poderão  implantar parcerias com os estabelecimentos para o desenvolvimento de  atividades educacionais, culturais e de utilização pública,  especialmente em programas de complementação pedagógica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gerente de lan house acredita que adaptação às normas será tranquila</strong></p>
<div id="conteudoNoticia">
<p style="text-align: justify;">O gerente da Lan House da Rodoviária de Brasília, Paulo Lira, avalia que será tranquila a adaptação do estabelecimento às regras instituídas pela proposta. Umas das regras determina que os centros de inclusão digital implementem ferramentas que permitam inibir o acesso de menores de 18 anos a conteúdos inapropriados para a sua faixa etária, respeitando a classificação indicativa do Ministério da Justiça.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme Lira, na Lan House da Rodoviária é proibido o acesso a sites pornográficos. O estabelecimento já utiliza atualmente uma ferramenta de gerenciamento de sistemas chamada Geto, que monitora os sites que estão sendo acessados. “Quando vejo que alguém está em um site pornográfico, mando fechar e peço que a pessoa se retire”, conta o atendente Jonathan Xavier. Além disso, o estabelecimento só atende menores de idade acompanhados dos pais, para evitar qualquer problema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dados pessoais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta em análise na Câmara também garante a inviolabilidade dos dados pessoais do usuário, bem como do conteúdo acessado, salvo se ordem judicial determinar a quebra de sigilo dos dados para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. &#8220;A pessoa vai ter que se cadastrar, mas os dados não poderão ser utilizados para outras finalidades&#8221;, explica o deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), que foi relator da proposta na Comissão Especial de Centros de Inclusão Digital, que aprovou a proposta em dezembro do ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;">O gerente da Lan House da Rodoviária explica que, no estabelecimento, hoje o cadastro dos usuários não é obrigatório, mas avalia que a norma pode ser positiva. “Alguns clientes têm resistência em se cadastrar, até por falta de tempo.” Os dados pessoais e as datas em que a pessoa utilizou o serviço são armazenados pela lan house, mas não os dados do conteúdo acessado.</p>
<p style="text-align: justify;">A Lan House da Rodoviária, que funciona de forma conexa a uma lanchonete do local, funciona há cerca de três anos e atende uma média de 100 pessoas por dia. Na casa, uma hora de acesso à internet custa R$ 4,00; 30 minutos custam R$ 2,50; e o tempo de 1 a 12 minutos de conexão custa R$ 1,00. Além do acesso à internet, o estabelecimento oferece outros serviços de informática, como impressão, digitalização, gravação em CD ou DVD e consulta ao Serasa/SPC.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=268907" target="_blank">PL-4361/2004</a></li>
</ul>
</div>
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		<title>Proposta torna obrigatório registro de usuário de lan houses</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 12:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[dados cadastrais]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara analisa o Projeto de Lei 7.270/10, do deputado Wellington Fagundes (PR-MT), que torna obrigatória a manutenção de registro dos usuários de lan houses e estabelecimentos similares que proveem acesso à internet. Segundo a proposta, o cadastro deverá ser mantido por dois anos e terá os seguintes dados: endereço e telefone do usuário, número de identidade, equipamento usado e horários de início e do término da utilização do computador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class=" alignleft" style="border: 0pt none;" title="Wellington Fagundes: lan houses têm sido usadas para atividades ilegais na internet. Foto: Sonia Baiocchi (Arquivo)" src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20090709172046_20090701_429sbMED.jpg" alt="20090709172046 20090701 429sbMED Proposta torna obrigatório registro de usuário de lan houses projetos de lei " width="229" height="150" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Câmara analisa o Projeto de Lei 7.270/10, do deputado Wellington Fagundes (PR-MT), que torna obrigatória a manutenção de registro dos usuários de lan houses e estabelecimentos similares que proveem acesso à internet. Segundo a proposta, o cadastro deverá ser mantido por dois anos e terá os seguintes dados: endereço e telefone do usuário, número de identidade, equipamento usado e horários de início e do término da utilização do computador.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto determina ainda que os dados sejam armazenados por meio eletrônico, ficando proibida sua divulgação, exceto mediante autorização do cliente, pedido formal do seu representante legal ou ordem judicial.  Fagundes argumenta que as lan houses têm sido usadas com frequência para realização de atividades ilegais por meio da internet O deputado lembra que isso ocorre pelo fato de esses estabelecimentos permitirem o acesso público não identificado à rede mundial de computadores. &#8220;Esses estabelecimentos são normalmente frequentados por crianças e adolescentes. Ao inibir a prática de delitos, a medida resguardará a segurança dos menores, afastando os delinquentes desses estabelecimentos&#8221;, afirma o deputado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto será arquivado pela Mesa Diretora no dia 31 de janeiro, por causa do fim da legislatura, mas poderá ser desarquivado pelo seu autor, que foi reeleito. Nesse caso, o texto será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e também pelo Plenário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="text-align: justify;"><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=475776" target="_blank">PL 7.270/2010</a></li>
</ul>
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		<title>Projeto sobre as lan houses contou com contribuição de comunidade virtual</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 00:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[e-Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>

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		<description><![CDATA[Hospedada no portal e-democracia da Câmara dos Deputados, comunidade virtual sobre lan houses contribuiu para a construção do substitutivo aprovado pela Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital. A proposta segue agora para análise do Plenário. A comunidade virtual Lan Houses, hospedada no portal e-democracia , teve ampla participação na elaboração da proposta, aprovada pela Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital no dia 8 de dezembro. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hospedada no portal e-democracia da Câmara dos Deputados, comunidade virtual sobre lan houses contribuiu para a construção do substitutivo aprovado pela Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital. A proposta segue agora para análise do Plenário.</p>
<p style="text-align: justify;">A comunidade virtual Lan Houses, hospedada no portal <a href="http://edemocracia.camara.gov.br/publico/" target="_blank">e-democracia</a>, teve ampla participação na elaboração da proposta que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses, aprovada pela <a href="http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/53a-legislatura-encerradas/pl436104" target="_blank">Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital</a> no dia 8 de dezembro. O texto aprovado é um <a href="http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=268907" target="_blank">substitutivo</a> do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) ao projeto de lei 4.361/04 e a dois apensados (PL 6.731/06 e PL 3.446/08).</p>
<p style="text-align: justify;">Na comunidade virtual, as discussões sobre a proposta começaram no dia 27 de abril. Ao todo, 872 pessoas participaram dos quatro fóruns temáticos: minuta da discussão do projeto de lei; funcionamento das lan houses no País hoje; o papel das lan houses: finalidade e contribuição para o contexto sócio-econômico brasileiro; e vantagens e desvantagens da formalização das lan houses do país. Principal ferramenta utilizada, os fóruns tiveram como modelo a estrutura do projeto de lei em discussão.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a ajuda de moderadores, os participantes foram estimulados a responder questões sobre o tema e a apresentar contribuições. Esse sistema permitiu levantar informações importantes sobre os problemas ocasionados às lan houses pela falta de regulamentação da atividade e conhecer as sugestões dos usuários para solucionar as deficiências da área. Em julho, o deputado Otávio Leite publicou a minuta do substitutivo na comunidade virtual para que o texto fosse discutido pelos seus integrantes.</p>
<p style="text-align: justify;">No total, foram feitas 110 postagens. Muitas sugestões foram incorporadas ao texto do projeto. Entre elas, estão a caracterização das lan houses como Centro de Inclusão Digital com cursos de aprendizagem, pontos de acesso à internet e outras funcionalidades; a integração entre lan houses e escolas; e a criação de regras de cadastramento e identificação, com o objetivo de dar mais segurança à utilização das lan houses pelo público.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de fóruns temáticos, o e-democracia também ofereceu salas de bate-papo, enquetes, notícias temáticas e o &#8220;wikilegis&#8221;, formato que permite a construção do texto do projeto de lei de modo colaborativo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Participação popular</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A gerente do programa e-democracia, Alessandra Guerra, acredita que a participação popular na construção de proposições legislativas ajuda a aperfeiçoar os textos e a dar mais legitimidade às propostas aprovadas pela Câmara. &#8220;Pela internet, pessoas de todo o País podem contribuir para a elaboração de um projeto de lei. Com isso, o deputado conta com um  respaldo mais amplo para a sua proposta&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Alessandra, a Câmara é pioneira, entre as instituições legislativas brasileiras, na utilização da internet de modo a permitir que a população participe da elaboração de políticas públicas e projetos de lei. &#8220;A cada dia, a internet oferece novas possibilidades de participação popular. Em relação a outros países, o Brasil está apenas começando a explorar esse recurso&#8221;, explicou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outras propostas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa é a segunda vez que uma comunidade virtual do e-democracia contribui para o aperfeiçoamento do texto de um projeto de lei. O <a href="http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-temporarias/especiais/53a-legislatura-encerradas/PL452904" target="_blank">Estatuto da Juventude</a>, que teve como relatora a deputada Manuela D&#8217;Ávila (PcdoB/RS) e foi aprovado no dia 24 de novembro, também contou com a participação de internautas por meio do e-democracia.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas duas comunidades, Lan Houses e Estatuto da Juventude, ainda estão abertas à participação. Nelas serão divulgadas as datas em que os projetos serão apresentados em Plenário, a repercussão nos veículos da Casa – Agência Câmara, Rádio Câmara e TV Câmara –  e o resultado da votação.</p>
<p style="text-align: justify;">O e-democracia também serviu de canal para que o público participasse da construção de um estudo sobre a política espacial brasileira, realizado pelo Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica da Câmara. A partir desse estudo, foi apresentado o Projeto de Lei 7526/10 , que institui incentivos para as indústrias espaciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>e-democracia<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Portal e-democracia tem por objetivo promover um amplo debate aberto sobre propostas em apreciação na Câmara, aproximando o cidadão das discussões estratégicas da agenda legislativa. É um canal de interação entre a sociedade e os deputados, em especial os relatores das propostas. Para participar das comunidades basta fazer um <a href="http://www.edemocracia.camara.gov.br/register/user-new?return_url=/" target="_blank">cadastro simples</a> no site .</p>
<p style="text-align: justify;">Em breve, o e-democracia estará integrado a redes sociais – Twitter, Facebook, Orkut, Delicious, Flickr, entre outras – com o objetivo de ampliar a participação das pessoas com instrumentos mais conhecidos de interação, participação e postagens de mensagens.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referência: </strong><a href="http://www2.camara.gov.br/noticias/institucional/pdfs/relatorio-comunidade-virtual-lan-house-e-democracia" target="_blank">Relatório de P</a><a href="http://www2.camara.gov.br/noticias/institucional/pdfs/relatorio-comunidade-virtual-lan-house-e-democracia" target="_blank">articipação na comunidade virtual das lan houses</a></p>
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		<title>Comissão aprova regulamentação de lan houses</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 21:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos de lei]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital aprovou nesta quarta-feira proposta que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses. O texto aprovado é um substitutivo do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) ao Projeto de Lei 4.361/04, do ex-deputado Vieira Reis, e a dois apensados (PL 6.731/06 e PL 3.446/08).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Leite: “Não é possível avançar no desenvol- vimento sem combater a desigualdade social.” Foto: David Ribeiro." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20101208201153_20101208_742DAVMED.jpg" alt="20101208201153 20101208 742DAVMED Comissão aprova regulamentação de lan houses projetos de lei " width="150" height="229" />A Comissão Especial dos Centros de Inclusão Digital aprovou nesta quarta-feira proposta que regulamenta o funcionamento das chamadas lan houses. O texto aprovado é um substitutivo do deputado Otávio Leite (PSDB-RJ) (foto) ao Projeto de Lei 4.361/04, do ex-deputado Vieira Reis, e a dois apensados (PL 6.731/06 e PL 3.446/08).</p>
<p style="text-align: justify;">Pela proposta, as lan houses serão incentivadas a se legalizar, a desenvolver propostas pedagógicas e a adotar instrumentos que permitam impedir o acesso de menores a conteúdos indesejados. Hoje, há cerca de 108 mil desses centros de informática no Brasil, que garantem o acesso à internet para mais de 28 milhões de pessoas, 44% do total de usuários da rede.</p>
<p style="text-align: justify;">Leite afirmou que a intenção foi atrair para a legalidade e a regularidade as lan houses espalhadas pelo País. Na avaliação do parlamentar, é importante reconhecer o inegável papel de inclusão social exercido por esses centros de informática. “Não é possível avançar no desenvolvimento sem combater a desigualdade social”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prioridade de financiamento<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>A proposta atribui prioridade para as lan houses no acesso às linhas de financiamento especiais para aquisição de computadores ofertadas pela Administração Pública e em especial por instituições financeiras públicas como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<p style="text-align: justify;">O texto aprovado prevê também convênios entre os entes federados e as lan houses para ampliar o acesso à internet e também estimular o desenvolvimento de atividades educacionais e culturais.</p>
<p style="text-align: justify;">Pela proposta, deverá haver atenção especial para o acesso de pessoas com deficiência à internet. “As técnicas assistivas são cada vez mais avançadas, com instrumentos que permitem acesso igual a rede para essas pessoas. Mas essas melhorias têm um custo, que pode ser diluído por esses convênios”, explicou Leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Acesso de menores<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os centros de inclusão digital devem, segundo o texto aprovado, ter programas e equipamentos que inibam o acesso de menores de 18 anos a conteúdos inadequados a sua faixa etária e também garantir a segurança dos dados dos usuários. Essa inviolabilidade só poderá ser quebrada por ordem judicial para investigação criminal.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o relator determinou que municípios e organizações e associações representativas das lan houses podem instituir selos de qualidade que incentivem a melhoria do serviço prestado.</p>
<p style="text-align: justify;"><img onError="javascript: wp_broken_images=window.wp_broken_images || function(){}; wp_broken_images(this);"  class="alignleft" style="border: 0pt none;" title="Teixeira: importância econômica de estimular os pequenos negócios. Foto: David Ribeiro." src="http://www.camara.gov.br/internet/bancoimagem/banco/20101208201556_20101208_743DAVMED.jpg" alt="20101208201556 20101208 743DAVMED Comissão aprova regulamentação de lan houses projetos de lei " width="150" height="229" />De acordo com o presidente da comissão, deputado Paulo Teixeira (PT-SP) (foto), o texto atinge os objetivos de permitir o desenvolvimento das atividades das lan houses que, em sua opinião, são importantes instrumentos de inclusão digital. A proposta garante, afirmou o parlamentar, segurança à sociedade e também aos proprietários quanto aos conteúdos acessados e adiciona componentes pedagógicos à atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente destacou ainda a importância econômica de estimular os pequenos negócios, proporcionando condições para seu prosseguimento. A aprovação da proposta garantirá a existência desses centros que, segundo ele, têm sofrido restrições por parte das Câmaras Municipais e administrações públicas. Teixeira afirmou que os integrantes da comissão vão tentar incluir a proposta na pauta do Plenário ainda este ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O deputado José Linhares (PP-CE) afirmou que o relator conseguiu incorporar ao projeto providências essenciais para a aceitação das lan houses. “Nossa preocupação é que as lan houses não fossem caminhos de desvios, mas a proposta contempla um mecanismo de melhoria da qualidade, do conteúdo pedagógico e prevê meios para que a sociedade possa fiscalizá-las”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Sete propostas apensadas (PLs 4.932/05, 5.037/05, 5.378/05, 5.447/05, 6.868/06, 4.794/09 e 7.320/10) que buscavam restringir o acesso a lan houses foram rejeitadas pela comissão. O PL 6.805/10 foi considerado pelo colegiado como inadequado financeiramente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tramitação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A proposta seguirá para análise no Plenário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Íntegra da proposta:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=268907" target="_blank">PL 4.361/2004</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=279106" target="_blank">PL 4.932/2005</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=281303" target="_blank">PL 5.037/2005</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=288321" target="_blank">PL 5.378/2005</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=290442" target="_blank">PL 5.447/2005</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=317316" target="_blank">PL 6.731/2006</a></li>
<li><a href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=319808" target="_blank">PL 6.868/2006</a></li>
</ul>
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		<title>Pesquisas do CGI.br revelam o potencial do e-Gov e a importância das lan houses</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 17:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Omar Kaminski</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cetic.br]]></category>
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		<category><![CDATA[e-gov]]></category>
		<category><![CDATA[lan houses]]></category>
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		<description><![CDATA[O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), anuncia os resultados de duas pesquisas inéditas: TIC Governo Eletrônico e TIC Lanhouses. Conduzidas pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), os levantamentos apontam dados sobre a qualidade, a abrangência e o uso dos serviços de governo oferecidos pela Internet; e um panorama geral sobre as características e o perfil de gestão das “lanhouses” em todo o país, respectivamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), anuncia os resultados de duas pesquisas inéditas: TIC Governo Eletrônico e TIC Lanhouses. Conduzidas pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), responsável pela produção de indicadores e estatísticas do NIC.br, os levantamentos apontam dados sobre a qualidade, a abrangência e o uso dos serviços de governo oferecidos pela Internet; e um panorama geral sobre as características e o perfil de gestão das “lanhouses” em todo o país, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pesquisa TIC Governo Eletrônico 2010<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Com apoio institucional da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a TIC Governo Eletrônico englobou 157 municípios e entrevistou 3000 pessoas com 16 anos ou mais, e 650 empresas, cujo resultado confirmou o potencial de crescimento do e-Gov no Brasil. Segundo a pesquisa, embora o percentual da população brasileira que usa serviços de governo eletrônico seja relativamente baixo (35%), mais da metade da população (56%) escolheria a Internet para acessar serviços de governo na próxima vez que for necessáro e outros 60% declaram-se propensos a indicar o serviço na web para as suas redes de contato.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma de acesso aos serviços públicos mais utilizada continua sendo o atendimento presencial, com a preferência de 60% de indivíduos. No entanto, quando o cidadão utiliza a tecnologia como mediadora do acesso aos serviços públicos, 35% citaram a Internet como principal forma de obtenção de algum serviço público, superando o uso do telefone nas centrais de atendimento telefônico dos órgãos de governo, com 8% dos entrevistados.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a investigação, 91% dos cidadãos usuários de e-Gov declararam estar satisfeitos ou muito satisfeitos em relação aos serviços de governo oferecidos pela Internet. No entanto, o grau de satisfação e a predisposição ao uso não se refletem efetivamente na utilização de serviços de e-Gov. Entre os cidadãos usuários, os dados mostram que o uso direciona-se com maior intensidade às buscas de informação sobre serviços governamentais do que efetivamente para a realização de transações: as atividades relacionadas aos serviços informacionais são a maioria, chegando a 90% das menções, enquanto os serviços transacionais atingem 61%.</p>
<p style="text-align: justify;">“Mesmo com os altos índices de satisfação apontados, existem oportunidades para melhoria dos serviços de governo eletrônico oferecidos pela Internet, tanto na busca de serviços, quanto na facilidade de sua utilização”, diz Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa revela também barreiras que impedem o uso mais amplo do governo eletrônico pelos brasileiros: a principal menção dos usuários foi a preocupação com segurança dos dados (39%), seguida pela dificuldade em encontrar serviços (29%) e a ineficiência do retorno às solicitações (28%). Já os não-usuários abordam questões como preferência pelo atendimento presencial (48%) e a falta de habilidade com o computador (48%).</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos serviços demandados pela população, os de saúde ganham a expectativa dos usuários de e-Gov, quando respondidas espontaneamente. A maior parte dos entrevistados mencionou a área da saúde (34%), considerando serviços como o agendamento de consultas pela Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">No âmbito das empresas brasileiras, ao contrário do que ocorre entre os cidadãos, a Internet predomina como canal de obtenção de serviços públicos: 79% utilizaram ao menos um dos serviços nos últimos 12 meses, enquanto somente 22% das empresas optaram pelo atendimento presencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pesquisa TIC Lanhouses 2010<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>Desde a primeira edição da pesquisa TIC Domicílios, em 2005, as “lanhouses” representam uma importante fatia do número de usuários da rede mundial de compu­tadores no Brasil. Segundo a última edição, apesar de 39% dos entrevistados afirmarem serem usuários da rede, apenas 25% dos domicílios brasileiros possuem acesso à Internet.</p>
<p style="text-align: justify;">“Uma parte muito significativa do acesso dos brasileiros à Internet acontece nas “lanhouses”. Sem elas, o crescimento do número de internautas no Brasil teria sido bem menor. Portanto, os estabelecimentos são um importante instrumento para a inclusão digital”, diz Alexandre.</p>
<p style="text-align: justify;">A 1ª edição da pesquisa TIC Lanhouses 2010 reuniu 412 estabelecimentos em 120 municípios em todo o Brasil, e apresenta, por meio de indicadores e estatísti­cas, um panorama geral sobre as características e o perfil de gestão das “lanhouses”.</p>
<p style="text-align: justify;">Das “lanhouses” pesquisadas, 80% declararam ser um negócio familiar, e em sua maioria abso­luta (97%) declararam ter até três funcionários. Quase a metade, 49%, disseram ser um estabelecimento com algum grau de formalidade. Esses indicadores ilustram-nas como microempresas fortemente associadas à família do pro­prietário, que necessitam de um baixo número de funcionários para operar o negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Os estabelecimentos que oferecem produtos e serviços complementares somaram 44% dos pesquisados. Co­mércio de informática, assistência técnica de computadores, papelaria e lanchonete são algumas das atividades oferecidas. Consi­derando o cenário de informalidade do setor, é possível que muitas “lanhouses” utilizem a estru­tura jurídica de empresas constituídas em outros setores para garantirem a sua situação legal.</p>
<p style="text-align: justify;">Um fator relevante, tanto para o negócio da “lanhouse” quanto para o cliente, é a diversidade de serviços oferecidos com valor adicionado, além do acesso à Internet. Dentre eles, destacam-se jogos e aplicativos de comunica­ção (Skype, MSN etc), serviços de cópia e impressão, cursos de informática e Internet, além de serviços de conveniência, como recarga de celular.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma parcela considerável, 46%, disponibiliza entre seis e dez computadores aos seus clientes. Outros 22% possuem entre um e cinco equipamentos, e apenas 32% das “lanhouses” possuem dez ou mais computadores para acesso dos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados sobre velocidade de conexão revelaram que as “lanhouses” aproximam-se mais de um perfil de conexão domiciliar do que propriamente de um negócio empresarial: 23% das “lanhouses” oferecem velocidades entre 256 Kbps e 1Mbps; 32%, entre 1 Mbps e 2 Mbps; 12%, entre 2 Mbps e 4 Mbps; e apenas 25% oferecem velocidades maiores de 4 Mbps.</p>
<p style="text-align: justify;">As “la­nhouses”, como agentes importantes no processo de inclusão digital dos brasileiros, não oferecem alternativas de sistemas operacionais e reforçam o cenário de predomi­nância do software proprietário. Mais de 90% das “lanhouses” oferecem o sistema Microsoft Windows nas estações de PC’s. O sistema Linux/Ubuntu foi citado por 9% dos estabelecimentos e apenas 3% reportaram a disponibilidade do sistema operacional Macintosh/Mac OS.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria das “lanhouses” está em funcionamento há até dois anos, período crítico do ciclo de vida do negócio, e carecem de auxílio e incentivos para que sejam viáveis economicamente no médio e longo prazo. Pelos dados, 31% das “lanhouses” pesquisadas funcionam há menos de um ano, enquanto outros 27% funcionam entre um e dois anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao perfil dos gestores das “lanhouse”, a pesquisa revela que a maioria das “lanhouses” é gerida por homens (74% dos entrevistados são do sexo masculino, contra 26% feminino). Por classe social, predomina a classe C (54%), contra 42% das classes A e B.</p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisas TIC Governo Eletrônico 2010 e TIC Lanhouses 2010 estarão disponíveis em: <a href="http://www.cetic.br" target="_blank">http://www.cetic.br</a>.</p>
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